Coleção pessoal de testeteste123
Há uma necessidade em determinados momentos de dilatarmos a nossa boca e pregarmos contra o erro!
Pois, se nos omitirmos por covardia, o erro será perseverante e prosperará!
Os tiranos com a guerra derramam dor e sague, mas o artista derrama as tintas para promover a paz e a vida.
Parece que a poesia só nasce quando a gente tá com o peito apertado. A briga corta, machuca, e depois vira verso. É quase como se a tristeza fosse matéria-prima.
Mas olha... poeta também escreve coisa linda com paz. Com café na mesa, com riso bobo, com "por nós". Não precisa sempre sangrar pra rimar.
A briga dá verso bonito porque escancara o que a gente sente.
O amor calmo dá verso bonito porque mostra por que vale a pena ficar.
(Saul Beleza)
"A morte nunca me ensinou a desistir da vida. Ela me ensinou a não desperdiçá-la. Desde então, compreendi que viver não é apenas respirar, mas amar, servir e deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos."
— Fabinho Martins
*É por nós que canto.*
Quando a noite cai e o mundo silencia,
meu peito encontra um motivo pra ser melodia.
Não é acaso, não é sorte, não é dia qualquer —
*é por você que canto*, é por nós dois pra sempre.
E se um dia o vento levar minha voz,
que ela volte no eco e diga: somos nós.
Porque amar é isso, dividir a canção,
e fazer de um "eu" bonito, em um "nós" em oração.
(Saul Beleza)
É ali na tempestade que a palavra sai mais crua, Sem filtro.
O peito aperta, a cabeça ferve, e de repente vira verso pra não virar grito.
Na tempestade a gente escreve com a alma na mão.
Cada raio ilumina uma coisa que estava escondida,
cada trovão arranca uma verdade que no silêncio ficava calada.
Só precisamos tomar cuidado.
Poeta também precisa de porto seguro.
Porque se for só tempestade, uma hora a gente afunda.
(Saul Beleza)
Quem aprende a viver lembrando que a vida é passageira descobre que o mais importante não é quanto tempo temos, mas o que fazemos com o tempo que nos foi dado.
— Fabinho Martins
A arte é um elemento primordial para a religião e ao mesmo tempo para fazer entender o mundo espiritual.
Próxima obviedade
(Mauro A Evaristo)
Alguns, diversos, poucos, muitos, vários
Não significa que sejam todos
E interpretar fora do eixo feito louco
Poderia ser resolvido com dicionário.
Cada época tem suas necessidades,
Cada era tem seu peso e valor
Agora, acorde, desperte, faça o favor
Não veja tudo pela próxima obviedade.
Você tem um privilégio neste trafegar
Que muitos abrem mão de aprimorar
O que se identifica neste viver
Que é a oportunidade de estudar
Lição diária dada para aprender
Que existe poder infinito em você.
feradapoesia.blogspot.com
