Coleção pessoal de testeteste123
Use a sua espada, que já tomou tantas vidas, pra proteger ao invés de machucar, pois o seu passado não define o que você pode fazer no futuro.
Você acredita na Filosofia(ensinamento) de Jesus o Cristo Nazareno e a coloca em prática ou prefere se Autojustificar para Deus e para as pessoas ao redor com a sua Fé na religião ou na igreja ou pelas Obras da Lei(Torá) ou com a sua espiritualidade?!
Jesus Cristo não voltará mais. Se Ele voltar, vocês não acreditarão Nele, somente na sua existência, mas não em sua sabedoria (Filosofia). Vocês o matariam novamente, vocês já possuem o livro contando a história Dele, vocês estarão no inferno (sheol) onde se rangem os dentes e o verme não morre no sentido metafórico de reviver seus erros. A inércia da evolução diária, o arrependimento de não terem realizado as suas ideias fora das regras impostas pelo sistema mundano.
O castelo de cobre
O masjesto castelo de cobre
Agora está oxidado
O seu laranja brilhante
Passou a ser um verde opaco
Uma rainha antes vivia lá
Mas por ela ele foi abandonado
Aquela mulher orgulhosa
Não iria ficar em um lugar já passado
Por causa de suas paredes fortes
O por ter o teto ainda intacto
Aquele castelo foi intitulado
O lar dos desabrigados
Não posso sucumbir à melancolia — esse monstro noturno que nos vigia sem descanso, esperando o mínimo gesto de fraqueza para invadir o que ainda resta inteiro em nós. Sei que ele ronda. Sei que respira atrás de mim quando caminho pela casa silenciosa. Mas não lhe devo reverência. A melancolia exige joelhos; eu ofereço coluna.
E há dias em que o desespero se insinua no corpo como febre: o amanhã se esconde, o dia seguinte perde o rosto, a existência inteira parece um quarto escuro. Mas sigo. Não por esperança — essa palavra envernizada — mas por teimosia. Por força. Por desafio. O futuro não precisa prometer nada para que eu avance. Basta que exista.
Poeta ou homem comum, não importa: todos carregamos a mesma condenação. A consciência — essa lâmina autônoma que nos enfrenta sem pedido, sem permissão, sem dó. Ela não nos observa: nos disseca. E cobra de nós o sentido que nunca lhe devemos.
Ela pergunta, com insolência: por que continuar? Onde repousa a coragem humana? O que sustenta o passo no meio do caos?
E a resposta não está no conforto, nem na fé, nem em algum alicerce secreto. Está no movimento. Na recusa em tombar. No ato bruto e insubordinado de permanecer, mesmo quando nada, absolutamente nada, garante o chão.
O caos é vasto. A consciência é cruel.
Ainda assim, eu existo.
Isso basta. Isso é tudo.
Acelera o teu coração, não apenas no compasso da paixão, mas também no ritmo da vida.
Corre para junto de mim, como quem busca abrigo, e também como quem persegue um sonho.
Que cada batida seja um passo, e cada passo seja um destino.
Assim, eu continuo — de encontro à felicidade, seja ela o abraço que me espera ou a estrada que me guia.
A loucura em sua plena lucidez é como um farol secreto. Ele só acende para quem enxerga além da superfície.
É muito louco olhar para dentro de si e conseguir decifrar o caos de sentimentos e transformá-los em palavras.
A loucura sempre vem de situações insuportáveis, e a lucidez chega quando precisamos decidir com firmeza.
No fim, viver é sempre um ato suave de desobediência.
Eu sem você
sou barco que veleja
em oceanos sem porto,
sem âncora, sem direção.
Sou vento que sopra vazio,
no peito um mar aberto
que só encontra descanso
quando lembra do teu olhar.
Sem teus braços,
a noite é longa e fria,
e até a lua parece distante,
navegando sozinha no céu.
Mas quando penso em você,
meu coração acende faróis,
e cada onda se torna caminho
para te encontrar de novo.
Porque o amor,
quando é verdadeiro,
sempre devolve o barco
ao abraço do seu destino.
A música que ouves, leve brisa no ar,
Agita tua mente a se soltar.
No silêncio do peito, começa a dançar,
Um ritmo de amor, pronto a despertar. Notas que deslizam, ternas, ao vento,
Deslizam suaves, sem pressentimento.
No compasso do corpo, suave sentimento,
Coração sussurra o doce encantamento. Entre acordes sutis, floresce a paixão,
No abraço invisível da inspiração.
Cada verso encanta, luminosa ilusão,
Refúgio sereno, pura emoção. Deixa que a canção embale teus sonhos,
E o amor, silencioso, escreva seus poemas.
No balanço do som, o tempo é uma verbena ao luar,
Dança no peito, o amor que um dia foi tristonho.
"O amor é um mergulhar fundo no azul do mar e lá encontrar estrelas...
Daí, vem um tubarão branco e estraçalha tudo!'
Haredita Angel
22.11.21
