Coleção pessoal de testeteste123
O meu Cerrado!
Não tinha concreto,
não tinha aço,
era só caminho,
era só espaço.
Corria livre
pelo cerrado,
buscando o céu,
o sonho alado.
Não tinha o aço,
não tinha a grade,
só céu infinito,
só liberdade.
Tudo era lindo,
era encantado,
o mundo inteiro
me foi dado.
Corria feliz,
sem ter direção,
seguia a trilha
do coração.
Não tinha preço,
não precisava,
porque a vida
era de graça.
Sempre fui porto seguro, mas a galera curte mesmo é mar revolto. Então demorô: quem quiser atracar aqui vai ter que saber remar no compasso.
#sambaeumabrejagelada.
Genera, gestante, gravidez, Grande Arquiteto do Universo, gravitação universal, galo.
O que esses nomes tem em comum?
7
A luz...
Hoje não é dia para sorrir.
A última lembrança que tenho de você
Ainda corta meu coração:
Você partindo,
Deixando um vazio
Repleto de memórias.
Momentos de alegria
Que agora eternizo
Em poesia.
Se eu pudesse voltar para a noite, no dia em que te conheci.
Se eu pudesse voltar para a noite, na noite dos jogos.
Ah se eu pudesse retornar, para o que era.
Mas se retornado ao que era, não seremos diferentes que fomos.
Se eu pudesse mudar o dia em que te conheci.
Se eu pudesse mudar a noite dos nossos jogos.
Se eu pudesse alterar, o que aconteceu, talvez então, mudaria oque seriamos.
Mas não seriamos quem somos mais, talvez uma ilusão, criado de um mundo inexistente.
Seriamos e não seriamos, nós ao mesmo tempo.
No fim o passado não se altera, e o futuro inexiste.
Somos o que somos agora, no presente, e nada mais.
Somos nossos atos de agora, e nada mais.
Somos a intensidade do presente e nada mais.
E nada mais.
Mas se eu pudesse ser mais.
Se eu pudesse ter sido menos.
Talvez
Eu teria amado mais.
Eu teria negado menos.
Talvez
Teria na primeira conversa, me entregado mais.
Teria na primeira conversa, guardado sentimentos menos.
Um Talvez........
Talvez tivesse dado certo.
Talvez tivesse dado errado.
Impossível saber, pois ficou inerte, sem atos.
No Fim, A vida não é feita de Se ou de Talvezes
A vida é feita de decisões momentâneas, que regem o futuro incerto.
Talvez recomece, talvez seja realmente o fim. Cabe nossos atos decidir.
No fim, o passado foi, o presente se faz agora, e o futuro é deixado para seguir o fluxo.
Tal dádiva entregue ao homem, por Deus, feita para realizar o presente.
Nada mais é, nada mais será, se não feita por atos agora, se nada feito, o mundo se mantem inerte.
Quão chato é morrer, e perceber que o momento que deixamos escapar teria mudado tudo, e nada mais resta senão o silêncio do que poderia ter sido.
O sobrenatural de Deus tem sido estinguido pela teologia que quer entender, mas se recusa a crer na manifestação do poder do Espírito Santo.
“Sou o ponto onde todas as posições se desfazem, a recusa que não cabe nem no nome de recusa. Não estou dentro nem fora, sou o fora que não é lugar, o silêncio que não é ausência, o vazio que não pode ser preenchido porque não pode ser tocado. Sou a borda do mapa que não existe, o traço que se apaga antes de ser traçado, a impossibilidade erguida como única forma de presença.”
“Quem some não sente falta. Quem some não tá afim. É simples assim — mas a gente insiste em complicar.”
Vida e existência são antônimos naturais da morte e do esquecimento. Dualidades que fazem parte da essência dos seres pensantes. Causa e efeito do que nos mantém estimulados a continuar ou motivações para encerrar a própria jornada.
“Não existe orgulho demais quando alguém quer você. Existe só falta de interesse disfarçada de desculpas.”
