Coleção pessoal de eraldocosta13

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⁠A vida me apresenta um dilema cruel,
Amar-te em segredo, ou renunciar ao meu amor.
O coração me implora, para que eu te abrace,
Mas a razão me adverte, sobre o preço a pagar.

⁠A saudade teima em me assombrar,
E a noite se torna um palco de angústia.
Em meus sonhos, te encontro, livre e radiante,
Mas ao despertar, a dor me invade, sem piedade.

⁠Dividir-te com outro, um tormento sem fim,
Um nó na garganta que me impede de respirar.
A cada sorriso que ele te dirige,
Uma punhalada em meu peito, que me faz sangrar.

⁠A tua beleza, um jardim florido,
Que eu contemplo
de longe, com saudade.
A tua voz, melodia
que me acalma.

⁠O amor que te dedico,
um segredo a ser mantido,
Um fardo pesado que
carrego em meu
coração.

⁠Ela, um anjo de luz, em braços alheios,
Um amor prometido, em juramentos antigos.
Eu, um pecador apaixonado, a ela me entrego.

⁠A noite chega, e com ela, a lembrança do teu rosto,
Do teu sorriso, do teu olhar, do teu amor.
E as lágrimas rolam, como um rio que não encontra o mar,
Um rio de saudade, de dor, de amor, de um amor à distância.

⁠E em meio a essa dor, a essa angústia, a essa solidão,
Só me resta a esperança, um fio tênue, que me mantém vivo.
A esperança de um dia te encontrar, de te ter em meus braços,
De sentir teu amor, de sentir que valeu a pena sofrer.

⁠Quero te tocar, te sentir, te ter em meus braços,
Quero ouvir tua voz, sentir teu cheiro, sentir teu amor.
Mas a distância me impede, me tortura, me mata.

⁠A noite, um manto fúnebre que me envolve,
Onde a escuridão me sufoca, e a solidão me consome.
As estrelas, frias e distantes, como os teus olhos,
Que me olham de longe, mas não podem me sentir, não podem me amar.

⁠O tempo, um rio que corre sem parar,
Levando as horas, os dias, os meses, os anos,
E me deixando cada vez mais distante de ti,
Mais perdido, mais triste, mais vazio.

⁠Teu olhar, um retrato desbotado, que me persegue em sonhos,
Um fantasma que me visita, mas não me toca, não me aquece.

⁠O amor à distância, um sofrimento sem fim,
Uma ferida aberta que sangra a cada instante,
Um desejo incontrolável, uma saudade que me consome,
Uma dor que me faz questionar o sentido de amar.

⁠A cada dia que passa, a saudade aumenta,
A dor se intensifica, a esperança diminui.
Será que um dia nos reencontraremos,
Ou essa distância será o nosso fim, a nossa tragédia?

⁠Quero sentir teu abraço, a tua presença,
Quero ouvir tua voz, sentir teu cheiro, sentir teu amor.
Mas a distância me impede, me tortura, me consome,
E me faz questionar se esse amor, tão forte, tão intenso, resistirá a essa prova.

A noite, um manto negro que me envolve,
Um palco para a solidão, onde a saudade se alimenta e se multiplica.
As estrelas, frias e distantes, como os teus olhos,
Que me olham de longe, mas não podem me tocar, me aquecer.⁠

⁠A saudade, um nó na garganta, que aperta e dói,
Um peso na alma, que me faz suspirar e chorar em silêncio.

⁠És a poesia que me faz escrever,
És a música que me faz cantar,
És a força que me faz lutar,
És o meu amor, a minha vida, a minha razão de ser.

Acho que nunca vou entender, mas não quero entender. Só quero ter você.

⁠Meu coração se parte ao pensar que um amor tão intenso e verdadeiro tenha se apagado com o tempo. Espero que você não precise da minha ausência para sentir a falta que me fará.