Coleção pessoal de testeteste123

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⁠entre o encanto e o caos, a vida dança ao som que ninguém ouve...

"Certas rimas da vida são primores, mas sem tom poético é como plantar flores em solo desértico.”

Carrego comigo os sinais ocultos que ficaram no toque que deixei em sua pele.

“A poesia impoluta está em toda a gente.”

“Sejamos os que não calam, os que sonham, os que transmitem felicidades.”

“As histórias acabam eternizando-se.”

“Era uma tristeza genuína de quem é triste.”

A justa definição de qualidade perde força na incapacidade de identificar valores em meio ao que venha ser conveniente.

“Que jamais morram os seus legados.”

“Acendeu uma vela… antes do silêncio, antes do adeus.”

Não é nascer sem morrer, é a beirada dupla do precipício no qual andamos.

“Viver é prova: flores, borboletas e alegria em cada canto do mundo.”

“Perdoa, coração… foste apenas mal-entendido.”

Só quem tem atitude é quem está motivado.

Assim como a terra árida se estende em silêncio, implorando pelo alívio de algumas gotas de água, também eu me prostro diante da memória das antigas promessas que um dia me foram feitas. Elas ainda cintilam dentro de mim, frágeis e leves como plumas, como dentes de leão que o vento leva para sempre, belas como enganos. E, no entanto, é delas que me alimento, como quem bebe a própria sede, como quem encontra no vazio a única forma de sustento.

Penso no desespero dos aflitos
Que buscam algum conforto
Nos braços vazios da solidão


Escuto o silêncio dos lábios
Que procuram palavras certas
Para lutar contra a ingratidão.


Trecho do poema "Empatia" - livro Súbito - a vida entre versos.

“Busco os anjos da paz, para entregar-lhes meu olhar.”

Algumas esperas são condenações, miragens que jamais se tornam presença, e que ao menor suspiro de esperança evaporam-se no ar, como se a própria vida zombasse da sede que nos consome. São promessas feitas de névoa, cintilando ao longe apenas para manter acesa a chama do desejo, mas que, ao serem tocadas, desfazem-se em cinzas de silêncio, deixando-nos a contemplar o vazio com as mãos estendidas ao nada.

“A família reunida, falando alto, rindo feliz — Tutti buona gente!”

"Sento-me à beira da estrada…
o caminho há de levar-me de volta."