Coleção pessoal de testeteste123
Dos labirintos da mente,
sombrio, o vazio se sente.
Longos os passos da noite,
distante, o caminho ao longe.
Nisso, em campo do desconhecido,
minh'alma não desvia do esquecido.
Lá, onde o silêncio ecoa,
a voz do tempo que voa.
Não há pressa, nem saudade,
nem há prisões da vaidade.
De um eco em terra de ninguém,
a sombra do hoje que se tem.
Mero Pensador...
Dos labirintos da mente,
sombrio, o vazio se sente.
Longos os passos da noite,
distante, o caminho ao longe.
Nisso, em campo do desconhecido,
minh'alma não desvia do esquecido.
O batom
O seu batom que mora em minha língua acorda com o amanhecer do dia, lidera as premissas do seu embelezamento, todas as manhãs os teus lábios lambem, os faz loucos e cativantes, e espanta as dúvidas do teu sucesso.
Cuidado com o que você assiste, pois a nossa liberdade corre risco, porém as orações de uma nação são maiores que um reino no qual não restarão pedaços do seu desolado trono.
Antes de tomar decisões, Jesus é o Rei que está num trono maior do que o de Davi.
Oi, na sua casa tem um aparelho ligado transmitindo notícias falsas?
Você já ouviu sobre o direito da liberdade de expressão para sociedade? É disso que estou falando em relação ao perigo que uma falsa notícia feita pela imprensa causa à democracia.
Arquitetura de um Amor que Nunca Existiu
A dor nasce onde o silêncio é mais profundo
não como um grito, mas como um eco que nunca encontra paredes
e se espalha pelo corpo como uma febre que não arde
mas consome
um amor que nunca existiu
e ainda assim
me afoga.
No espaço vazio entre dois olhares que nunca se cruzaram
existe um universo colapsado em si mesmo
um peso invisível que prende os pulmões
e torna cada respiração um ato de resistência
eu bebo a ausência como quem bebe veneno
sabendo que é a única água que resta
e o gosto é de eternidade amarga.
A solidão é um animal faminto que dorme ao meu lado
sonha com pedaços do que sou
e acorda todos os dias para me devorar um pouco mais
há noites em que o teto é um céu sem estrelas
e mesmo assim olho para cima
como se pudesse ver teu rosto nas sombras
como se o impossível fosse apenas uma questão de fé
como se amar fosse um crime que escolhi cometer.
E quando penso que a dor não pode mais crescer
ela encontra um novo nome para si
e o chama de saudade do que nunca foi
saudade que constrói ruínas no meu peito
ruínas que cortam os pés de quem tenta atravessá-las
ruínas que ainda ardem como se o incêndio fosse ontem
e que me obrigam a morar no meio dos escombros.
O tempo passa e não traz alívio
apenas organiza a dor em camadas
cada lembrança inventada repousa sobre outra
como tijolos de uma casa que nunca existiu
e mesmo assim é minha morada
um abrigo de vento e sombra
onde minha pele é mapa
e cada veia um caminho que leva de volta à falta.
Há dias em que não sei se amo a ausência ou o que ela representa
se é você ou a ideia de você que me mantém vivo
porque até o vazio tem forma quando se insiste nele
até o nada pode ser abraçado se a noite for longa o bastante
e na arquitetura desse amor inexistente
sou ao mesmo tempo construtor e ruína
prisioneiro e guardião
morto e sobrevivente.
A Páscoa é o dia em que Jesus derramou graça aos povos, livrando com seu sangue os mais miseráveis.
Tornando livres os escravos e dando moradas aos peregrinos.
Pois fomos por Ele salvos e libertos do pecado, para resplandecer em luz as verdades da sua misericórdia.
Cristo trouxe a glória ao mundo e vida aos povos!
O Senhor não perde batalhas, e se Ele luta por você, a vitória é questão de tempo.
O inimigo pode até tentar atrasar, mas não pode impedir.
O que Deus prometeu já está decretado no céu.
E o que está decretado no céu, nada pode apagar na terra.
A fé não é ausência de perguntas, é presença de confiança.
Mesmo sem entender, você se entrega.
Mesmo sem ver, você acredita.
E, no tempo certo, o que parecia silêncio vira resposta clara como o sol ao meio-dia.
Deus não constrói promessas sobre areia.
Se o processo é demorado, é porque os alicerces estão sendo feitos para durar.
O que vem d’Ele não desmorona, não se perde, não se apaga.
Espere firme — o que está chegando é sólido como a rocha.
Não é o tamanho da tempestade que define o seu destino,
mas o tamanho da mão que te segura dentro dela.
O Deus que acalma os mares é o mesmo que acalma o seu coração.
E, quando Ele fala “Paz”, o vento aprende a obedecer.
Quando a noite parece longa demais, lembre-se: Deus já escreveu o amanhecer.
A escuridão não é o fim, é apenas o intervalo antes da luz.
A esperança floresce até no solo mais seco.
Apenas confie — o dia novo já vem ao seu encontro.
O Senhor já sonhou e planejou um futuro de paz e esperança para você.
Nada é por acaso, nem mesmo o silêncio de Deus.
Ele já desenhou o amanhã, e nele há paz, há futuro, há esperança.
Hoje pode ser lágrima, mas amanhã será riso que não se apaga.
Com a força que Cristo me concede, não existe impossível.
Não é sobre força própria, é sobre força emprestada do Alto.
É sobre olhar o impossível e saber: com Cristo, não há barreiras finais.
O impossível é apenas a matéria-prima dos milagres.
Deus é abrigo seguro e força que não falha, socorro imediato na aflição.
Quando tudo treme ao redor, a rocha permanece firme.
O Senhor é abrigo que não desmorona, é fortaleza que não se rende.
No dia mau, Ele se torna o escudo que o mal não atravessa.
Tudo o que acontece, cedo ou tarde, serve para um bem maior aos que amam a Deus.
Nem tudo é bom, mas tudo pode ser transformado em bem.
A dor vira lição, a perda vira recomeço, o choro vira canção.
Quando a vida parece confusa, Deus está costurando algo perfeito no invisível.
Não tenha medo — o Criador está ao seu lado.
Não se assuste — Ele é a sua força e o seu sustento.
Resiliência é caminhar mesmo quando os ventos sopram contra.
Não é ausência de medo, mas certeza de que Deus sustenta.
Ele não abandona, Ele fortalece.
E quando as pernas já não aguentam, a mão d’Ele te levanta.
Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.”
Resiliência é caminhar mesmo quando os ventos sopram contra.
Não é ausência de medo, mas certeza de que Deus sustenta.
Ele não abandona, Ele fortalece.
E quando as pernas já não aguentam, a mão d’Ele te levanta.
Há quem insista em bater em porta fechada, na esperança de vê-la aberta; mas a insistência excessiva pode até ser atendida, sem receber a devida atenção.
Resiliência…
É atravessar a tempestade sem soltar a mão da fé.
É compreender que o tempo é artesão e que nada se move sem propósito.
É colher lições até das dores, sabendo que Deus conduz cada detalhe.
Quando Ele permite perdas, não é abandono — é espaço sendo aberto para algo maior.
Às vezes, mãos vazias são convite para segurar um milagre novo.
Ore. Confie. Avance. O amanhã já está sendo preparado para você.
