Coleção pessoal de testeteste123

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“Preparando a mente e o corpo pra mais uma semana — não de sorte, mas de conquista.”

... a Fé
acima de tudo é ação;
é trabalho duro; é diligência
em busca por melhores dias...
É vivê-la em si; reafirmá-la em si;
a ponto de, oferecer-se ao
outro sem nada
em troca!

... doe à vida
o que de melhor possas
oferecer - pois ela não te proverá
de mais plausíveis demandas e compensações, sem que, teus
valiosos princípios e
atitudes estejam
presentes!

✍🏻O pensamento é o diretor das ações, se você desejou ter filhos pensando em sua própria vida na velhice, enganou-se quando deu a vida, na verdade você tirou a vida daquele ser, o fez prisioneiro. E só no futuro verá o engano. Deus está no corações decifrando as intenções.
❤️👣👣💜❤️‍🔥🕉️☸️♾️🎼⚕️

O planejamento, a tática, a dedicação ira levar ao sucesso.
Porém a vitória as vezes é uma incógnita, dias se ganham, dias se perdem.

Sorte tem,
Quem consegue entender.
Quem é onda que passa,
Quem é mar que fica.

... o conceito
de justiça subsiste muito
além do que supomos alcançar...
No entanto, buscar ser justoem nossas
apreciações e veredictos, decerto
encurtará tamanho
espaçamento!

“Nada destrói mais que perceber que teu show não merece nem plateia.”

“Silêncio também é desprezo. E às vezes, é fatal.”

“Pra certos barulhos, silêncio é tiro de misericórdia.”

“Calar não é perder. É recusar-se a descer o nível.”

“Nada humilha mais do que o desprezo de um silêncio bem dado.”

"Caminhar o conhecido é ou torna-se monótono. Caminhar o desconhecido é incentivante e não há reumatismo que segure a vontade de ir mais além. A aventura tem pé ligeiro."

"O padecimento é efêmero."

Recomece quantas vezes for necessário!

Recomeçar não quer dizer que você perdeu a guerra!

Mas sim que você está montando uma nova estratégia para vencer a batalha...

Quando a verdade encontra caminho

Talvez você pense que tudo isso já dure meses… talvez até anos.
Mas escuta com atenção: uma hora vai acabar.
Tudo o que parece imutável hoje, amanhã será lembrança ou lição.

Se eu fosse você, diria agora: chega.
Dar um basta não é fraqueza; é coragem.
É olhar para o espelho antes que ele se torne estranho,
antes que o reflexo do que você foi se perca em sombras que você mesmo criou.

Há forças que não se veem, acontecimentos que dançam no invisível,
realidades que insistem em se mostrar.
A verdade é paciente, escorre pelas frestas,
como água que busca a luz, como luz que atravessa a escuridão mais densa.
Não há escapatória: quando ela se revela, é clara, crua, inadiável.

O tempo é impermanente; tudo passa.
A vida exige que despertemos, que vigiemos, que olhemos para dentro.
Ignorar o que pulsa no mundo e dentro de nós
é permitir que a vida se dissipe sem ser vivida plenamente.

Você é a única ponte entre o que é e o que pode ser.
As escolhas não esperam; a consciência não se adia.
O instante chega silencioso, mas poderoso.
E quando chegar, nada restará além de você
e da verdade que você ousou enfrentar.

Não fuja, não adie.
Não espere que o tempo feche as portas ou que o espelho mude sua face irreconhecível.
Desperte agora. Respire, veja, sinta.
Seja luz no próprio caminho, mesmo quando tudo parece escuro.
Porque, no final, só restará você…
e sua consciência, nua e inteira, frente à própria vida.

Às vezes a vida pesa, o cansaço chega e o coração se entristece, mas quando olho ao redor, vejo o quanto sou abençoado. Mesmo entre lágrimas, há sempre motivos para agradecer e seguir com fé.

Caminhar de mãos dadas com a vida. Sem cobrar demais, apenas vivendo com intensidade cada minuto. É mais leve.

Somos o que Damos e o que Recebemos

A psicologia nos ensina que o ser humano é resultado das interações que vive.
Somos o que recebemos, o que damos e o que cultivamos. Cada palavra, gesto e emoção trocada com o mundo constrói, aos poucos, quem somos por dentro. Quando dizemos “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, quando oferecemos um abraço, um sorriso ou um “eu te amo”, estamos alimentando não só o outro, mas também nosso próprio cérebro, que reconhece esses atos como sinais de conexão, segurança e amor.

Mas, quando deixamos de fazer isso, algo silencioso acontece: o cérebro entende que não é mais necessário expressar afeto.
E, com o tempo, o costume se apaga. A sensibilidade adormece.
A emoção se distancia.
É o que a psicologia chama de extinção comportamental com dessensibilização afetiva — um processo em que, ao deixarmos de praticar gestos e palavras positivas, o cérebro desativa circuitos ligados à empatia e ao carinho. Assim, sem perceber, deixamos de sentir com a mesma profundidade e passamos a reagir com frieza.

A Bíblia fala exatamente sobre isso. Em Mateus 24:12, está escrito: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.”
Esse “esfriar” é o mesmo que a ciência hoje descreve como perda da sensibilidade emocional. Em Provérbios 4:23, Deus aconselha: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
Guardar o coração é manter viva a capacidade de sentir.
E Gálatas 6:9 nos lembra: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”
Ou seja, o amor só permanece aceso quando é praticado, mesmo quando não há resposta imediata.

Outras tradições espirituais também reconhecem isso.
O budismo ensina que toda energia precisa circular. Quando paramos de demonstrar amor e compaixão, nosso prana — a energia vital — se enfraquece, e a alma se desconecta da vida.
O espiritismo explica que o amor é o combustível da evolução.
Quando deixamos de exercê-lo, endurecemos moralmente e retardamos nosso crescimento espiritual.
Na filosofia humanista, pensadores como Carl Rogers e Viktor Frankl afirmam que o ser humano encontra sentido nas relações e na empatia; perder a capacidade de amar é perder o próprio propósito de existir.

Mesmo a neurociência espiritual confirma: atos de bondade, gratidão e afeto ativam áreas do cérebro associadas à felicidade e reduzem o estresse. Quando não praticamos essas ações, as conexões neuronais responsáveis por sentimentos positivos enfraquecem, e o cérebro “aprende” a viver no modo neutro — um estado de sobrevivência sem brilho.

O coração humano funciona como um jardim: se deixamos de regar, as flores murcham.
As palavras gentis, os gestos de amor e a presença sincera são a água que mantém vivas as raízes da alma.
Quando nos afastamos de quem nos inspira, de quem incentiva nossa essência, começamos a nos perder.
E se a distância e o silêncio persistem, chega um ponto em que nem nos reconhecemos mais — porque tudo o que deixamos de praticar morre em nós.

Por isso, é essencial nutrir o bem, mesmo quando o mundo parece frio.
Dizer “bom dia”, “eu te amo”, “estou com você”.
Pequenos gestos que mantêm a alma viva e ensinam o cérebro a continuar acreditando na beleza de sentir.
Somos um conjunto de interações — biológicas, emocionais e espirituais — e cada escolha reforça a direção da nossa evolução.

Guarde o coração.
Cuide da mente.
Cerque-se de pessoas que despertem o seu melhor.
Porque o amor, quando deixado de lado, não morre de repente — ele adormece aos poucos, até que só a fé e o esforço consciente podem despertá-lo novamente.



Tudo o que deixamos de praticar, se perde em nós.
Mas tudo o que cultivamos com amor, floresce eternamente.

Nossas guerras maiores sempre serão contra nossos próprios demônios...⁠