Coleção pessoal de testeteste123
Escolher o errado sempre será a forma mais fácil de decidir, mas, jamais será a melhor forma de decidir.
Entre Palavras e Ventos -Gêmeos
Gêmeos nasce com dois rostos,
duas almas num só corpo leve,
feito vento que muda de rumo
mas nunca esquece o que escreve.
É verbo, é riso, é pensamento,
é curiosidade em movimento,
mente ágil, sempre alerta,
porta aberta a todo momento.
Virtudes pulsam sem descanso:
inteligente, comunicador,
versátil como poucos sabem,
leva conversa onde for.
É criativo, entusiasmado,
tem sede por aprender,
com olhos que brilham fácil
ao ver o mundo acontecer.
Mas também traz seus espinhos
instável, disperso, inquieto,
seu afeto pode ser brisa
ou sumir no próximo teto.
Inconstante no sentir,
impreciso no prometer,
às vezes fala demais
sem pensar no que dizer.
Foge do tédio como da dor,
pode parecer sem direção,
vive em mil mundos ao mesmo tempo,
mas nem sempre cabe em um coração.
Gêmeos: alma em dualidade,
magia feita de contradição.
Encanta, confunde, provoca
é poema em construção.
Entre Sombras e Estrelas -Escorpião
Nasce sob véu de mistério,
o filho da água profunda,
com olhar que invade a alma
e silêncio que tudo inunda.
Escorpião, de fogo frio,
intenso como mar em fúria,
é amor que arde em segredo,
é vingança vestida de ternura.
Virtudes brotam em seu peito:
lealdade que não se quebra,
coragem que enfrenta abismos,
intuição que nunca erra.
Ama com força desmedida,
protege como leão em guarda,
é amigo de palavra rara,
mas quando entrega, é espada.
Porém, carrega defeitos —
ciúmes que cortam como navalha,
orgulho que não se curva,
desconfiança que não falha.
Rancores guardados a sete chaves,
como veneno de serpente,
e o dom de ferir com verdades
que ninguém diz de repente.
É intenso, é contraditório,
é cura e também veneno,
é silêncio que grita alto,
é doce e é obsceno.
Escorpião: signo de extremos,
de luz e sombra entrelaçados.
Ama fundo, odeia forte —
mas jamais passa despercebido.
Pedra e Cume — Capricórnio
És trilha que não teme a subida,
Olhar fixo no topo, passo firme na rocha.
Tens a paciência como guia,
E a disciplina como fiel companheira.
Constróis sonhos com tijolos de realidade,
Sabes que o tempo é aliado, não inimigo.
És leal ao que prometes,
E raro quem consegue derrubar tua determinação.
Mas… oh, Capricórnio, o peso do dever
Às vezes te prende mais que te protege.
Tua seriedade ergue muros altos,
E teu silêncio deixa desertos no caminho.
A prudência que te salva
Também pode te roubar o voo.
E na ânsia de manter o controle,
Esqueces que a vida também é improviso.
És rocha que sustenta,
E penhasco que impõe respeito.
Virtude e defeito se moldam em ti,
Na escalada eterna de ser Capricórnio.
Entre o Céu e o Relâmpago — Aquário
És vento que anuncia mudança,
Olhos que veem além do horizonte.
Tens na mente um mapa de futuros,
E no coração, o desejo de libertar.
Tua originalidade é chama rara,
Teu pensamento, ponte sobre abismos.
Sabes unir pessoas em ideais,
E abrir portas onde só havia muros.
Mas… oh, Aquário, o voo alto também isola.
A liberdade que pregas
Às vezes é distância disfarçada.
Teu desapego liberta e fere,
E tua frieza corta como lâmina fina.
Tua rebeldia é motor e labirinto,
Pois nem sempre sabes contra o quê lutar.
E o desejo de ser único
Pode te afastar de quem só quer te entender.
És raio que ilumina a noite,
E também nuvem que some no mesmo instante.
Virtude e defeito dançam em ti,
No ar inquieto de ser Aquário.
Entre a Régua e o Jardim — Virgem
És mão paciente que organiza o caos,
Olhar atento que vê o detalhe invisível.
Tens a lógica como bússola,
E o cuidado como linguagem secreta.
Teu trabalho é minucioso,
Tua palavra, medida com exatidão.
Sabes servir com humildade,
E tornar o mundo mais leve pela ordem.
Mas… oh, Virgem, o zelo que salva também sufoca.
A crítica que constrói
Às vezes se veste de exigência.
E o desejo de perfeição
Pode te prender no rascunho eterno.
Tuas listas e planos são faróis,
Mas podem virar correntes.
E, no medo de errar,
Podes esquecer de simplesmente viver.
És terra fértil que acolhe sementes,
E também campo que repele o improviso.
Virtude e defeito se encontram em ti,
No traço preciso de ser Virgem.
Sol e Sombra — Leão
És fogo dourado ao nascer do dia,
Presença que ilumina qualquer sala.
Tens no peito a coragem dos reis,
E nas mãos, o gesto generoso que acolhe.
Teu entusiasmo é chama que inspira,
Tua lealdade, muralha contra a tempestade.
Sabes liderar sem pedir licença,
E transformar o comum em espetáculo.
Mas… oh, Leão, o mesmo sol que aquece também cega.
Teu orgulho é coroa e armadura,
E às vezes teu rugido ecoa mais que a escuta.
O aplauso que te alimenta
Pode virar fome sem fim.
A vaidade pinta teu retrato
Com tintas que nem sempre são tuas.
E a sede de ser centro
Às vezes te afasta da constelação ao redor.
És luz radiante e sombra projetada,
Coração aberto e ego atento.
Virtude e defeito, tão juntos,
No reinado intenso de ser Leão.
Pedra e Cume — Capricórnio
És montanha que não teme o inverno,
Passo firme sobre pedras incertas.
Tens nos olhos o horizonte distante,
E nos ombros, a paciência do tempo.
Teu trabalho é ponte que não cede,
Tua ambição, fogo sob o gelo.
Sabes construir com mãos seguras,
E transformar sonho em obra concreta.
Mas… oh, Capricórnio, o peso da meta
Às vezes te rouba o sol da jornada.
Tua seriedade ergue muralhas,
E teu silêncio, desertos à volta.
A prudência que te protege
Também pode te prender no mesmo chão.
E teu apego à ordem
Por vezes engessa o voo.
És rocha que sustenta e protege,
Mas também penhasco que assusta.
Virtude e defeito se esculpem em ti,
Na ascensão sem fim de ser Capricórnio.
Entre o Prumo e o Vento — Libra
És balança que busca harmonia,
O olhar que encontra beleza no caos.
Tens a diplomacia como segunda pele,
E a gentileza como primeira palavra.
Teu charme é ponte entre mundos,
Tuas palavras, fios de seda que unem.
Sabes ouvir, sabes acolher,
E fazer do convívio uma dança leve.
Mas… oh, Libra, o peso das escolhas te prende.
Entre um sim e um não, constróis castelos de dúvida.
Teu desejo de agradar a todos
Às vezes apaga a tua própria voz.
És mestre em ver os dois lados,
Mas o excesso de espelhos te confunde.
E, na ânsia de evitar conflito,
Podes deixar verdades adormecidas demais.
És vento suave e ar rarefeito,
Equilíbrio e oscilação no mesmo passo.
Virtude e defeito, tão próximos,
Na eterna dança de ser Libra.
Entre Sonho e Maré — Peixes
És rio que corre para todos os mares,
Alma aberta a cada horizonte.
Teu coração é bússola de sentimentos,
E tua empatia, remédio que cura feridas invisíveis.
Sabes ver beleza no que outros ignoram,
Transformar dor em poesia,
E abraçar até o que não é teu,
Porque teu amor não conhece fronteiras.
Mas… oh, Peixes, no mesmo oceano que te eleva,
Também te perdes nas profundezas.
Tua sensibilidade, que ilumina,
Pode virar neblina que te cega.
A fuga te chama com doces cantos,
E às vezes, tu corres antes da onda bater.
Teu idealismo é farol e ilusão,
E tua entrega, salvação ou naufrágio.
És água que molda e se molda,
Sonho que dança na superfície e no fundo.
Virtude e defeito, tão líquidos e inseparáveis,
No eterno fluxo de ser Peixes.
Chama e Centelha — Áries
És o primeiro passo, o grito que inaugura,
O clarão que rompe a madrugada.
Tens no olhar a coragem dos que não hesitam,
E no peito, o motor que nunca apaga.
Teu entusiasmo é contagiante,
Transforma rotina em aventura.
Sabes abrir portas com a força do ímpeto,
E viver como se o tempo fosse agora.
Mas… oh, Áries, o fogo que aquece também queima.
Teu impulso constrói, mas pode derrubar.
A pressa te leva ao topo —
E às vezes ao chão, no mesmo fôlego.
Teu orgulho é armadura e peso,
Tua franqueza, flecha sem mira.
A paciência? Essa, tu conheces de nome,
Mas raramente convidas pra ficar.
És faísca, és labareda, és amanhecer,
Tão rápido quanto o vento que muda.
Virtude e defeito correm juntos em ti,
No fogo indomado que é ser Áries.
Maré de Lua — Câncer
És mar sereno e tempestade súbita,
Um coração que pulsa em ondas.
Tens no peito uma casa inteira,
Onde todos cabem — e ninguém quer sair.
Teu cuidado é remédio e abrigo,
Sabes sentir até o silêncio.
A intuição te guia como farol,
E teu amor é mar que nunca seca.
Mas… oh, Câncer, quando o medo morde,
Recolhes-te ao casco, frio e distante.
A mesma água que acalenta, afoga;
A mesma lua que encanta, oscila.
Guardas lembranças como tesouros,
Mas às vezes são âncoras que pesam.
Teu apego é calor e prisão,
E teu drama… ah, esse, enche o oceano.
És sensível, mas também forte;
Choras, mas segues nadando.
Virtude e defeito dançam contigo,
No vai e vem eterno da maré de Câncer.
Entre flores e tempestades — Touro
Teimoso como raiz que não se solta da terra,
Firme como o tronco que encara o vento.
No teu peito mora a calma do campo,
Mas também a força bruta da enxurrada.
Tens o dom da paciência — regas os sonhos devagar,
Colhes frutos doces porque soubes-te esperar.
És leal, és chão, és porto seguro,
Abraço que aquece e não solta fácil.
Mas… oh, Touro, quando decides não ceder,
O mundo pode gritar — e tu, seguirás mudo.
A mesma força que constrói, pode prender;
A mesma vontade de proteger, sufoca.
Amas o belo — aromas, sabores, toques,
Vives a vida como banquete eterno.
Mas às vezes te perdes no excesso,
Guardando o que já não cabe nas mãos.
És terra fértil, mas não és pedra imóvel:
Dentro de ti, um jardim floresce e luta.
Virtude e defeito, tão juntos, tão teus,
E é nesse contraste que Touro é… Touro.
Não vou repetir o que você já sabe, nem explicar o que aconteceu onde não houve clareza de entendimento.
As amarras prendem aqueles que preferem permanecer amordaçados, mesmo conhecendo e vivendo a verdade.
Por esse sacrifício de indecisão, ou por compactuar com o vai ou não vai, não carregarei nenhum fardo que possa atrasar a espera por mim mesmo.
A democracia talvez NUNCA tenha nascido. Está num laboratório sendo sabotada por algumas famílias que manipulam e comandam tudo em beneficio próprio: os Rothschild, os Rockefeller, os Soros, os Gates e outras.
Preciso parar e refletir antes de conversar contigo.
Não me negue este momento de falar.
Pense fundo respire e vem por favor
Ouça meu bem.
A vida é feita de tantas coisas, ilusões e fantasias habitam nossos corações.
Ela passa e não volta.
Por isso, por favor ouça este amor.
Meu amor por ti é verdadeiro, não fiz promessas para merecê-lo, nasci para te amar.
Rainha da minha vida, escuta a declaração do meu coração.
A Democracia talvez NUNCA tenha nascido. Está num laboratório sendo sabotada por algumas famílias que comandam tudo: os Rothschild, os Rockefeller, os Soros, os Gates e outras.
Hoje sei que poderíamos ter sido extraordinários.
Mas talvez, só talvez, o extraordinário esteja em ter vivido o que jamais aconteceu.
