Coleção pessoal de testeteste123
O Senhor está pesando não apenas as mãos, mas as intenções dos corações — e tem muita mão levantada no culto, mas suja nos bastidores! (Sl 24:3-4)
miriamleal
Deus está varrendo o templo, e o que for palha vai queimar. O que for ouro, vai brilhar ainda mais! (1Co 3:13)
Quem brincou com o santo, vai entender o que é profanar o altar com a carne.
Outra pessoa vai recitar aquilo que eu criei pensando em você, para outra pessoa que não é você, outra pessoa vai fazer coisas que eu queria estar fazendo com você.
A balança de Deus não mede visual, mede verdade. — Tem altar cheio de luz, mas sem presença; e tem deserto escuro, mas com glória escondida lá! miriamleal
Mene, Mene, Tekel, Parsim! As mesmas palavras que pesaram o reino de Belsazar ecoam hoje: “Foste pesado na balança e achado em falta!” (Dn 5:27)
Muitos estão cheios de ministério, mas vazios de temor. Deus está pesando, e o peso que conta é o da obediência, não da aparência! Miriamleal
A Força Que Ninguém Vê
Todos nós enfrentamos batalhas silenciosas.
Cada pessoa carrega preocupações, pressões e desafios que muitas vezes o mundo não enxerga. Ainda assim, seguimos. Caímos, levantamos e continuamos tentando — e é exatamente isso que transforma pessoas comuns em exemplos de força.
Muitas vezes, a vida exige mais do que imaginávamos suportar: responsabilidades que chegam antes da hora, cuidados com quem amamos, projetos que dependem apenas do nosso esforço, problemas que tentam nos derrubar, cansaços que parecem não ter fim.
E quando parece que não temos mais energia… é o amor que nos puxa de volta.
O amor aparece em formas simples:
no olhar de quem precisa de nós,
no abraço que acalma,
nas palavras ditas no momento certo,
na vontade de proteger,
na força que descobrimos quando alguém depende da gente.
A verdadeira motivação não nasce quando tudo está bem.
Ela nasce quando tudo está difícil, e mesmo assim escolhemos continuar — por nós e por aqueles que amamos.
Cada passo que damos apesar da dor se transforma em inspiração para alguém que observa em silêncio.
Cada sonho que insistimos em construir mostra que impossíveis podem ser quebrados.
Cada responsabilidade que abraçamos mostra que coragem não é ausência de medo…
é seguir em frente por amor.
A vida nunca será simples.
Mas dentro de cada pessoa existe uma força que o mundo não vê — e essa força cresce quando é guiada pelo amor.
Ela aparece quando ajudamos alguém mesmo quando estamos sobrecarregados.
Quando cuidamos de quem precisa, mesmo sem saber se damos conta.
Quando buscamos aprender, crescer e melhorar, mesmo com o tempo apertado e a mente cheia.
Essa força existe em você.
Existe em todos nós.
E quando alguém encontra essa força dentro de si e a compartilha com amor, inspira milhares ao redor.
Lembre-se disso:
não é o tamanho do seu problema que define quem você é — é o tamanho do seu amor diante dele.
E, às vezes, a maior prova de carinho e coragem é simplesmente continuar.
Porque, se o impossível é só um ponto de vista, talvez a perfeição esteja apenas esperando quem tenha coragem — e amor suficiente — para buscá-la.
Sempre foi sobre a mente, nunca sobre o lugar. Se não tens objetivos, não importa onde vais, nunca vais prosperar.
Meu pai sempre vem me dizendo," Meu filho vc vai ver tanta coisa daqui pra frente, quando vc crescer, Jorge tudo que eu faço e falo é pra o seu bem não confie em ninguém."
Oitavo ano (Letra de música)
(Verso 1))
Oitavo ano, sem expectativas ou preocupações
Focado em viver até as últimas consequências
Doces paixões, um poder dominador paralisa as razões dando sentido à história
(Verso 2)
No quadro negro, a sensação de medo e vazio
Viagens que moldam o tempo que escapa paixões aladas
Lutas travadas, sonhos que se tornam reais relembrando amores de verão
Valores que nos guiam as sombras do passado que dança com o presente
(Verso 3)
A chama que arde em nosso peito são histórias reais implorando o retorno aos pedestais dos desejos
Escritas com coragem a estrada continua, sem temer a miragem de tantos rostos e tantas vozes a ecoar cada segundo
(Verso 4)
A cada passo dado as viagens nos levam a novos horizontes desenhando sonhos constantes, com o coração em chamas lutamos juntos, sem soltar as mãos valores são âncoras, amores são asas
Em cada momento, encontramos nossas causas o tempo não para, mas seguimos em frente, o começo é eterno o passado é presente.
Nenhuma vida é tão vida se não for em companhia, portanto, a eternidade, a riqueza, a saúde ou a falta de quaisquer preocupações jamais seriam bem vindas se acompanhadas da solidão, essa sim, a fagulha de um mal que apavora qualquer bem.
Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.
O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.
E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.
Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.
Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.
E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.
No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.
Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.
Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.
Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.
E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.
Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.
Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.
E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.
“Eu distribuo ao mundo àquilo que nunca recebi dos meus pais: amor, atenção e cuidado — porque eu me recuso a repetir a falta que me machucou.”
Viver o intenso ( Letra de música)
[Verso]
Planos que o vento levou
Aplausos ecoam
Mas quem ficou
Chegou pintado de glória
[Pré-Refrão]
Fogo que arde
Inacabável voz
Uma sinfonia que nunca se desfaz
[Refrão]
Viver o intenso, sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos
[Verso 2]
Glória que pesa mas não me prende
Fogo no peito que sempre acende
Correntezas que levam e trazem
[Refrão]
Viver o intenso sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos
[Ponte]
Desejos guardados indomáveis e gritantes
Lágrimas que contam histórias distantes,
Tempos que passam mas deixam um brilho constante.
Ao responder sobre
mim,
recitei minhas saudades e
meus medos,
então em uma coragem
esquizofrênica,
eu me 'interlecutei' com
"Onde me fixo?"
e me 'enlucidei' vago,
como um ponto e vírgula
em meio a um
papel em
branco.
Letras em pálidas folhas de papel, códigos decorados por mulheres e homens da lei, que, em seu íntimo acreditam, e em seu público performam uma manutenção de privilégios que reforça mesmo “sem querer” as desigualdades.
