Coleção pessoal de testeteste123
É muito bom cada palavra e me ajudou muito esse poema/texto e eu desejo que mais pessoas possam ver o texto/poesia
Às vezes, o silêncio é mais forte do que qualquer palavra.
Eu sei do que vi, do que senti, do que vivi... e, ainda assim, escolho calar. Não por falta de coragem, mas por excesso de dignidade.
Enquanto você dorme em paz acreditando que sua imagem está intacta, lembre-se: sou eu quem guarda, no peito, um oceano de verdades que poderiam afundar o seu nome.
Meu silêncio não é fraqueza, é dignidade.
Enquanto você preserva sua imagem, sou eu quem guarda verdades que poderiam destruí-la.
Não me provoque: meu calar é o favor que você nunca reconhecerá.
Eu deixei um pedaço do que eu sinto em cada palavra que eu digitei neste texto.
Clarice Lispector, Freud, e Carlos Drummond com certeza iriam usar uma língua perfeita pra dizer isso, talvez diriam:
"Eu não apenas escrevi — eu me espalhei. Em cada palavra ficou um pedaço de mim: ora silêncio disfarçado de grito, ora desejo que se esconde do próprio olhar, ora pedra transformada em pão. Deixei ali o que não cabia em mim — e ao digitar, fui me desfazendo para poder existir.”
Eu não posso deixar de lembrar do saudoso Fernando Sabino, e Rubem Alves. Se eu dissesse a Freud estou me perdendo nas coisas boas ele provavelmente me faria esta pergunta:
"Mas diga-me… ao se perder nas coisas boas que escreve, de que exatamente você está tentando se encontrar ou se esconder?"
Eu claramente responderia assim se eu fosse como Fernando Sabino:
“Quando me perco no que escrevo, não é tanto para me esconder, mas para me revelar. A gente escreve porque a vida não cabe inteira no silêncio. E, ao tentar me encontrar, descubro que o melhor de mim se revela justamente no pedaço que parecia perdido. Escrever é me perder para me achar de novo — e nesse vai e vem, vou sendo um pouco mais eu.”
E se eu perguntasse a Rubem Alves, porque as pessoas desejam alguém que as escute de maneira calma e tranquila, em silêncio? Se eu perguntasse a ele porque no tempo de nosso amigo Freud as pessoas procuravam terapia para se curarem da repreensão e hoje procuram por causa da dor de não haver quem os escute?
Ele talvez me responderia assim…
“Minha querida, as pessoas sempre tiveram sede de escuta. No meu tempo, buscavam terapia porque carregavam dentro de si a ferida das proibições, das vozes que gritavam ‘não pode!’, ‘não deve!’, ‘cale-se!’. O mundo estava cheio de regras, e o coração ficava aprisionado.
Hoje, o que vejo é uma dor diferente. Não é a dor da repressão, mas da solidão. Não é o excesso de vozes, mas a falta delas. As pessoas sofrem porque não há quem as escute em silêncio — silêncio que não julga, não apressa, não dá respostas prontas.
O maior consolo que um ser humano pode dar ao outro não é um conselho, mas a sua presença atenta. Escutar é como oferecer um copo de água a alguém que atravessa o deserto. Quando alguém nos escuta de verdade, nós renascemos.
E talvez seja por isso que tantos procuram terapia hoje: não por doença, mas por fome. Fome de escuta. Fome de existir nos ouvidos e no coração de outro ser humano.”
Antes de morrer, eu gostaria de ter tomado um chá ou café com leite com Clarice Lispector, ter atravessado a rua, e um automóvel ter passado por cima de nós, e nós morremos. Ter adiantado as cartas de Fernando Sabino para evitar a decepção dele com os correios. Ter citado tudo aquilo que hoje eu não tenho coragem deitada num sofá de couro com Freud. Ter gastado horas incansáveis vezes pensando num verso que a pena não quer escrever junto com Carlos Drummond. E ver Rubem Alves citando o porque ainda não pensaram numa avaliação para avaliar a felicidade dos alunos, mas que todos se perguntam como os professores estão… - (Obra: A alegria de ensinar)
Eu não escrevo pra viver, eu vivo da poesia…
Se escrevo é porque tenho histórias pra contar.
Ao devorar o mundo, com todos os seus tons sutis e amargos,
o vazio permanecia teimoso
no coração daquele que jamais soube beber a vida
como se fosse um vinho quente e doce que alegrara a alma...
Escolhidos, Não andam na força do braço,
mas na unção que vem do Alto.Carregam nos ombros a cruz, e no coração o selo de Jesus.Não precisam se anunciar, porque o céu já os faz exalar. É o bom perfume do Santo, que vence trevas, medo e pranto.
Escolhidos têm cheiro de vida, fruto da graça, alma rendida. Por onde passam, deixam claridade, e o ar se enche de eternidade. São cartas vivas do Espírito,
lidas no secreto e no público. E até quem não crê reconhece: Cristo neles permanece.
“Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo...” (2Co 2:15)
"Não tente negociar com Deus com lágrimas. Lágrimas não O convencem, mas sim a fé.”
“Hoje, Senhor, não apenas choro, mas creio! A minha fé declara: o impossível vai acontecer, porque o Senhor reina sobre todas as coisas.”
Houve um tempo...
Houve um tempo em que esperava ansioso pelo término do trabalho. Em casa, nossa casa, compartilhavamos alimento, temas, brincadeiras, segredos, abraços e beijos sem fim com meus pequenos e minha cachorrinha.
Na verdade acho que isso se chamava felicidade.
O tempo é implacável...
Cresceram, tem seus amores, seus temores, seu futuro e, tudo isso numa velocidade absurda.
Gosto de pensar que ainda faço parte de suas vidas, mesmo sem temas, brincadeiras, segredos, abraços e beijos sem fim...
Houve um tempo...
Luís Fernando Porto 27825
Adriana, a dona do sorriso encantador e do olhar mais lindo, aquela que conquista qualquer pessoa apenas com a sua presença. Sem dúvidas, a mulher perfeita, com imperfeições que se tornam invisíveis diante da sua essência
Não importa o quanto você se considere preparado. Só vai aprender a ser policial, de verdade, com constante aprimoramento teórico e prático.
"A verdadeira felicidade plena e completa independe de circunstâncias, posses, títulos ou posições. Ela é resultado de um relacionamento íntimo, contínuo e permanente com Deus".
"Quem esconde suas imperfeições, além de enganar a si mesmo, tem medo de enfrentar a vida e seus conflitos ".
Antes de imitar Paulo Francis, o intelectual esnobe deveria conhecer Patativa do Assaré.
Benê Morais
"Assim como uma criança chora ao nascer, um récem nascido em Cristo chora ao pecar. O chorar pelo pecado previne o chorar no inferno. Melhor é derramar lágrimas de arrependimento, do que lágrimas de desespero".
