Coleção pessoal de eraldocosta13

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⁠O poeta, um eterno sonhador, perdido em um labirinto,
Onde a tristeza se instala, em cada canto do seu ser.
Em seus poemas, a tua imagem, um fantasma que o aflige,
Um amor impossível, que o condena a sofrer.

⁠A tinta da saudade, manchando as páginas com emoções,
Um grito silencioso, que a solidão jamais ouviu.

⁠A pena dança sobre o papel, tecendo um véu de ilusões,
Palavras que sussurram um amor que nunca existiu.

⁠Aprende a amar, a amar com a força da pedra,
Sem medo de ser ferido, sem medo de sofrer.
Aprende a ser forte, a ser um gigante de pedra,
Protegido contra o amor, que tanto te pode machucar.

⁠O gigante de pedra, esculpido pela dor,
Com cicatrizes profundas, marcas do amor perdido.
Mas, em cada fenda, a força se multiplica,
E a alma endurecida, se torna um escudo.

⁠O amor, um rio caudaloso,
Que pode inundar e destruir,
Mas o gigante de pedra, erguido sobre a dor,
Não se deixa levar pela correnteza.

⁠A solidão, um abismo negro e profundo,
Onde me afogo em lágrimas amargas,
Sem esperança de salvação, sem alívio para a dor.
A cada suspiro, um pedaço de mim se desfaz.

⁠A tristeza me veste, um manto de cinza,
As lágrimas silenciosas, que ninguém jamais viu.
No fundo do meu ser, a chama da esperança,
Que se apaga aos poucos, sob o peso do meu sofrimento.

⁠Ela, um sonho distante, um raio de sol,
Que dança em meus olhos, mas nunca me aquece.
Um jardim florido, onde eu não posso colher,
Um paraíso perdido, onde o meu amor não cresce.

⁠O amor, um fantasma que assombra a memória,
Um eco distante, que se dissolve no silêncio,
Deixando apenas o cheiro de um perfume perdido,
E a amargura de um beijo que jamais se repetirá.

A vida sem ti é um deserto árido e vazio, onde a esperança se esvai como o vento e a alma se estilhaça em mil pedaços.

O tempo parece se esticar eternamente, cada segundo uma agonia, cada hora uma tortura, cada dia uma eternidade sem ti.

O medo de nunca te tocar, de nunca sentir o calor do teu abraço, me consome como um fogo lento e implacável.

⁠O medo, um monstro que me devora,
De que o tempo nos separe para sempre.
A possibilidade de nunca te tocar,
De nunca saciar a sede que me consome.

⁠Em sonhos, te encontro, em beijos ardentes,
Mas o despertar é um grito de desespero.

⁠Dois corações que se amam, mas que jamais se tocarão,
Dois corações que se desejam, mas que jamais se encontrarão.

O amor proibido é como um pássaro que canta em gaiola dourada: belo, mas aprisionado.

Nossos corações são como dois rios que correm em direções opostas, mas que se encontram em um único mar de paixão.

Eu sinto uma necessidade incontrolável de proteger você, de cuidar de você, como se a nossa ligação fosse um pacto sagrado, selado em outras vidas.

A cada tentativa de me aproximar, meu coração se fecha como um punho. A frieza me protege, mas também me isola. Sou um iceberg, flutuando em um mar de solidão, condenado a uma existência gélida.