Coleção pessoal de testeteste123

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Na COP30, a coxinha custa R$ 45,00, água R$ 25,00 e ainda querem salvar o planeta, matando os turistas climáticos de fome.


Benê Morais
⁠

Alguns são espelhos. Outros, reflexo.

A FLOR








A flor, veio de lá e ficou cá.


Ficou, para sempre e será.


A flor, sou eu, sim! Sou!


Vim de lá e não de cá!


Fiquei e serei sempre, cá e lá.


Pois voltarei, para o jardim.


Onde esteve a flor, num principio, lá.


Não! Não existi lá. Mas só cá!


Lá era, uma parte de Deus!


Mas não existia. Não! Não…


Aqui, fui então!...


Irei pois ao jardim!


Lá irei e serei, perfeito, assim.


Assim, um ser, por completo enfim!


(Não é Espiritismo. Porque sou totalmente contra)

Na COP30, a coxinha custas 45 reais, a água 20 e ainda querem querem salvar o planeta vendendo luxo em papel reciclado.


Benê Morais
⁠

Nunca questione a capacidade dos outros, se ao menos você tiver alguma...

O quê se conquista
por tormenta não
se obtém com fortaleza,
Não se implora
o quê nunca fez por merecer,
Até uma Goiabeira sabe
o quê é este princípio de conviver.

Sobre a liberdade


Todo cuidado tem seu tempo; chega a hora de deixar o outro alçar voo por conta própria

A rolinha e o voo da liberdade


A rolinha é uma ave que não se preocupa muito com o ninho; geralmente, eles são bem rasos. Aqui em casa, ela botou o ovo diretamente sobre a ripa do telhado. Passava o dia todo chocando esse ovo — cheguei até a pensar que estivesse doente e acabei tocando nela.


Dias depois, o filhote fez seu primeiro voo e acabou caindo na minha varanda. Coloquei-o sobre a parede até que conseguisse realizar seu voo de liberdade.


Mesmo com simplicidade e poucos recursos, a natureza encontra seu caminho e cumpre seu ciclo.

"Nós somos meros apresentadores de uma peça teatral que é a Vida, se não soubermos apresentá-la, não seremos aplaudidos de pé."

Eu sou o meu povo,
e o povo me é;
Não preciso de mandato
por onde passo;
Nada e nem ninguém
mais importa;
Não sou presença,
e sim História;
Nas linhas do destino
sou eu quem escrevo;
Nasci poeta enraizada:
(para o seu desespero).

O descanso em Deus é o ato subversivo mais potente que um espírito à beira do colapso pode declarar contra a tirania da ansiedade.

O medo é o custo da negligência da alma, o sintoma visível da oração que foi insistentemente adiada.

A Luz da Fé não dissolve a noite, mas providencia o fio de prumo para caminhar na escuridão sem cair no fosso da desesperança.

O Milagre diário é o sim renovado à jornada, quando todas as circunstâncias gritam o óbvio e a alma escolhe a permanência n'Ele.

O Silêncio de Deus é a resposta sutil de que o Mestre está, nos bastidores do impossível, movendo peças que não cabem à nossa visão.

Enquanto o mundo vocifera a exigência de força, a Fé sussurra a coragem paradoxal de se render ao pedido de ajuda.

A melhor tática de defesa é a convicção muda de que o Altíssimo supervisiona cada passo na retaguarda do nosso front.

O terror não reside na intensidade da tormenta, mas na secura da alma que se recusa a invocar a Fé no meio do caos.

O Escudo Divino não é forjado em metal, mas em uma Paz irrazoável que desarma a lógica do desespero.

A oração não é uma chave que altera o destino, mas uma infusão de potência na espinha dorsal de quem precisa cumpri-lo.