Coleção pessoal de testeteste123

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Aplaudamos, cidadãos! Eis o patriotismo do século XXI: salvar o Brasil estrangulando os seus trabalhadores. Como o nobre legislador não conseguiu vencer no voto, correu a Washington para pedir que o império nos cobrasse o pedágio. É uma virtude comovente: sacrificar as exportações da pátria no altar do rancor partidário. Quem precisa de inimigos externos quando a própria elite se encarrega de pedir o bombardeio econômico?"

Maria das Flores

Maria das flores, amiga que o céu me deu,
e que jamais me traiu.
Cúmplices em tantos momentos fomos,
até nas pequenas loucuras que só nós duas compreendíamos.
Talvez não fôssemos perfeitas,
mas nossos corações sempre souberam caminhar na mesma direção.

Ela possui uma sensibilidade rara.
Conversa com suas meninas, as plantas.
Cada uma tem um nome, uma história,
e parece florescer conforme o coração de quem se aproxima.

Maria guarda, no mais íntimo da alma,
algo que somente Deus é capaz de compreender.
Oh, Maria das flores,
as plantas também parecem ler o teu coração
e respondem em pétalas, cores e perfume.

Amiga rara, presente precioso de Deus,
flor que a vida escolheu plantar perto de mim.

Que o tempo jamais apague
a beleza da amizade sincera.
Há laços que não se explicam,
apenas florescem,
como um jardim cultivado com amor.

Autora: Márcia Reis Nazar
© Todos os direitos autorais reservados.

Samba Malicioso do Seu Moço e Seu Anjo


Ei seu moço, foi no privado, foto recém-chegada
O homem se assustou: "É a mãe do filho procurando a parada?"
Deu gargalhada, quebrou o gelo na hora
E ali nasceu o anjo que virou confidente e namoradeira


Ela cochichava: "Homem, larga essa mulher que te adoece"
Mas ele tava enfeitiçado, preso nesse vai e vem
Cego de paixão, surdo de conselho
E o anjo ali do lado, só observando de soslaio


Química virtual, conversa até de madrugada
Ela tímida por fora, mas por dentro era fogo e nada
Seu moço falava e ela ficava sem ar
Leoa querendo rugir, sem saber como mostrar


*Refrão*
Homem, por que me apresentas esse samba?
Entrou no ouvido e desceu pra alma
Cada segredo, cada risada
Ficou no passado, ardeu no presente
E o futuro... o destino deixou na garganta


Olha pro lado, vê a mulher de vermelho
Cheirosa, brinco de ouro, saia rodando no rebolado
É o sonho que você canta no samba
E passou no seu caminho querendo ser pecado


"Homem, cê não pensa mais nessa mulher não?"
O anjo provocava com voz de mel e pimenta
Entre confidência e desejo mal contido
O coração batia samba e o corpo pedia


Se a timidez deixasse, ela mostrava a fera
Se a coragem ajudasse, ele puxava ela pra roda
Mas ficaram só no quase, no entreolhar
No "se um dia" que o samba insiste em cantar


*Refrão Final*
Homem, por que me apresentas esse samba?
Entrou no ouvido e desceu pra alma
Cada segredo, cada risada
Ficou no passado, ardeu no presente
E o futuro... o destino deixou na garganta


Olha pro lado, vê a mulher de vermelho
Cheirosa, brinco de ouro, saia rodando no rebolado
É o sonho que você canta no samba
Ela esteve no seu caminho... querendo seu pecado.


*Autoria: Márcia Reis Nazar*
*Contato: marcianazar5@gmail.com*
*Data: 16/07/2026*
*© Todos os direitos reservados*

A memória


A memória é uma biblioteca curiosa.
Esquece datas, confunde nomes, mas guarda para sempre aquilo que nos transformou.
Nem tudo o que permanece continua vivo. Mas tudo o que nos muda permanece.

O Jazigo dos Vivos

Naquela família, os mortos pareciam descansar mais do que os vivos.

O velho jazigo de granito havia sido adquirido muitos anos antes por um homem prudente, quando ainda caminhava sozinho pela vida. Não o comprara por vaidade, mas porque acreditava que até o descanso final merecia dignidade.

O tempo passou. O homem encontrou o amor na maturidade e decidiu casar-se. Foi então que aquilo que sempre pertencera apenas à sua história passou, misteriosamente, a despertar o interesse daqueles que jamais haviam perguntado onde ele desejava repousar.

Vieram exigências disfarçadas de conselhos, mentiras vestidas de preocupação e ordens apresentadas como se fossem dever moral. Chegaram a afirmar que o próprio cemitério exigia a mudança da titularidade do jazigo. Bastou um telefonema para que a verdade surgisse inteira: ninguém havia feito qualquer exigência.

Mas aquela mentira era apenas uma entre tantas.

Muito antes do casamento, outro patrimônio havia sido inserido em uma estrutura societária criada sob o argumento de proteger os bens da família. A antiga casa da mãe permanecia registrada em nome de apenas um dos irmãos, enquanto participações eram distribuídas entre parentes como se a confiança pudesse substituir a justiça.

O único imóvel particular daquele homem também fora levado para dentro da mesma estrutura. O que lhe prometeram como proteção transformou-se em uma longa batalha para recuperar aquilo que sempre lhe pertenceu.

Depois do casamento, antigos sorrisos perderam a doçura. Pessoas que durante décadas se apresentaram como amigas revelaram um rosto desconhecido. O incômodo não era a união do casal. O verdadeiro desconforto surgia quando alguém deixava de aceitar o controle silencioso exercido durante tantos anos.

Há famílias que disputam terras.

Outras disputam casas.

Algumas, infelizmente, disputam até o lugar onde alguém um dia descansará em paz.

O mais triste, porém, não era a existência de um jazigo, de um imóvel ou de documentos. Era perceber que a ganância conseguira ocupar o espaço onde antes existiam afeto, confiança e respeito.

No fim, compreendeu-se que o mármore jamais sepulta a verdade. Ela permanece viva, esperando apenas o momento de emergir, desmascarando as mentiras construídas pela ambição.

Talvez o maior sepulcro não seja feito de pedra.

Talvez seja o coração de quem enterra o amor antes mesmo de sepultar os seus mortos.

© 2026 Márcia Reis Nazar
Todos os direitos reservados.

Em muitas famílias, o amor acaba sendo substituído pela conveniência. Não existe o mais amado, mas o mais conveniente

*Josemar e Márcia – Um Amor em Forma de Samba*


Quando o mestre-sala encontrou sua porta-bandeira, o tempo parou por um instante. Entre tantos caminhos percorridos, Deus escreveu um encontro que nem a distância, nem as tempestades da vida puderam apagar.


Josemar chegou trazendo a serenidade de quem conheceu muitas batalhas. Márcia trouxe a delicadeza de um coração que jamais desistiu de acreditar no amor.


E assim nasceu um romance. Não daqueles contados apenas em versos, mas vivido entre lágrimas, sorrisos, recomeços e promessas feitas diante de Deus.


Hoje, a avenida se veste de esperança.


Os tamborins anunciam que o amor venceu o medo. O surdo marca o compasso de dois corações que aprenderam a bater como um só.


*Refrão*


Ô meu amor, vem comigo desfilar,
Nos braços da esperança quero caminhar.
Josemar e Márcia, Deus abençoou,
Nosso samba é a canção que o céu eternizou.


Se a lua ilumina a nossa emoção,
O coração faz da vida um refrão.
Entre flores, sonhos e o amanhecer,
Vou te amar até o tempo esquecer.


Que passe a bateria, que brilhem as fantasias, que a avenida inteira testemunhe: o maior desfile não é o do carnaval, mas o de dois corações que escolheram caminhar juntos, fazendo do amor sua mais bela melodia.


Porque quando existe amor verdadeiro, cada dia é um novo carnaval, cada abraço é um desfile de emoções e cada olhar é um samba que jamais termina


Quando o mestre-sala encontrou sua porta-bandeira, o tempo parou por um instante. Entre tantos caminhos percorridos, Deus escreveu um encontro que nem a distância, nem as tempestades da vida puderam apagar.


Josemar chegou trazendo a serenidade de quem conheceu muitas batalhas. Márcia trouxe a delicadeza de um coração que jamais desistiu de acreditar no amor.


E assim nasceu um romance. Não daqueles contados apenas em versos, mas vivido entre lágrimas, sorrisos, recomeços e promessas feitas diante de Deus.


Hoje, a avenida se veste de esperança.


Os tamborins anunciam que o amor venceu o medo. O surdo marca o compasso de dois corações que aprenderam a bater como um só.


*Refrão*


Ô meu amor, vem comigo desfilar,
Nos braços da esperança quero caminhar.
Josemar e Márcia, Deus abençoou,
Nosso samba é a canção que o céu eternizou.


Se a lua ilumina a nossa emoção,
O coração faz da vida um refrão.
Entre flores, sonhos e o amanhecer,
Vou te amar até o tempo esquecer.


Que passe a bateria, que brilhem as fantasias, que a avenida inteira testemunhe: o maior desfile não é o do carnaval, mas o de dois corações que escolheram caminhar juntos, fazendo do amor sua mais bela melodia.


Porque quando existe amor verdadeiro, cada dia é um novo carnaval, cada abraço é um desfile de emoções e cada olhar é um samba que jamais termina.






*Autoria: Márcia Nazar*
*© Todos os direitos reservados*

O Altar Não é Palco
O Altar Não é Palco


Quando abrimos as Sagradas Escrituras, encontramos um princípio imutável: Cristo é o centro da Igreja. Toda honra, toda glória e todo louvor pertencem exclusivamente ao Senhor.


Entretanto, em muitos lugares, observa-se uma inversão preocupante. O altar, que deveria exaltar a cruz, por vezes passa a exaltar o homem. Antes mesmo de a Palavra ser anunciada, apresentam-se títulos, diplomas, graduações, cargos, currículos e conquistas. O mensageiro ocupa o lugar da mensagem, e a aparência parece valer mais do que a essência.


Jesus nunca precisou de um currículo para transformar vidas. Não foi um diploma que venceu a morte, mas o sacrifício da cruz. O Filho de Deus entregou-Se por amor, e isso foi suficiente para abrir o caminho da salvação.


A Bíblia continua declarando: "Importa que Ele cresça e que eu diminua." (João 3:30). A missão do servo nunca foi atrair os olhares para si, mas conduzir todos a Cristo.


É importante reconhecer que estudar, preparar-se e buscar conhecimento são atitudes valiosas. A própria Escritura incentiva o crescimento na sabedoria. O problema surge quando os títulos passam a ser usados como motivo de exaltação pessoal, quando a glória que pertence somente a Deus é desviada para homens.


A Palavra de Deus não mudou. O Evangelho permanece o mesmo. O que frequentemente muda é o coração humano, que continua lutando contra o orgulho, a vaidade e o desejo de reconhecimento.


O Senhor não procura celebridades religiosas. Procura servos fiéis, humildes e obedientes. Deus resiste aos soberbos, mas concede graça aos humildes (Tiago 4:6).


Que nossos púlpitos voltem a ser lugares onde Cristo seja anunciado acima de qualquer nome humano. Que o altar volte a ser altar, e não palco. Que a cruz seja suficiente. E que, ao final de cada culto, as pessoas não se lembrem da eloquência do pregador, mas saiam convencidas de que estiveram na presença do Deus Todo-Poderoso.


"Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém." (Romanos 11:36)

Podemos sonhar de olhos fechados (dormindo) quanto com os olhos abertos (acordado)...
Por que sonhos são desejos imaginários!

A importância de realizar algo bom e que goste vai além.


Tendo vontades, haverá mais e melhores feitorias, garantindo escudos, integridades e satisfações, logo, silêncio e calma.

Nada de efêmero há,
no verdadeiro amor

Gosto- te tanto que o palpitar do meu coração
esfalece toda a minha energia, na ânsia de encontrar- te. Quando a vejo, ele volta vagarosamente em seu compasso normal.

Ao aproximar- te, um zumbido sustenido
rompe o meu tímpano, levando- te contigo, a minha audição, e numa surdez indesejada, o mais dócil boquiaberta,
Vê de passagem a sua amada.
O suspiro de alívio,
Junto ao êxtase da felicidade: Eu a vi,
E ela também!

180726II

Um caminho desbravado em terreno inóspito sempre se torna uma via para os próximos.

A vida não é acaso descoberto, é casualidade a ser desvendada.


Hermenêutica da vida.

Nascidas do segredo das pedras que desandaram em deuses, as Grutas de Ellora provam que a eternidade não se constrói erguendo tijolos, mas esculpindo montanhas.
Reno Fioraso

Sua carne não se preocupa com a eternidade, porque ela não irá para lá com você.


Quem viver apenas para satisfazer a carne perderá de vista aquilo que realmente é eterno.

Onde o mapa desiste, a alma encontra sua verdadeira margem: em Ultima Thule, o fim do mundo é apenas o começo de quem busca o improvável.
Reno Fioraso

ELA É SANTA
Santo não sou não, moço!Sou cabra da peste
Faço nenhum mal
Eu sou filho da terra.
Venho das bandas do norte Nestas terras encontrei
A mulher que sempre sonhei
Viver com ela até a morte
Ela conhece meus defeitos
Seu beijo tem gosto de mel Faz amor do meu jeito
Com ela moro no céu
Santa ela é seu moço
Que me faz sentir tão amado
Nos braços dela eu sou
Como bicho domesticado!!!
JOÃO BATISTA BARBOSA

CORAÇÃO QUE CHORA!
A lua me disse para não sofrer
Pois temia que desse jeito Eu dela pudesse esquecer
Depois, cheia de encantos me seduziu
Levando-me a caminhos tão claros e belos
A lua falou baixinho nos meus ouvidos
Que não ligasse que por vezes não pudesse vê-la
Ela estava sondando novos espaços
Para ressurgir cada vez com um novo brilho
Ela me falou, que por ironia
Em certos instantes se mostrava minguante
Como a desejar esconder-se em partes
Para que eu assim encontrasse nela
Mistérios e não pecaminosos segredos
A lua fez meu rosto pratear sua beleza
E pude sentir seu intenso desejo
Com o meu espírito em chamas
A lua falou de todo seu amor por mim
E eu falei pra lua de todo meu amor por ela.
João Batista Barbosa

“Todo sonho ganha vida quando deixa de morar na esperança e passa a habitar nossas atitudes.” Os`Cálmi

"Dinheiro gosta de felicidade, primeiro seja feliz com a vida que tem e logo o dinheiro vem."