Coleção pessoal de PrErivanJesus

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Quem encontra o Cristo vivo não consegue permanecer
em silêncio.

O crente nunca morre sozinho; ele morre "em
Cristo", unido Àquele que já atravessou o vale.

Seguir a Cristo frequentemente envolve carregar
cruzes que não escolhemos, mas que nos são
impostas pelas circunstâncias.

Para o Império Romano o Gólgota,
terminava a vida de quem desafiava César; para Deus, ali
começava a vida de todos os que creem.

A cruz, quando tocada, nunca
deixa o indivíduo em seu estado original.

Enquanto a
libertação do Egito era celebrada nos lares, a libertação
do pecado estava sendo executada nas ruas.

A pressa da injustiça
sempre revela o medo da verdade.

A cruz é um escândalo para o orgulho humano, mas é a única esperança para a alma quebrantada.

O amor de Deus não é um conceito abstrato ou platônico; é um amor encarnado e sofrido.

Onde Deus habita, ruínas se tornam testemunhos.

A cruz não apenas concede perdão, mas opera a reconciliação.

A cruz revela quem Deus é, quem o homem é e como a reconciliação é possível.

A ressurreição gera missão: quem encontra o Cristo vivo não consegue permanecer em silêncio.

A pedra já estava removida
não para que Jesus pudesse sair, mas para que as testemunhas pudessem entrar.

No silêncio do sepulcro, a morte estava sendo tragada pela vida.

A cruz não termina em fracasso, mas no cumprimento cabal de uma missão de resgate.

A cruz tem o poder de transformar discípulos secretos (como José e Nicodemos) em testemunhas públicas e corajosas.

A cruz revela a gravidade do pecado: se o preço foi a morte do Filho de Deus, o problema não era superficial.

O pecado não é uma questão leve; sua quitação exigiu o sangue do Justo.

A flagelação de Cristo revela simultaneamente quem Deus é (Santo e Amoroso) e quem nós somos (caídos e carentes de redenção).