Coleção pessoal de testeteste123
Pague a visão: quando tudo parecer ao contrário, lembre-se de que o mundo não gira para capotar, mas para reiniciar e alinhar; o universo está ao nosso favor.
Há muitas pessoas (crianças) que crescem doentes, morrem jovens e são enterradas velhas.
Tudo isso é por falta de Cristo!
Os seus olhos são como os raios de sol,iguais a lua que ilumina o mar,eles são o meu farol,me guiando até seus lábios que parecem um anzol,me prendendo e fisgando,fazendo com que eu fique preso em sua rede,que você chama de lençol.
Na vida, não escapamos da dor, da incerteza e do trabalho constante — são eles que moldam nossa jornada e nos fazem crescer.
Entre o Coração e o Vazio
Há um abismo entre a boca e o coração,
um espaço onde os sons nascem e morrem
antes de alcançar o ar.
A língua repousa como um animal adormecido,
com medo de morder a própria carne.
Ele caminha entre rostos como quem atravessa um campo minado,
sabendo que cada gesto pode ser a explosão
que revelará a dor que carrega.
Prefere a distância à confissão,
prefere o eco vazio ao risco de ser visto.
As noites tornam-se longas
quando se guarda demais.
Os pensamentos crescem como raízes cegas,
procurando saída por frestas
que nunca se abrem.
O corpo aprende a calar antes da mente decidir,
uma disciplina antiga, quase cruel,
como um monge que jejua até esquecer o sabor.
O coração se torna um cofre de ferro,
sem chave e sem promessa de resgate.
Há uma ciência amarga em fingir normalidade,
em sorrir como se nada fosse urgente.
A arte de sobreviver está em parecer intocado,
mesmo quando por dentro
a própria alma se despedaça em silêncio.
Afastar-se é mais fácil do que explicar.
A ausência não exige justificativa,
apenas se instala como neblina,
apaga contornos
e esconde o que nunca foi dito.
Mas o que se evita pesa.
É um fardo que se acumula nos ombros,
uma sombra que cresce e acompanha os passos,
lembrando que todo silêncio é também
um grito sufocado.
O funeral acontece sob um céu pesado,
o cheiro de flores murchas e terra úmida
envolve os que choram com um peso invisível.
Ele observa de longe, sem se aproximar,
como se a morte fosse apenas mais um lugar
de onde é melhor se manter distante.
O caixão desce lentamente,
e todos ao redor murmuram despedidas
que ele jamais conseguiria dizer.
Os sinos soam como o eco de tudo que ficou preso,
e naquele instante,
ele percebe que enterra junto o que nunca teve coragem de oferecer.
Ele caminha sozinho pela rua deserta,
o corpo frio como pedra,
e pela primeira vez entende que não é o mundo que o abandona,
é ele que se abandona ao vazio
até que o próprio coração pare de chamar por socorro.
Mas continuo pensando que é melhor deixar como tá, de vdd não tô a fim de magoar ninguém não? O q pode me ajudar sobre isso?
Eu te amo,uau,como eu te amo,
assim como o sol ama a lua,e a abelha
ama o mel eu te amo,mas assim como eles
também se separam,este também será meu papél,pois embora eu te ame,vocênão me ama,mas como eles eu também sempre te amarei eternamente,pois continuaremos a olhar para o mesmo céu,
mesmo seguindo caminhos diferentes.
Não temos certeza, nem sabemos a direção para onde iremos.Vivemos sem certezas e sem saber a direção que nos leva.
Só se começa a ignorar os imbecis no exacto momento em que se inicia a leitura de Freud — e de outras mentes cuja profundidade dispensa o ruído do senso comum.
Ouvir um imbecil pode custar caro: tempo, sanidade e, por vezes, a própria lucidez.
Reflecti sobre isso enquanto me perdia na Nona Sinfonia de Beethoven — onde tudo faz sentido, menos a estupidez humana.
"Vos estimular a ler é uma tarefa que irei desempenhar até que eu morra; mas agora, obrigar-vos — nem pensar. Abstenho-me dessa tarefa."
O que doamos, recebemos — tudo é parte do universo fraterno. Quem planta, colhe; e o que edifica, ensina e corrige para que não se caia no precipício. Afinal, a ponte é mais que um simples caminho de um lado a outro: é uma transição, uma lição que todos deveriam colocar em prática. Ela não é apenas uma passagem; foi construída sobre bases firmes, fortes e confiáveis, para que vidas esquecidas possam atravessá-la sem medo de despencar no abismo.
Tudo pode acabar num instante, sem explicação. No entanto, o céu e a terra permanecerão, seguindo por séculos e séculos sem data do fim.
Eu prefiro morrer vivo, do que viver morto!
Morrendo vivo (ganharei a Vida Eterna); porém, viver morto (sofrerei a morte eterna).
A nossa mente é a maior acusadora de nós mesmos, mas, o silêncio, é o nosso juiz e conselheiro, é quem nos faz refletir sobre os nossos erros, e é ele quem nos convence que devemos dar e receber perdão
Rogerio Germano
