Coleção pessoal de testeteste123
Não venha me dizer do seu medo do escuro. Não venha me dizer do seu medo do passado. Não venha me dizer de banalidades nas cidades...
Se com as armas que brincamos, nós mesmos arrumamos nossos funerais, se com as armas que brincamos, nós mesmos nos machucamos...
Eu quero amor e não quero guerras...
Um homem veio pra trazer a liberdade universal em todos corações. E não a soberba, nem a hipocrisia viessem dominar a cada um de nós...
Para que reconhecessem que o amor supera tudo em meio a crises capitais, governamentais e, em tempos de guerras ao mundo veio trazer a paz!
Tudo que te tira a paz é invisível aos olhos. Está ali porque os sentimentos alimentam. Navegar pela alma é encontrar despojos das batalhas diárias e fazer deles troféus na estante da vida!A mão invisível que nos protege e nos toca é a mesma que sacode a árvore. Faz das nossas ações um caminho mais denso, calcado com pedregulhos. Quero um caminho sólido, na solitude do eu. Quero me afastar da solidão. Quero alicerçar o caminho que será trilhado... e tento ser eu.Ouvir dizer: Nenhum homem é uma ilha; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um punhado é arrastado para o mar, se fragmentando como se fosse monturo, como se fosse a casa de estranhos ou fora da minha própria casa; seria a morte de qualquer homem uma insanidade, porque sou parte do Ser. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti. Eu me dobro por ti... A arte está na forma com que se enxerga. O êxito de estar a contemplar a si mesmo e projetar as suas ilusões ou realidades naquilo que lhes apraz... é nosso triunfo diário. Eu, daqui, observo a minha árvore, em um jardim sem pomar, e as sacudidelas que tento dar não têm resultado algum. Isso me convence de que todos os dias, a mão invisível que a toca, testa as suas raízes ao vê-la, imperturbável, não se dobrar… então, danço com a mão invisível entoando uma canção ao vento, me desvencilhando das folhas mortas caídas ao chão...Se eu quisesse sacudir a árvore com as próprias mãos, não seria capaz. É que eu sou como um grão de mostarda, lutando para germinar em terras áridas... na estação errada... O vento, que não vejo, e que atinge a árvore; a perturba e a dobra como quer...Quem nos salvará da ira vindoura? Quem estará nas trincheiras ao teu lado?– E isso importa?– Mais do que a própria guerra.Estamos indiscutivelmente curvados e atados por mãos invisíveis... *Eis aí o grande Leviatã...
*Uma crítica ao Estado no pensamento de:*
Thomas Hobbes
Nietzsche
Adam Smith
Hemingway
Paz, na terra boa vontade aos homens de bom coração, fogem da guerra e não matam um irmão.
Como é triste saber que tornou-se comum, tirar a vida de um ser da espécie humana, que a cada instante, mostra-se extinta...
Sei, que um dia, tudo isto terá fim, ou, o fim de tudo isto, é não mais a gente existir.
Paz, na terra, boa vontatade aos homens, de bom coração....
No ventre escuro, onde a luz não alcança,
Correm rios invisíveis, veias do cimento,
Artérias em fogo, veem a vida em dança,
Sangue que é chama, retém o pensamento. Pulsa em mim o mundo em veias entrelaçadas,
Caminhos secretos, mapas do desejo,
Vazios e cheios, de dores entrelaçadas,
O fluxo que sustém o ser, o medo e o beijo. Artérias são versos que a alma entoa,
Poemas vermelhos, sangue do meu mundo,
Vivo no turbilhão deste sangue que arde,
Renovam destinos no âmago . Em cada pulsar, um grito mudo ecoa,
Faísca de vida no silêncio profundo,
Quem sou senão este fluxo imortal,
Entre luz e sombra, vida e ausência? Crueldade e paixão em ritmo voraz,
Artérias: ferida e beijo fatal,
O sangue que carrego é a própria essência,
Traço minha alma em dança final...
Faróis, luzes à piscar
Em um cenário triste onde vemos
Cenas que parecem irreais...
Tédio, medo, miséria,
O bem contra o mal
Aqui parece que as alegrias são:
Mulheres, futebol e carnaval
Nesse país tropical
Vemos cenas de amor
Politicagem...
Tudo parece tão banal
Quero motivos pra viver
Já que dizem que a esperança
É a última, há morrer
Entro na contramão
Já que a todo custo
Procuram manipular
O cidadão ...
Não, não é ficção!
Mesmo não sendo o astro central
Tudo parece que gira ...
Rotativamente ao meu redor
Mas não pense que estarei
Fechado num pequeno mundo
Onde muitos pensam que me fechei...
Todas as noites irei dormir
Mesmo em noites de verão
Se dá pele, o suor molhar
O lençol...
Quando, eu acordar nascerá
Um outro dia...
Ahhhhh...
Um novo dia !...
Precisamos olhar um pouco mais nos olhos que se desviam na tentativa de ocultar o desejo de dizer...
Neuropsicanalista Rubennita Olyndo
18/11/2025 ⏳00:42
Nas fantasias dos meus dias procuro o caminho que deixastes p trás, mas o tempo vagarosamente ensiste em apaga a tua trilha, no disispero avanso ao seus passos con a sertesa d alcançar
t um dia!
O céu não é o lugar onde você encontrará homens bons, o único homem bom a pisar na terra foi posto em uma cruz, no céu encontraremos aqueles que Ele chamou de filhos
A ausência da palavra
deveria ser crime.
Mas como denunciá-lo?
Se sou ensinada a utilizá-la
apenas para responder perguntas
cujas respostas, no fim,
me oprimem.
O mundo contemporâneo
é o maior defensor da expressão,
mas pouco observo tal gentileza
no momento em que
volto às escolas literárias antigas
e redijo textos
que apenas buscam a razão.
A arte se perdeu.
Afinal, como buscá-la?
O roteiro que o mundo me escreveu
agora está rasgado,
mas continuo seguindo-o
página por página.
Porque a vida é uma mentirosa: sorri para nós enquanto prepara, em um silêncio cruel, sua fatal armadilha. Faz-nos crer na eternidade, nos laços, na permanência, no amor.
Mas no fim… nascemos para sermos deixados. Para sermos atropelados por promessas não cumpridas. Para sermos assassinados pelas mãos frias do tempo que, sorrateiramente, nos vigia
[…]
A vida é quem mata, com crueldade, com prazer, com pretensão.
E o pior?
É que ainda a chamamos de um magno milagre.
“Cuide das suas mágoas em silêncio e trate suas feridas com paciência; não devolva a dor ferindo quem está ao seu redor. Quando a sua cicatriz finalmente fechar, talvez as feridas que você causou nos outros jamais se curem.”
É muito ruim sentir-se ofendido. Mas eu consigo entender que alguns gestos nascem da desatenção, não da intenção, e que nem todos conseguem perceber quando atravessam a fronteira do respeito. Há quem procure moldar o outro segundo suas próprias interpretações, ignorando que cuidado não pedido se transforma em uma intervenção indevida que, mesmo mascarada de preocupação, compromete a integridade emocional e desrespeita a singularidade do outro.
Quando o dia do meu silêncio finalmente chegar, vai doer mais em mim do que em você. Mas vai passar. E em você, a dor vai começar a aumentar, aos poucos… mas ela, ao contrário, não vai passar. A dor vai ficar… para sempre. E ela doerá eternamente.
Se esta rua fosse minha,
Ela seria feliz.
Nela, estariam vivas mais memórias lindas
Do que lembranças tristes.
Haveria mais risos, ao invés de suspiros.
Haveria mais amor, do que dissabor.
Haveria mais alegrias do que noites frias.
Mais companhia do que cama vazia.
Mas aqui, os dias são mais cinzas,
A poesia é quase uma melancolia.
A harmonia é na solidão, e não na empatia.
Se esta rua fosse mesmo a minha,
Ela seria de amor, e não de dor.
Ela seria o meu refúgio, e não o meu amargor.
Ela seria um encontro gostoso, e não um evento choroso.
Nela, morariam tantas lembranças perfeitas, que as rachaduras seriam desfeitas.
Se esta rua fosse, enfim, a minha,
Eu mandaria ladrilhar…
Mas como não é, eu tenho outros caminhos a trilhar.
Outras ruas pra passar.
Outras memórias pra, com afeto, criar, e para depois, com satisfação, recordar.
Se esta rua fosse minha,
ela seria de brilhantes,
para o meu amor passar… e ficar.
Mas ela é de pedra, arrogante,
e o amor só pode atravessá-la
rumo a outro lugar, bem distante daqui.
E nesta rua há, de fato, um bosque:
escuro, cheio de solidão.
Para este amor, só restou a morte,
e o renascimento em outro coração.
