Coleção pessoal de testeteste123
Enquanto eu gostava dela, ela gostava de pessoas.
Enquanto eu preferia está com ela, ela gostava de festas.
Enquanto eu escolhia ela, ela escolheu qualquer outra coisa mais nunca me escolheu.
Então quando eu a deixei partir, ela falou que eu não compreendia ela. 🤐😶
Estou perdido de amor,
não por ti, mas por não decifrar minhas próprias falhas.
Enredado em segredos que ergui sem perceber,
sou um labirinto sem saída dentro de mim...
Todo paciente pode retornar ao estado mental normal, se ele lembrar da cura espiritual, voltando à prática da medicina definitiva de Deus, fé em Seus conselhos.
A maior boa nova de alegria é rejeitada pela maioria dos homens, visto que seus olhos procuram satisfações passageiras.
Todo exercício tende à perfeição do ofício, da função ou do espírito. menos um que leva à imperfeição da alma, o desejo de praticar o delírio pela corrupção.
Uma vida marcada por Deus caminha em propósito eterno, sustentada pelo Seu Amor, que é maior que Tudo no mundo.
Ser a literal transverberação
que adentra os seus poros
ao redor da umbuzeira
carregada de frutos frescos.
No olhar captando o concúpito
arquitetado que não recuso,
consciente de que não escapo
quando chegar o dia marcado.
Ler no eriçamento do teus pêlos
a alta literatura sendo escrita
antes mesmo de ter começado.
Um paroxismo pelo enfeitiçamento
sedutor que não tem dado sossego
para o corpo, a alma e o sentimento.
Sede, pois, misericordiosos com os fanáticos! A falta de empatia e a intolerância deles não lhes roubam a capacidade de sentir.
O Moinho e a Espera .(Vc demorou muito para decidir)
Metade da vida em silêncio ardente,
Um amor guardado, chama persistente.
Olhos que buscam um rosto na multidão,
Coragem à espera de uma permissão.
O coração na mão, à beira do altar,
Mas o medo tecia o seu demorar.
A circunstância, vento que não se mede,
Rasgou o tecido da frágil rede.
O mundo girou em cores incertas,
E portas antigas, tornaram-se abertas
Para novos caminhos, novos horizontes,
Onde a água da vida corre em outras fontes.
E tu, coração lento, enfim, decidiste,
Quando o campo da espera já não existe.
Chegaste à ribeira, com a voz embargada,
A oferecer a flor que já não é amada.
Trazias a chave, mas a porta fechou,
Pois o rifa do moinho virou.
O moinho girou, e o grão foi moído,
O tempo da espera já tinha findado.
A roda da sorte, com força e com arte,
Desenhou destinos, afastando-se a parte.
O "era uma vez" agora é um "foi assim",
Onde o teu "agora" é o meu "chegou ao fim".
É a vida! E seu curso incontrolável,
Um rio que segue, sempre mutável.
Deixa a saudade ser brisa suave,
Onde o amor que foi, se torna em chave
Para entender que o tempo é um dom fugaz,
E o que se perde, jamais volta atrás.
Gostaria de ler outro poema com um tema diferente, ou que eu crie uma história curta baseada em alguma das emoções deste poema, como a saudade ou a mudança?
Paz e amor!!!
Autor desconhecido
Há almas contraditórias em suas falas púbicas, uma vez que as suas práticas negam o mérito de suas atitudes pessoais.
O mínimo que os políticos devem fazer pelo povo é honrar seus votos para que a nação toda se regozije com a justiça.
O sucesso está na alegria dê-se viver, na busca pelo fazer, viver com soluções invés de problemas, o sucesso incomoda o conforto e preguiça, o sucesso não te permite reclamar ou invejar, o sucesso te obriga a agradecer, gratidão!
Estudei no interior
Com gente que eu saúdo.
Embora sabendo pouco
Nem podendo saber tudo,
Ensino o pouco que sei
Que é pra não ficar miúdo.
(Savio Vinicius)
Natiruts
Ao som de Natiruts, sinto teu amor
É lindo, e estou feliz, que trouxe meu amor (você)
Estou feliz
Me faz bem ou mal, eu esqueço da capital.
Estou feliz agora, por me trazer meu amor (você)
Estou feliz agora.
O silêncio que quase virou amor.
É estranho como, às vezes, a história mais intensa que vivemos é justamente aquela que nunca
aconteceu. Sete meses podem parecer pouco para o mundo, mas quando o coração decide criar raízes
em alguém, o tempo ganha um peso diferente. Foram dias, semanas, quase uma vida inteira de
olhares que diziam tudo o que a boca nunca teve coragem de admitir.
Havia algo ali. Não sei se era destino, ilusão ou só a necessidade de acreditar que alguém
finalmente enxergava aquilo que eu tentava esconder. Toda vez que nossos olhares se cruzavam, algo
dentro de mim se ajeitava, como se o universo desse uma pausa só para que eu pudesse sentir aquele
segundo. E como era profundo… Era quase um diálogo silencioso, uma troca de almas que,
ironicamente, nunca chegou a virar palavra. Mas o silêncio, por mais poético que pareça, também
machuca. Porque ele cresce. Ele ocupa espaço. Ele pesa. E com o tempo, percebi que estava sozinha
numa história que escrevi inteira sem nem que você segurasse a caneta. Meu coração te escolheu, e
você… Você nem percebeu que havia sido escolhido.
Sete meses sustentando um sentimento que nunca se permitiu existir fora do meu peito. Sete
meses de esperança tímida, de idealizações bobas, de perguntas que nunca nem saíram da minha
boca. E no fim, o que restou foi a certeza madura, e dolorosa, de que olhares não são promessas. E
que às vezes a gente se apaixona não pela pessoa em si, mas pela versão que nasce dentro da nossa
imaginação. Ainda assim, não me arrependo. Porque aqueles olhares, por mais breves ou ilusórios
que tenham sido, me deram uma coragem que eu não sabia ter: a de sentir profundamente. A de
desejar intensamente. A de ser vulnerável sem testemunhas.
E isso, por si só, já foi amor o suficiente. Mesmo que só meu.
