Coleção pessoal de testeteste123
O cérebro é burro e uma esponja de informação, alimente com informações que são úteis para ele, cuide de sua mente.
"O Altruísmo não é um sentimento de caridade, mas uma escolha de inteligência: é a decisão de que a Quietude do outro é um valor inegociável para a sua própria paz."
"O Amor Sereno não é a ausência de tempestade, mas sim o domínio da emoção. É a escolha de ancorar o navio da relação no porto da Quietude, sabendo que a única coisa que controlamos é a nossa própria bússola."
Quem não busca referências, não sabe a diferença do conhecimento para a ignorância, e vive a vida acreditando que está certo.
Amar é agora.
Ser alguém melhor é agora.
Fazer o bem, ter empatia, demonstrar carinho, cuidar de quem importa… tudo isso é pra hoje.
A vida passa depressa demais pra deixar sentimentos guardados.
A cada dia, o tempo lembra: o que vale é o presente.
Então viva com entrega, ame sem medo, abrace com vontade, diga o que sente.
Porque o tempo não volta, e a vida só acontece quando a gente se permite sentir de verdade.❤️🫀
E eu que, vez em quando, deito um travessão na mensagem — só para ser confundido com um “Chatbot”.
Mas um travessão é muito mais do que sinal gráfico — é um gesto.
Um pequeno ato de ousadia que só pratica quem não teme ser percebido.
Quem escreve com consciência do que carrega, e com a leveza de quem não precisa provar nada além da própria honestidade com as palavras.
Porque, no fundo, escrever é isso:
um jogo silencioso entre coragem e sensibilidade.
Coragem para tocar onde dói —
Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.
E um travessão, bem deitado, talvez seja o símbolo mais humilde dessa bela dança.
Ele separa, sim, mas também aproxima...
Às vezes, pausa… mas empurra adiante.
Ele corta… mas também convoca.
Às vezes parece apenas um traço, mas é um traço que fala:
"Ei, aqui entra algo que só os atentos percebem."
E quem ousa usá-lo não o faz por frescura gramatical —
mas por afeto estético, intuição narrativa,
e essa espécie de maturidade que só têm os bem resolvidos:
bem resolvidos consigo, com o que dizem,
e até com o que deixam de dizer.
No fim, o travessão é como o pincel que se deixa cair de propósito:
não é descuido, é assinatura.
Não é desatenção, é presença.
E se alguém confunde isso com um “Chatbot”…
ah! — que continue confundindo.
Porque a arte, quando bem feita, normalmente já confundiu até quem a criou.
E aqui para nós — risos — às vezes um travessão bem deitado é mesmo isso: um pincel que se joga, de caso pensado, sobre a tela.
Um atrevimento sereno, cheio dessa sinergia rara entre arte, responsabilidade e sensibilidade — um trio que costuma morar apenas nos que já fizeram as pazes consigo e com a própria forma de criar.
A intenção, claro, era fornecer lenha para queimar.
E o fogo aceitou.
Porque, é preciso muita coragem para se aventurar na arte de escrever.
É preciso alguma loucura mansa para deixar palavras escaparem sabendo que podem ferir, curar, provocar ou até acalmar.
E é preciso ainda mais sensibilidade para permitir que elas se entendam com as imagens — porque, quando elas resolvem brincar juntas, quem escreve vira mero coadjuvante.
A palavra abre caminho.
A imagem acende.
O travessão risca.
E o gesto final surge sozinho —
como se a chama tivesse vontade própria.
Talvez não haja atrevimento mais bonito e charmoso do que o dos que se aventuraram e se aventuram no ofício de escrever.
Porque escrever é primeiro se arriscar —
e só depois se revelar.
E haja atrevimento pra tocar quem se atreve a ler!
Pois, quem escreve, abre portas, mas quem lê, precisa ter coragem
de entrar.
No fim, talvez seja assim que a arte realmente nasce:
do encontro entre um risco, uma intenção e a ousadia de se deixar queimar.
E nós apenas sopramos o fogo —
porque a Lenha, a Faísca e o Incêndio Poético
já estavam ali — todos —
pedindo pra brincar.
Você que é adolescente ou jovem iniciante, pesquise em sites de pesquisa e em dicionários por conta própria para saber mais informações da sua dúvida, não espere seus pais ou outras pessoas e nem os professores a darem a resposta que você quer saber.
"A adversidade não é um bloqueio no caminho, mas o mapa inegociável que revela o quão forte é a estrutura da sua Quietude. O caos só tem poder sobre quem se recusa a estudá-lo."
Quando o passado se apaga e o presente te recebe, o que resta é o vazio moldado pelo caos, e um destino que se oculta em seus próprios enigmas.
O passado, que se curvou ao tempo e era presente, cheio de idas e vindas, esvaiu-se como cinzas. E as cinzas voaram, encontrando o vento, que naquele momento era um futuro sussurrante, sem saber se traria palavras de verdades carrascas, cruéis e indecifráveis, ou presentes e bênçãos do imperador imprevisível, ditador e amargo: o tempo.
Ellen De 🌷
Parasita
Essa história é uma que não começa: ela já está no meio. É como uma ampulheta que girou e parou na metade do tempo. Certa vez, uma menina descobriu três coisas: um parasita, uma amizade e uma cobra. Os três estavam dentro dela.
A amizade respondeu para ela da seguinte maneira:
"O parasita que está com você é mais leve que o meu."
A amizade guiou a menina até a suposta cura, em um rio, e disse:
"Esse rio é o fluxo da vida. Se há cura para um parasita, está nele."
O amigo evaporou, deixando-a sozinha. Ela entrou no rio, onde foi puxada. O parasita estava no coração da menina — e era mortal. Ele puxou o coração da garota e emergiu como uma cobra.
Depois dessa descoberta, a história voltou ao início, e ela fez sua última descoberta: aquele parasita só consumia meninas cuja história não tinha início — apenas meio e fim.
Ellen De 🌷
Não temas o desconhecido ainda tem tempo de fazer o novo. Quem não se arrisca permanece confinado em seu próprio aquário — e até a água mais cristalina perde a transparência com o tempo.
É preciso coragem para dar o reset na rotina que aniquila o significado profundo do viver, para apertar o pause no ciclo vicioso que nos transforma em autômatos da sobrevivência diária, e reconhecer que o esforço de desmantelar as fortalezas autoimpostas é o trabalho mais revolucionário. Nós nos aprisionamos em defesas que, paradoxalmente, nos condenam à não-vida, e a liberdade só é conquistada quando ousamos ser despidos das nossas velhas certezas, trocando o conforto da jaula conhecida pelo risco glorioso do horizonte inexplorado.
Desejar o bem do todo e em silêncio, codifica e ativa a comunicação direta com a mente universal, conectando no banco de dados cósmicos.
Não é o que se diz ou se faz, mas sim, o que pensa e o que sente.
Os problemas vem quando sente-se bem em pensar mal no sistema espiritual que calcula e fraciona, pois trabalha na compensação. Aí está o valor inestimável da consciência e do alívio interno.
