Coleção pessoal de testeteste123

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A genética alerta.
A alimentação decide!

Se te tenho por inteiro, o que resta para ti?

Se quer saúde, olhe para o que está dentro do prato, não no seu DNA.

Não nascemos doentes, nos tornamos — um garfo de cada vez.

Saúde não é sorte; ela está no que você coloca na mesa todo dia.

Voltar ao começo, sem os erros que fiz, é tudo que desejo depois da morte.

Podemos planejar a vida, mas a morte chega e o futuro ainda é um enigma.

Deus é pessoal e um ser consciente e está dentro de nós.

O gênio sente a vastidão do saber e navega nela, mesmo sem nunca tocar o fim.

Especializar-se é perceber que mesmo o pouco exige toda uma vida; e ainda assim é só parte do todo.

fico a pensar
qual mensagem não seria ignorada,
talvez nenhuma.
talvez o problema seja eu
ou o algoritmo,
ou o universo que ri da minha cara.


será que ela namora,
ou só não dá bola?
talvez ache chato um cara qualquer
tentando conversar sem assunto.
e eu até entendo —
eu mesmo me ignoraria.


pensei em mandar um poema,
mas quem lê poema hoje em dia?
talvez ela curta jiu-jitsu,
ou praia, ou só o próprio silêncio.
e eu aqui,
achando que uma rima meia-boca
vai chamar atenção de alguém
que nem quer ser chamada.


então que seja mais uma mensagem ignorada,
mas pelo menos é minha.
sem emoji, sem joguinho,
só um cara sendo trouxa
com um pouco de estilo.

As coisas que mais te ensinam a mudar são aquelas que te tiram o sono.

O sol ensina prazer, a tempestade ensina coragem.

Seguir a manada salva vidas; enfrentar o sistema exige coragem extrema.
De que lado você esta?

Arrependimento


Arrependimento, foi ver o seu sofrimento
Ver as dores e lamentos.
Eu guardo muita coisa aqui dentro,
e isso está me corroendo.


Dá boca pra fora, desculpas são invalidas,
Não queria que acabássemos assim.
Você não é algo ruim.


Ruim?
Eu sou ruim, por te fazer fiar assim.
Por pensar e agir.
Espero que um dia você perdoe o seu monstrinho.


Eu te amo

Quando diz ser superlativa, eu acredito...
Há ecos de infinitivo
na forma como anuncia.


Vejo versos que caminham sem ponto,
mas não lhes falta direção;
há rimas que se escondem
na pausa do olhar.


E se pede para ser recitada,
não lida, não decifrada,
que seja assim:
em voz baixa,
como quem toca o sagrado
com a ponta dos lábios.


Porque algumas mulheres
não se explicam,
acontecem em poesia.

O amor...


Na vida, precisamos nos encontrar primeiro, para que, quando surgir o amor verdadeiro, não nos percamos no outro. O amor deve vir como complemento, porque você, por si só, já é uma pessoa inteira.

Utopias são fáceis de imaginar; realidades exigem ação, não apenas filosofia.

Num mundo onde os certos destroem, ser chamado de louco é elogio.

✨35-36 ( Transição de idade)

Carta aberta.

Quando sentir se tornou meu ponto de virada.

Todo ano eu me prometia recomeçar. Me prometia cuidar mais de mim, prestar atenção no que eu sentia, mudar o que precisava ser mudado. E, ainda assim,

o tempo passou… anos passaram… até que, finalmente, eu me enxerguei.
Logo eu, que sempre me achei tão atenta, tão pronta para resolver qualquer situação que surgisse — desde que não fosse dentro de mim.

Porque para o outro sempre foi fácil.
A palavra saia rápida, certeira, quase automática.
A gente fala, aconselha, acolhe… e acredita que isso basta. E, para o outro, basta mesmo.
Mas quando se trata de nós… ah, aí tudo pesa diferente.

Com a gente própria, a cobrança vira eco.
“Você precisa emagrecer.”
“Você precisa mudar.”
“Você precisa melhorar seus hábitos.”
E essas frases, sem sentimento, viram só barulho. Viram vento.

O difícil nunca foi saber o que fazer.
O difícil sempre foi sentir.
Sentir a dor, o incômodo, a verdade crua.
Mas também sentir orgulho, força, vitória.
Porque é quando a gente sente de verdade que a gente se posiciona.
É quando a gente decide sair do piloto automático e tomar de volta as rédeas da própria vida.

O meu ano 35 foi exatamente isso: um encontro comigo.
Confesso — vivi o que muitos chamam de crise da meia-idade.
Eu chamaria de transição.
Chegaram os questionamentos, as reflexões, as inquietações, as rupturas… e, principalmente, as mudanças internas.

Aquelas que ninguém vê, mas que transformam tudo.

Hoje, olhando para mim com mais honestidade e carinho, reconheço o quanto precisei quebrar para entender minhas peças. O quanto precisei me ouvir. O quanto precisei sentir para, enfim, começar a me reconstruir.

E se tem algo que aprendi, é que o recomeço não mora no calendário.

Mora na coragem.

E essa, eu descobri que eu tenho — e sempre tive.

Cuidar da minha saúde foi meu maior ato de amor próprio.

Perdi 26 quilos, mas o que realmente perdi foram os medos, os hábitos que me prendiam, as versões minhas que já não cabiam mais.

E tudo isso começou por onde todo mundo deveria começar: pela mente.

E como a vida gosta de recompensar quem se reencontra, ganhei meu maior presente:

A minha bebê, que em breve vai chegar trazendo mais luz, mais propósito e ainda mais alegria para os meus dias.

Hoje, finalmente, posso dizer:
eu recomecei.
E dessa vez, por mim.

Anely Sofia 2025.