Coleção pessoal de testeteste123

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Não é só uma frase. É parte de mim. Se tocou seu coração, não apague o nome de quem a escreveu.


Janice F. Rocha

Tem gente que se encanta tanto com as palavras dos outros… que esquece de dar o devido crédito a quem as escreveu.


Janice F. Rocha

Frases têm dono. Sentimentos, também. Usar sem nome é vestir alma alheia como se fosse sua.

Janice F. Rocha

Decepcionado


Infelizmente
Você vacilou
Levou a minha paciência
A alegria, a confiança


Não tenho tempo
Para perder mais
Mas fui dedicado
Bem abnegado


Você quebrou
A nossa relação
Não basta só a atração


Minha palavra é um contrato
E um aperto de mão
Você não tem isso não


02 de Agosto de 2025, 12:47 pm
Autor Edinho (Edson Cerqueira Felix)

"O canibalismo era o comportamento padrão entre nossos ancestrais. O elo perdido se perdeu porque o comemos."

É Agosto
o mês do Senhor da Terra
SILÊNCIO!


Ele vem coberto de palha
pisando firme o chão
do mistério.


É Omulú
aquele que cura
com as mãos
que também sepultam.


Orixá da beira da vida
do fim
e do renascer.


Dono dos segredos
do corpo
e do destino
dos homens.


A ele, Respeito!
A ele, Silêncio!
Pois onde ele passa,
a doença se curva
e a morte se cala.


Atotô! Omulú!
Pai dos humildes
Senhor dos esquecidos
habita as encruzilhadas da dor
e os recônditos da esperança.


Teu corpo é palha
mas tua essência é chama
que queima as pestes
e aquece os frios da alma.


Teus passos
não fazem alarde
mas transformam
caminhos.


Com teu ibiri
varres o mal
e planta
o renascimento.


És velho
mas és
o começo.


És temido
mas
és abrigo.


Teu silêncio fala
onde nenhum homem
ousa gritar.


No mês de Agosto
a Terra sussurra
o teu nome
Omulú!
És o Rei da Terra!
SILÊNCIO!


E a cura desce
com o mesmo
peso da eternidade.


Atotô! Omulú!
Silêncio sagrado
se faz presente.


A Terra respira
em teu compasso
e sob teus pés
florescem os destinos
entre a morte
e o milagre da vida.


Que a tua palha
nos cubra
que teu axé
nos cure
que teu silêncio
nos ensine.


Salve o Senhor da Terra!
Salve Omulú!
Atotô!!!


Sou filha Dele
o Senhor da Terra
e do Silêncio
Atotô meu Pai!


Trago no peito
a palha
e na alma
o segredo
dos que curam
com o olhar
e sepultam
com o tempo.


Sou feita
de chão sagrado
de cicatriz e poeira
de passos
lentos e firmes
sobre a linha
da vida inteira.


Ele me ensinou
o mistério
de calar para ouvir
e de morrer
um pouco
para poder
ressurgir.


Atotô! Meu Pai Omulú!
Meu Pai
de palmas fechadas
recolho tua força
no escuro
e danço na tua luz velada.


Me ponho em silêncio
e gratidão
diante da tua proteção.


Atotô!!! Meu Pai!


✍©️@MiriamDaCosta

Para um mal extremo... um extremo remédio!


As Nações com bases democráticas
deveriam criar coragem
para isolar os #EUA
até que Trump desapareça
do cenário presidencial...
O mundo pode sobreviver sem os #USA
de #DonaldTrump.
Mas... esse discurso de coragem é muito grande para líderes mundiais tão pequenos nas suas hipocrisias e cinismos... infelizmente!
✍©️@MiriamDaCosta

Hoje acordei com vontade
de pegar o meu barco
e navegar...


Chegando na praia
lembrei que eu só tenho
um barquinho de papel...


Peguei a minha caneta
e começei a remar
no meu batel...


E fui singrando as águas
do que mora em mim
marés de memórias
ventos de saudades
maresia de inspiração
sem fim...


Cada verso
uma onda
cada pausa
um farol
e o sol
se fez verso
no meu
papel batel...


Remando com a caneta
furei as veias do papel
meu barquinho
sangrava versos
mas seguia
( teimoso)
no vendaval
das entranhas...


Não era mar
era voragem
não era água
era o meu
lirismo aflorado...


E mesmo assim
fiz da luta
o leme
das cicatrizes
o casco
e avancei
porque naufragar
também é escrever...


E quando enfim
meu barquinho
afundou
no silêncio
mais profundo
de mim
descobri
não era o fim
era o começo
do poema
que eu suei
para existir...


@MiriamDaCosta

Os valentões escondem
uma profunda
covardia existencial.


✍©️@MiriamDaCosta

O que eu sou?!?!?!


Sou a única estrela de um céu estrelado que não brilhou...
Sou a única flor de um jardim florido que murchou...
Sou a única palavra de um poema que não rimou...


Sou a mulher que nunca beijou...
O homem que nunca amou...
A esposa que nunca engravidou...
O sonho que não se realizou...


O que eu sou????


Sou o único erro em uma centena de acertos...
Sou o único idoso que dançou...
A única gestante que rebolou...
A esperança que restou...


Sou o único defeito, o único erro...
O que estragou — é o que sou...


Sou a poesia não terminada...
A fantasia não realizada...
A matéria que não passei...
A roupa que não usei...
A louça que não lavei...
A planta que não plantei...


De tudo...
Sou o que não sei...


Não é desabafo, nem depressão...
É como nos veem...
É a nossa impressão...
Somos o lado ruim da questão...


O que fazemos de bom, de perfeito — ninguém vê...


Vamos olhar o céu estrelado...
Vamos agradecer pelo jardim florido...
Pelo que no poema foi dito...


Temos que aprender a falar de coisas boas,
A elogiar,
A dizer o quanto amamos...


Que tipo de pessoa só enxerga a perfeição?
Que diminui o outro por puro prazer?!
E não pelo tanto que cada um tem a oferecer...?!


Sou mais que a estrela que não brilhou...
Sou mais do que a flor que murchou...
Sou mais... sou mais...


E sei o meu valor.

Quando defendemos a liberdade de expressão dos outros, estamos defendendo a nossa própria.

Às vezes nem nós mesmos reconhecemos quem nos olha de volta na frente de um espelho.

Perto, mas tão longe…”



Hoje eu caminhei entre sonhos e cicatrizes.

Passei pela loja que sempre desejei, aquela que representava conquistas, planos, um futuro que imaginei tantas vezes. Mas ao invés de esperança, senti um nó no peito.



Talvez porque o que mais doeu hoje… não foi o que ainda não conquistei.

Foi ver você ali, tão perto e ainda assim tão distante.

Você, Lúciana.

Estava no salão ao lado, como se o destino quisesse me testar, me lembrar do quanto ainda te amo.



A pior dor não é a ausência.

É a presença que não se pode tocar.

É estar a poucos passos de quem você mais queria abraçar, e não poder.

É ver o amor da sua vida, e ter que fingir que o coração não grita por dentro.



Engoli o choro. Engoli o tempo. Engoli os dias que já não voltam.

Mas dentro de mim, algo continua de pé.

Porque mesmo em ruínas, eu não deixo de ser casa.

Mesmo em dor, eu não deixo de ser amor.



E se hoje me senti no fundo do poço, amanhã eu subo um degrau.

E depois mais um.

Até que eu veja de novo a luz — não nos olhos de alguém, mas nos meus próprios.



Porque por mais que tudo em mim clame por você, eu sei:

eu mereço ser feliz.

Com ou sem você.

A renúncia é ponte sutil entre a indulgência e a clemência, conduzindo a alma humana aos novos tempos, onde o aprendizado floresce em caminhos ainda não trilhados.

Se tentarem te desanimar, não pare. Segue na tua caminhada.

Fome de teus lábios




Tenho fome de teus lábios,

sede ardente do teu ser.

Algo em mim chama teu nome,

num sussurro a me dizer…




Quero ser tua morada,

teu abraço ao entardecer.

Ser o vento em tua pele,

seu desejo sem porquê.




Sente…




Sente a brisa em meus dedos,

o carinho a te envolver.

Cada olhar, um segredo,

cada toque, um bem-querer.




Tenho tantos desejos…

Uns puros, outros um gracejo,

uns de cama, outros de beijos.

Que vida amarga sem tê-los!




Moça…




Dá-me apenas uma chance.

Sou de erros, sou de acertos,

mas se há algo que eu sei,

é que esse amor é tão certeiro.




Já me perdi, já voltei,

mas quando te vejo, eu sei:

há paixões que o tempo não apaga,

há histórias que não têm adeus…




E se é amor,

ele sempre renasce.

Ele é sempre meu e seu.




Lucas Strochinski

Vinte e Dois de Lucas

(Ou: Minha Última Canção Desesperada)

A noite está andando.
E com ela, tudo vai cessando.
Mais um dia, mais um ciclo,
mais um momento em que —
como sempre —
eu ainda te procuro.

Te procuro como quem espera,
em noite minguante, uma lua cheia.

Não te escrevo com raiva,
nem com aquela febre romântica dos meus 16.
Te escrevo como quem ainda olha pro lado esquerdo da cama
e tenta aceitar que ali não esteve ninguém —
e talvez nunca tenha havido.

Já passou o tempo em que eu esperava te ver por aí.
Mas mesmo assim, às vezes, ainda imagino:

Você, sentada num bar qualquer,
conversando com uma amiga...
ou, quem sabe, rindo com algum desgraçado
que me faria querer dar um soco na barriga,
como se isso fosse me trazer você de volta.
(Mas que ilusão essa minha...)

Às vezes te imagino triste,
com os olhos cheios de mim —
mas sei que isso é mentira bonita,
pra não admitir que fui o único a não ter fim.

A verdade é que nós de agora
já não somos os de antes.
E os de antes… já não voltam a ser os de agora.

O tempo passou, e com ele passou você.
Passaram também meus versos dramáticos,
meus discursos sobre destino,
meus pedidos pro universo te trazer de volta
em alguma manhã chuvosa de domingo.

Hoje, te escrevo menos por saudade,
e mais por hábito.

Talvez seja esse o meu jeito de dizer adeus:
escrevendo até secar.

Mas… quando seca?
Sinceramente — não sei.

Não é mais paixão.
É só memória cansada de se repetir.

Por isso, encerro aqui
os Vinte e Dois de Lucas —
o meu "Neruda de fim de curso",
o meu testamento piegas,
o meu lamento que virou rotina.

E prometo (pela milésima vez):
não vou mais te escrever.
Mas se eu voltar,
é só porque doeu de novo.

"Assim como o Fruto do Espírito expressa o caráter do Cristão, as Bem-Aventuranças são os atributos dos cidadãos do Reino dos Céus".

A força que habita em mim rejeita tua ausência,
que assola minha alma mesmo em seu melhor momento.
A falta que você faz é imensa
nenhum vazio se preenche com silêncio na tua presença.

"A verdadeira felicidade não está nas coisas que vemos ou possuímos. Ela não é um resultado do que somos, mas um presente da graça de Deus que recebemos pela fé, não é merecimento é resultado".