Coleção pessoal de testeteste123
O espírito humano é sem forma, invisível e imortal, dotado de plena consciência de si mesmo e agraciado com a capacidade de pensar, sentir e agir, dominando o corpo que habita. Assim, é uma criação perfeita de Deus. 🌟 Gn 2.7; Lc 24.39; Ec 12.7
“O enigma não nasceu para ser decifrado — sua essência é lembrar ao mundo que certas verdades só se entregam a quem ousa atravessar o mistério.”
Quando a ação é constante, o resultado deixa de ser coincidência e vira consequência. Aqui, cada passo vira conquista.
O homem nasce neutro em sua essência; sendo construído pelas influencias que lhe são passadas. Contudo, se lhe for privada a sabedoria e o conhecimento, fazendo ele a perecer em determinado tempo, se não mudar, morrerá sem ter a possibilidade de mudança.
Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.
🎹 Da Lama Pro Topo 🇵🇹
Yah, yah
É o Tuga no jogo, sem medo do fogo
Porto tá frio, mas o sangue é novo
Desde puto com o sonho no bolso
Agora o bairro ouve e diz “esse moço é louco”
Saí da lama com a mente de rei
Sem ninguém por mim, só Deus e a lei
Eles falam bué, mas não sabem quem
Já dormi no frio pra hoje ter chain
Fiz do nada, sem pedir favor
Trap de rua, sem cor, só dor
Manos no corre, sem love, só suor
Vida ensinou — ou és lobo, ou és flor
To no hustle tipo clock sem pausa
Giro a esquina, vejo blue light falsa
Mas a fé nunca falha, a alma é laça
Coração frio, mas a mente é brasa
[Refrão]
Da lama ao topo, sem drama, eu sei
Trap da rua, do gueto, eu lei
Falsos falam, mas não têm rei
Cinzaz no corpo, mas luz na grei
Da lama ao topo, sem drama, eu sei
Trap da rua, do gueto, eu lei
Se toco no beat, ele arde, ok?
Tuga tá vivo, respeita o play
Vi manos cair, vi mães a chorar
Vi sonhos no chão, mas não quis parar
Cada linha que escrevo é pra quem ficou lá
No bloco sem nada, só fé pra guiar
Agora querem colar, tipo colar na trend
Mas onde tavam quando o pão era fend’
Ninguém acreditou, só o som e o blend
Boom bap no sangue, trap no end
Flow que parte beat, tipo vidro na mão
Sem filtro, irmão, é só dedicação
Já perdi tempo, nunca perdi visão
Rua ensinou mais que a televisão
Eles querem o brilho, não querem o preço
Querem ser reais, mas jogam no mesmo
Aqui é suor, cicatriz e tropeço
Quem veio do zero sabe o peso do sucesso
[Refrão]
Da lama ao topo, sem drama, eu sei
Trap da rua, do gueto, eu lei
Falsos falam, mas não têm rei
Cinzaz no corpo, mas luz na grei
Da lama ao topo, sem drama, eu sei
Trap da rua, do gueto, eu lei
Se toco no beat, ele arde, ok?
Tuga tá vivo, respeita o play
Yah, yah
Trap de rua, não é pra TikTok
É pra quem sente o bloco, o choque
Porto cinzento, mas o sonho é forte
Vim do nada — hoje falo com sorte.
-
🎹 Estou Na Rua 🇵🇹
Yeah…
Beco fechado, luzes a piscar, verdade na caneta a gritar…
Clássico na alma, moderno no ar.
Rimo no escuro enquanto Aldoar respira,
Beat 90’s bate fundo, faz tremer a esquina,
Valete na postura, Xeg no corte da rima,
Dealema no sangue — disciplina masculina.
Flow afiado, linha dura, pensamento real,
Palavra é minha arma, cada sílaba é fatal.
O mundo gira torto, eu mantenho o axial,
Boom Bap na espinha, atitude essencial.
A agulha risca… o grave sobe…
Trap a invadir o beco como fumo no ar…
Agora muda.
Yeah, yeah…
(Refrão)
Bass a bater, tô a entrar na cena,
Trap Tuga bruto, nunca muda o esquema,
Flow tão quente que derrete o problema,
Quando o beat cai, viraliza o sistema.
Luzes no bairro tipo neon de cinema,
Crew na vibe pesada — tema em cima de tema,
Se a vida testa, eu respondo sem pena,
Do Boom Bap ao Trap, mando em qualquer antena.
Tô na rua a fazer magia,
808 nos pulmões, energia,
Jogo perigoso? Eu conhecia,
Agora controlo a melodia.
Puto do beco a subir sem medo,
Flow camaleão, adapto o enredo,
Boom Bap na alma, Trap no degredo,
Viral no YouTube, pronto pro degredo.
Do cinzento de Aldoar nasce ouro,
Do silêncio nasce o meu estouro,
Do clássico eu puxo tesouro,
No futuro deixo o meu coro.
(Refrão)
Bass a bater, tô a entrar na cena,
Trap Tuga bruto, nunca muda o esquema,
Flow tão quente que derrete o problema,
Quando o beat cai, viraliza o sistema.
Luzes no bairro tipo neon de cinema,
Crew na vibe pesada — tema em cima de tema,
Se a vida testa, eu respondo sem pena,
Do Boom Bap ao Trap, mando em qualquer antena.
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🎹 Investe no Povo 🇵🇹
Yeah, Porto city, carago!
Trap com consciência, mas com peso no beat.
Educação e saúde — é disso que o povo precisa.
Vamo nessa!
[Refrão]
Investe no povo, bro, não nos milhões
Mais escola, menos prisões
Mais saúde, menos ilusões
Se o puto tem chance, ele muda gerações
No bairro ninguém dorme, c’randa,
tá tudo à rasca, sem esperança.
Mas se o Estado investisse na criança,
a rua virava aula, e não cobrança.
Prof sem grana, hospital sem cama,
tudo ao molho, ninguém reclama.
Mas quem lê, quem cura, quem ama,
é quem põe fogo no sistema — chama!
Mais livros, menos drama,
mais saúde, menos fama.
Porto no mapa, sem trama,
consciência é a nossa arma.
[Refrão]
Investe no povo, bro, não nos milhões
Mais escola, menos prisões
Mais saúde, menos ilusões
Se o puto tem chance, ele muda gerações
Yeah, Porto no topo, carago.
Educação é revolução.
Saúde é poder.
O resto… é conversa.
-
E são dias essas horas
De espera para depois
E o antes é agora
E a trilha de nós dois.
A música que ecoa
Em um rádio bem antigo
A menina não magoa
Porque ela está comigo
O meu eu que sabe pouco
Mas entende o coração
O poeta não é louco
E não se perde na ilusão
A ilusão é a mentira
A que diz e gaba o eu
A ilusão é a própria ira
A que sente que perdeu
A poeta é o que sente
A paixão que vem no ar
O poeta que não mente
Ele vive a amar
🎹 Luz No Fim 🇵🇹
Yeah…
Nem sempre há sol, mas eu aprendi a brilhar mesmo na chuva, ya.
De Aldoar pro mundo, com fé no peito e o peso nas costas.
Cresci no frio, sem cobertor,
Mas a fé sempre aqueceu o que faltou.
A rua ensina, sem professor,
A cair de pé, mesmo com dor.
Vi o tempo levar quem eu amava,
Mas nunca levou a chama que queimava.
Aprendi cedo a não pedir pena,
A vida é crua — mas é plena.
Hoje eu canto por quem não pôde,
Por quem sonha e ainda se esconde.
Cada rima é cicatriz que cura,
Cada som é alma, é rua, é altura.
[Refrão]
Mesmo que o mundo me vire as costas,
Eu sigo a estrada, cabeça erguida.
Lá no fim há luz que me mostra,
Que o amor ainda vence a ferida.
Mesmo que o frio congele o peito,
E a chuva caia sem medida.
Eu guardo a fé — é o meu jeito,
De dar cor à dor da vida.
Yeah, não falo de luxo, falo de perda,
De quem luta e nunca se enverga.
Da mãe que sorri mesmo cansada,
Do puto que sonha, sem ter nada.
O tempo passa, mas eu não mudo,
Só cresço, mesmo no fundo.
Já chorei calado, gritei no escuro,
Mas a dor faz parte do futuro.
Hoje sou voz pra quem não fala,
Pra quem tenta e o mundo cala.
Do cais à serra, o som ecoa,
Mesmo ferido, a alma voa.
[Refrão]
Mesmo que o mundo me vire as costas,
Eu sigo a estrada, cabeça erguida.
Lá no fim há luz que me mostra,
Que o amor ainda vence a ferida.
Mesmo que o frio congele o peito,
E a chuva caia sem medida.
Eu guardo a fé — é o meu jeito,
De dar cor à dor da vida.
Yeah…
A dor não me fez fraco, fez-me humano.
Se eu caí dez vezes, levantei onze.
A rua ensinou-me a lutar —
Mas a alma ensinou-me a sentir.
Olho pro céu e lembro quem fui,
De cada erro, cada rima que construí.
O passado dói, mas também guia,
Transforma lágrima em melodia.
Não preciso de coro, nem de aplauso,
Só da verdade — esse é o meu causal.
O Porto é cinzento, mas a fé é luz,
Mesmo na dor, Deus conduz.
[Refrão]
Mesmo que o mundo me vire as costas,
Eu sigo a estrada, cabeça erguida.
Lá no fim há luz que me mostra,
Que o amor ainda vence a ferida.
Mesmo que o frio congele o peito,
E a chuva caia sem medida.
Eu guardo a fé — é o meu jeito,
De dar cor à dor da vida.
De Aldoar pro mundo — alma viva.
Enquanto houver som, há saída.
