Coleção pessoal de profeborto
O povo nunca é humanitário. O que há de mais fundamental na criatura do povo é a atenção estreita aos seus interesses, e a exclusão cuidadosa, praticada sempre que possível, dos interesses alheios.
Homem, imperfeição passageira. Terra, símbolo pálido de seu criador. Alma, coisa intangível a debater-se fadigada em busca de libertação nos braços acolhedores de Deus.
“...Sem leitura não se pode escrever.
Tampouco sem emoção, pois a literatura
não é, certamente,um jogo de palavras.
É muito mais. Eu diria que a literatura
existe através da linguagem, ou melhor,
apesar da linguagem...”
A vida é uma aprendizagem diária. Afasto-me do caos e sigo um simples pensamento: Quanto mais simples, melhor!
Toda regra tem exceção. E se toda regra tem exceção, então,
esta regra também tem exceção e deve haver, perdida por aí,
uma regra absolutamente sem exceção.
O orçamento deve ser equilibrado, o Tesouro Público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada, e a ajuda a outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver às custas do Estado.
“A corrupção é natural na espécie humana.
A busca pela virtude é o seu esforço
em aproximar-se da sua raiz divina”.
Em geral, quanto mais um povo é civilizado, educado, menos os seus costumes são poéticos; tudo se atenua ao se tornar melhor.
A diferença entre uma democracia e uma ditadura consiste em que numa democracia se pode votar antes de obedecer às ordens.
Nem a arte nem a literatura têm de nos dar lições de moral. Somos nós que temos de nos salvar, e isso só é possível com uma postura de cidadania ética, ainda que isto possa soar antigo e anacrônico!
