Coleção pessoal de pleite8

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# Algumas coisas são verdadeiras, acreditando nelas ou não.

Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor entre duas pessoas é maior do que a necessidade que elas têm uma pela outra.

Prefiro ter sentido seu cabelo uma vez, prefiro ter tocado sua mão uma vez, prefiro ter lhe beijado uma vez, do que passar a eternidade sem isso!

De que lhe adianta ter asas, se você não pode sentir o vento?

Quero alguém que sinta o toque da minha mão...

O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta.

A palavra foi dada ao homem para esconder o seu pensamento.

Podemos conhecer tudo, salvo a nós próprios.

Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia.

Quando fizeres algo nobre e belo e ninguém notar, não fique triste. Pois o sol toda manhã faz um lindo espetáculo e, no entanto, a maioria da plateia ainda dorme.

O que somos é o que fizemos do que fizeram de nós.

Dançar na chuva ou esconder-se da música?
No mundo atual não é difícil ser infeliz; o difícil é ser feliz! Acomodar-se na janelinha do tempo é uma boa maneira de viver com o que se tem lembrança e privar-se do que te espera. O medo de arriscar das pessoas talvez esteja mais dentro de si mesmas, tipo — “vestem os pobres, mas suas almas estão nuas”. Sabemos que a realidade estável é enganosa, e que o momento seguinte não é uma certeza. Se ainda assim a repetição for a escolha, não chore mais tarde se adquirir o rosto das tuas verdades.

E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.

Albert Camus, que com Nietzsche e Dostoiévski, formavam uma trindade de existencialistas (ou pré) que, estudantes, gostávamos de ler ou de dizer que líamos, nasceu no dia 7 de Novembro de 1913, um dia depois de Gandhi ter sido preso na África do Sul, quatro anos precisos antes de Lenine depor Kerenski, na Revolução que para o calendário ortodoxo (juliano) foi em Outubro.

Camus, no estudo da Filosofia/Teologia, era um existencialista aberto, não-cristão, ao contrário de Gabriel Marcel ou Karl Jaspers, mas representando um humanismo ateu dialogante, diferente do de Sartre.

A tese de doutoramento de Camus foi sobre Santo Agostinho. Nobel da Literatura em 1957 (três anos antes de morrer), escreveu “O estrangeiro”, “O mito de Sísifo. Ensaio sobre o absurdo”, “A peste”, “O homem revoltado”, entre outras obras.

Como isto anda tudo ligado, li ontem em “A Vertigem das Listas” (p. 309-310):


Eu lembro-me de que o protagonista de “O Estrangeiro” é Antoine (?) Meursault: foi frequentemente observado que ninguém se recorda do seu nome.

Você só descobre quem realmente é, quando é testado.
E você descobre quem pode ser, quando é testado.
A pessoa que você quer ser, existe.
No lado oposto de fé, crença e trabalho pesado.

Não caminhes na minha frente, eu posso não segui-lo. Não caminhe atrás de mim, eu não posso conduzi-lo. Apenas caminhe a meu lado e seja meu amigo.

Não há amor generoso senão aquele que se sabe ao mesmo tempo passageiro e singular

Albert Camus uma vez escreveu:
"abençoados os corações flexíveis, pois nunca serão partidos"
Mas eu penso comigo mesmo...
"Se não se partiram, não se curam.
E se não houver cura não há aprendizado...
E se não houver aprendizado, não há luta...
Então todos os corações precisam ser partidos?"

A adrenalina da ilusão faz sonhar.
A loucura da razão faz sorrir.
A efemeridade da paixão faz chorar.

Você sabe o que é o encanto? É ouvir um sim como resposta sem ter perguntado nada.