Coleção pessoal de testeteste123
Quando você entende que tudo que aparece pra tirar tua paciência é pra te ensinar alguma coisa, vc acaba não perdendo mais a paciência. E sempre aprendendo alguma coisa.
Jefferson silveira torres
Para aqueles que anseiam uma vida duradoura... muitos anos após os 70, saibam que nesta fase, a ausência da dor, é o êxtase da alegria, a vida terrena passa rápido, o que tens de concreto nesta hora, são labutas, enfado e canseira.
Eu tenho um conceito sobre o amor: amar é ir além de algo simples; é mais do que admirar um ser vivente. O amor faz com que tudo à sua volta, mesmo em meio ao caos, se torne perfeito, pois a presença daquela pessoa, mesmo em situações difíceis, faz com que você não precise de mais nada além de oferecer o melhor a ela.
É místico, é forte, é sobrenatural e fenomenal. O amor é inexplicável, assim como o futuro é incerto para nós, pois, afinal, só conseguimos senti-lo no presente, sendo um sentimento lindo e prazeroso.
Todo mundo espera te ver sorrindo, mesmo quando dói. A vida cobra, as pessoas cobram, e a gente aprende a entregar sorrisos como se fossem escudos. Por dentro, porém, existe um limite silencioso — um instante em que o corpo não sustenta mais o disfarce. Então o sorriso se apaga, o brilho dos olhos se retrai, e aquele brilho que sempre existiu no olhar desaparece devagar, diante de todos… e ninguém percebe. Só quem sente sabe.
Poema- Canção da mata
Por entre as veredas longas onde o vento se deita, ergue-se o dia lento, qual velho camponês curvado, e a terra, vermelha e viva, abre o peito ressequido para acolher o suor do homem que nela põe seu fado.
Nas brenhas que o sol coroa, canta o sabiá sereno as folhas, de tão antigas, guardam segredos do tempo, e o rio, que nunca apressa, leva em suas águas mansas
as dores de quem labuta e o amor de quem é atento.
Eu, filho destes sertões, que o mato abraça e consome, carrego o peso da enxada como quem carrega o nome.
Mas quando a tarde desmaia num tom de ouro e púrpura, meu peito se firma e canta — pois é em ti que a alma pulsa.
Ó minha doce senhora, flor que Deus plantou na sombra, teu olhar é brisa leve sobre o rosto de quem sofre;
e teu riso, fonte clara onde até a saudade dorme, é consolo para o homem que vive entre céu e os rochedos.
Aqui, onde o chumbo das nuvens ameaça as madrugadas e o trovão, senhor antigo, açoita o rancho de barro, amo-te com força brava, tal qual o vento das matas que rasga folhas e troncos, mas nunca perde o passo.
Se a vida, por vezes, pesa — qual saco cheio de milho — tu és o alívio doce que ponho sobre o ombro.
És o canto que me guia pelas sendas do destino, és o lume da esperança quando o mundo fica assombro.
E juro, diante da lua, testemunha das distâncias, que hei de te amar, minha bela, enquanto o campo florir,
enquanto houver rio que corra, e o sabiá tenha canto, e o roçar da noite antiga lembrar-me de te sentir.
Pois ainda que o tempo passe, e a roça tome meus dias, teu nome, qual prece antiga, minha alma há de repetir.
E quando o sol, já cansado, encerrar minha jornada, serás tu, minha morena, meu derradeiro sorrir.
A desonestidade é uma sombra que, cedo ou tarde, cobra seu preço. À primeira vista, ela pode até parecer um atalho: rápido, conveniente, invisível. Mas todo atalho que se afasta da verdade cobra pedágio — e é sempre mais caro do que imaginamos.
O ato desonesto soa pequeno no instante em que acontece, mas grande nas consequências que deixa. Ele não corrói apenas a confiança dos outros; corrói também a nossa própria relação com quem somos. A consciência, mesmo silenciosa, é um juiz que nunca tira folga. Quando ferimos a verdade, somos nós os primeiros a saber — e esse conhecimento pesa.
A desonestidade nasce quase sempre do medo: medo de perder, de não ser suficiente, de decepcionar, de enfrentar a realidade como ela é. Mas, ao tentar fugir desses medos, acabamos criando labirintos onde nós mesmos nos aprisionamos. Mentiras pedem manutenção, disfarces exigem esforço, máscaras cansam. A desonestidade, no fundo, dá trabalho — muito mais trabalho do que a verdade.
E, no entanto, pensar sobre desonestidade é pensar, sobretudo, sobre a força transformadora da integridade. Ser honesto não é nunca errar; é ter coragem de encarar os tropeços sem se esconder atrás de atalhos sombrios. É manter o chão firme sob os pés, mesmo quando a vida tenta nos convencer de que a esperteza vale mais que o caráter. Não vale.
Brilhar diante da desonestidade é escolher ser luz onde tantos escolhem atalhos. É decidir que sua palavra vale algo, que sua consciência merece descanso, que sua vida deve ser construída sobre terreno sólido — não sobre areia movediça.
No fim, a verdade é sempre o caminho mais longo… até o momento em que percebemos que é o único que nos leva a algum lugar que realmente vale a pena.
Não fique parado no tempo, esperando pelo acaso.
Seja o vento que ninguém segura e apareça inesperadamente, mostrando sua força e seu poder para mudar uma situação.
A arrogância é um espelho turvo: quem a carrega acredita enxergar grandeza, mas o que reflete, na verdade, é insegurança disfarçada. É como uma armadura brilhante por fora e frágil por dentro — quanto mais reluz, mais denuncia o vazio que tenta proteger.
A essência da arrogância nasce quando confundimos valor com superioridade, quando achamos que o mundo é palco e nós, protagonistas únicos. Mas a vida tem um jeito delicado (e às vezes severo) de nos lembrar que ninguém se sustenta de pé por muito tempo quando se apoia apenas no próprio ego. A queda pode não ser imediata, mas é inevitável — porque quem se coloca acima perde de vista o chão, e o chão é onde a vida realmente acontece.
Curiosamente, a arrogância é a antítese do verdadeiro brilho. A luz genuína não precisa ofuscar ninguém; ela ilumina. Pessoas verdadeiramente grandes não fazem questão de parecer maiores — basta-lhes ser. Sabem ouvir, sabem aprender, sabem reconhecer limites. Não constroem tronos; constroem pontes.
Refletir sobre a arrogância é, no fundo, refletir sobre humildade: esta sim é uma forma de grandeza que não se disfarça, que não grita, que não impõe. Humildade é a coragem de ser inteiro sem ser impositivo, de brilhar sem diminuir ninguém, de reconhecer que todo ser humano — absolutamente todo — traz algo que vale a pena aprender.
No fim, a arrogância é sempre um convite: um convite a olhar para dentro, a perceber o medo escondido atrás do excesso de certeza, e a trocar soberba por humanidade. Quando fazemos isso, algo silencioso e poderoso acontece: o brilho deixa de ser gesto de vaidade e passa a ser luz verdadeira — aquela que não vem de cima, mas de dentro.
O luto é um território onde o tempo anda diferente. Não é atraso, nem falha — é o corpo e a alma tentando compreender a ausência que não cabe em palavras. O luto não é um túnel escuro, como tantos dizem; é uma travessia, sim, mas uma travessia feita de noites e amanheceres entrelaçados, onde dor e amor caminham de mãos dadas.
Perder alguém é sentir o mundo deslocar-se um pouco para o lado, como se tudo estivesse igual, mas profundamente alterado. E, ainda assim, dentro dessa ferida aberta, existe um brilho silencioso: é o amor que permanece. O luto nada mais é do que o eco desse amor, tentando encontrar um novo lugar para morar dentro de nós.
A verdade é que não “superamos” o luto — nós o integramos. Aprendemos a carregar a ausência com mais leveza. Aprendemos que lembrar não é sofrer, mas honrar; que chorar não é fraqueza, mas prova da presença que existiu e transformou quem somos. Com o tempo, a dor muda de textura: deixa de ser um corte bruto e se torna cicatriz sensível, que dói quando tocamos, mas também nos recorda de que vivemos algo real, grande, importante.
Brilhar no luto não significa esconder a dor, mas permitir que ela se transforme. É deixar que o amor que ficou ilumine as partes escuras. É reconhecer que, embora alguém tenha partido, aquilo que essa pessoa despertou em nós — ternura, coragem, riso, memória — permanece vivo.
No fim, o luto é uma prova silenciosa de que tivemos a sorte de amar alguém a ponto de sua ausência mudar nosso mundo. E, pouco a pouco, aprendemos que seguir em frente não é deixar para trás, mas caminhar levando junto — de outro jeito, em outro ritmo, mas com o mesmo amor.
A vida, em sua trama sempre surpreendente, é feita também de arestas — aquelas superfícies ásperas que nos arranham quando menos esperamos. No entanto, é justamente nesses pontos de atrito que a nossa força silenciosa se revela.
As asperezas da vida são as aulas que ninguém pediu, mas que todos recebem. São quedas que nos obrigam a repensar o caminho; são demoras que nos ensinam a paciência; são portas fechadas que, mais tarde, descobrimos ter nos guiado para lugares muito melhores. A dor, nesses momentos, não é um castigo — é um entalhador. Ela esculpe em nós profundidade, compaixão e uma espécie de brilho que só existe em quem já atravessou sombras.
Cada dificuldade polida com coragem transforma-se numa superfície mais lisa dentro de nós. É assim que, pouco a pouco, o que antes era aspereza vira sabedoria; o que nos machucou torna-se memória de superação; e o que parecia insuportável se revela uma ponte para um eu mais forte, mais inteiro.
Brilhar, portanto, não é ignorar as asperezas, mas aprender a refletir luz mesmo através delas — talvez até por causa delas. Afinal, ninguém ascende na vida apenas por triunfos suaves; é nas irregularidades que descobrimos de que material somos feitos. E, muitas vezes, é justamente aí que encontramos nosso brilho mais verdadeiro.
OS MAL - AFORTUNADOS (Luiz Maria Borges dos Reis)
Na bíblia Sagrada vemos as bem-aventuranças contidas no sermão do monte, Lc 6.20-23.
1 - Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos;
2 - e ele passou a ensiná-los, dizendo:
3 - Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4 - Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
5 - Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
6 - Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
7 - Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
8 - Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
9 - Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
10 - Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 - Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós.
12 - Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.
Ao contrário de tudo isso, pude notar hoje ao ouvir uma moça de idade não muito avançada, dizer que está lutando contra a dependência do álcool e das drogas ilícitas, e por várias vezes ao passar pelas ruas da cidade morrendo de sede buscava tomar um copo de água fresca para saciar a sede e ninguém a atendia por medo de ser atacada ou saqueada por ela estar drogada ou alcoolizada.
Vejam quanta maldade do povo aparentemente religioso de frequência diária aos cultos religiosos que sequer tem piedade das pessoas menos favorecidas pela vida e portadoras de doença incurável do álcool ou das drogas ilícitas que além de serem rejeitadas pela sociedade como um todo, são também penalizadas pelas pessoas que as rejeitam como se fossem seres abomináveis pela sociedade civil.
Por fim, ela frisou que quando estava chovendo bastante, ela bebia a água das poças deixadas nas ruas pelas chuvas e muitas das vezes em algumas vendas ou bares da cidade, lhe forneciam a água morna direta da torneira ou quente, como se ela fosse não um ser humano e sim um animal irracional qualquer.
E eu então pergunto-lhes:
1 - Onde está o espírito humanitário deste povo tão religioso quanto parece?
2 - Não seria esse o povo mal – afortunado ao invés de ser o povo bem – aventurado como previsto no Sermão da Montanha?
Ainda dá tempo de mudar de pensamento se quiser ir para a Pátria Celeste, senão serão todos jogados no fogo eterno do inferno, conforme está escrito em Mateus 13:42-43 Bíblia Sagrada, e os lançarão numa fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no reino de seu Pai. Quem é capaz de ouvir, ouça com atenção!”
Nós, negros, não descendemos de escravos.
Nós, negros e negras, descendemos de reis e rainhas africanos,
de líderes tribais.
Somos a herança viva de um povo guerreiro!
Nem sempre a vida é uma via em linha reta, se deparamos em momentos em que não sabemos o que pensar nem fazer. Se depare com a vida, e escolha, continuar na escuridão misteriosa, ou se estagnar na superfície dela.
A terra é meu chão, minha família
A raiz é a saúde, minh e se todos que amo
A folhagem são todas as conquistas
As flores são todas as alegrias
Ass Rose schionato Ribeiro
Baixa renda,
Baixa estima,
Levanta a cabeça
E dá a volta por cima.
Ser pobre
Não é motivo pra fracasso;
O ser humano é matéria-prima,
Coração de aço,
Fábrica de qualidade —
Todos têm certificado de garantia.
Vale euro, dólar,
Moeda da China.
Debaixo da ponte ninguém vê o céu;
Só vê o horizonte
Quem não acredita ser ateu.
Agora, mais do que nunca,
Acredito que o desemprego
É a ocupação de muitos.
Todos têm direitos,
Mas ninguém é satisfeito.
Com pouco estudo,
Estudar é o caminho;
O sistema do computador
Não se entende sozinho.
Em cada lugar,
Uma oportunidade;
No campo ou na cidade,
Há equilíbrio na humanidade.
A cultura modela a humanidade ao seu modo. No entanto, quem a controla é o homem. Quando um indivíduo, muda seu trajeto devido a figura de um gato preto, deixa subentendido, que tal animal é maligno, capaz de prover um efeito negativo e devastor. Porém é um animal dócil feito aos outros de outra cor. Façamos como os filósofos; não sejamos escravizados pelas convenções.
031125
"O mundo olha a dor e vê fraqueza.
Mas Deus olha a dor e vê potência.
Porque Ele sabe transformar feridas em autoridade espiritual."
_Glena Olliver
“Às vezes a vida pede um passo pra trás, não como derrota, mas como impulso. Quem não reconhece o seu valor vai cair no próprio erro — e tudo bem. Ciclos se fecham, portas se abrem, e o que é seu chega no tempo certo. Caminhe firme, coração atento, espírito leve. O novo só aparece quando você decide parar de se contentar com migalhas e escolher o que te honra. Hoje é dia de recomeço — e que seja lindo.”
Me chamam de louco…
Mas se lessem meus pensamentos,
iam ver que a insanidade é só a ponta do iceberg.
Por trás do caos, tem um universo inteiro em expansão,ideias que explodem como supernovas,
planos que desafiam a lógica,
e sonhos que nem a realidade ousa sonhar...
Louco? Talvez.
Mas é só porque minha mente não cabe na caixinha deles."
By Evans .
