Coleção pessoal de testeteste123
Pensamento IV
O que criamos nós?
Se o chuveiro imita a chuva,
se a lâmpada finge ser sol,
se o tecido sonha ser pele —
o que criamos nós?
Se a roda é vista da lua,
se domamos o galope com fogo,
se voamos como pássaros,
ou pairamos como libélulas —
o que criamos nós?
Copiamos. Adaptamos.
Ajustamos o mundo à nossa imagem.
Chamamos isso de invenção.
Mas no fim, manipulamos.
O diabo é um gênio: sequestrou mentes a pretexto das liberdades, agora finge libertá-las para se safar do cativeiro.
Aprendi a olhar o perigo como mapa. Sigo a leitura em passos calculados. O erro virou sinalizador, não sentença.
No jogo da vida, todo mundo se encontra em cima do tabuleiro, descobrindo como mover nossas peças.
A nossa vida não vem com manual de instruções, dizendo como devemos viver.
A vida não vai parar e dizer quando você quer começar o jogo!
não vai te dizer o que fazer quando tiver dúvidas, não vai te levantar quando você cair, e nem te esperar para que você não envelheça.
É um jogo interminável, perseguindo uma constante evolução, em cada segundo que vivemos, em cada respiração que suspiramos.
Não paramos de crescer, nem de envelhecer.
Ela começa no nascimento, quando abrirmos nossos olhos,e termina quando fechamos nossos olhos pela morte.
Nunca devemos parar de aprender, nem de se corrigir.
Como diz o mundo! É vivendo e aprendendo.
E quando solucionamos as falhas pelo caminho! Que sentimos em nós a verdadeira paz.
E de forma ávida, caminhando cada vez mais por evolução.
E também pela nossa salvação.
(RONAN HELIO DE SOUZA)
Metáfora expandida I
Um Sonho Distante
Eu tive um sonho distante.
Neste sonho, éramos muitos — porém, um só.
Um a cada capítulo, membros de um único livro.
Cada página à frente só podia enxergar as páginas de trás.
O título era o passado: um sonho distante.
O futuro, o capítulo final — e o fim da história.
Essa história tomava emprestadas referências de outros livros na mesma prateleira.
Mas a prateleira também nos rotulava.
E esses rótulos, ironicamente, eram o que nos prendia àqueles livros —
livros que estavam ao nosso lado,
também sonhando o mesmo sonho distante.
Mas conversávamos do logradouro de outra biblioteca.
Essa não falava nossa língua —
e, ainda assim, tinham dúvidas semelhantes às nossas.
O sonho de todo livro era ser mencionado,
e, quem sabe, ganhar sua própria saga e volume.
Mas para isso era preciso um ato raro:
libertar-se de si mesmo.
Contudo, sempre que um ousava mencionar outro,
vozes sussurravam ao redor:
— É um sonho distante.
Está aí uma mulher interessante.🖤
Sorriso marcante, olhar brilhante, personalidade forte, você é uma mulher bela, rara e especial. Com sua simplicidade e carisma, não existe outra igual. Você deslumbra, você traz luz, paz e alegria em todos os lugares por onde você passa. Mulher determinada, abençoada e cuidada por Deus, você tem seus defeitos e fragilidades, mas é guerreira e se esforça todos os dias para ser alguém bem melhor. Nunca pisa ninguém, vai conquistando seu espaço aos poucos. Você será vitoriosa e proteja sempre por Deus, só ser obediente aos seus mandamentos, e vai viver intensamente o extraordinário de realizações na sua vida.
Meu corpo precisa do teu abraço, meus ouvidos necessitam da tua voz, meu olfato deseja teu perfume, minhas mãos desejam o teu corpo, meus olhos querem se encontrar nos teus,
minha boca, teu gosto,
meu peito, todo o teu ser,
minha mente... você.
Caratinga se revela desejada… linda, delicada, gostosa de viver. A música, os ângulos, a atmosfera criada nesse "take" convida. É como se a cidade, pacata e quase tranquila, sussurrasse ao coração: vem viver em mim.
Nos dias de hoje, se a pessoa não tem caráter moral para seguir o próprio caminho, de nada vale o que possui. Atualmente, tudo o que fazemos parece ter alguém mandando e corrigindo nossas ações. Por isso, o cidadão precisa ter a decência e a coragem de ser o dono do próprio propósito.
Do nada, chega uma mensagem e aí constata que foi desarquivado por um passado em que foi muito amado, porém com melancólico final. Duas hipóteses: curiosidade mórbida para saber se ainda está vivo; ou, apesar dos muitos anos passados, sugere que ficou algo de si. À luz do romantismo, a primeira hipótese.
O Ser não é capaz de preencher todo um exterior. Ao compreender tal feito, ele se torna pleno e capaz de preencher sua subjetividade.
Frase I
Poder de vida e morte
Muitos são os inimigos —
mas há um de perigo imenso:
ele se esconde na caverna dos dentes.
