Coleção pessoal de testeteste123

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Há batalhas que você vence calado, descobrindo no silêncio o poder de ser maior que seus medos.

A única coisa que você precisa é ser implacável na sua decisão de não voltar atrás. A persistência é a ponte invisível que liga o seu ponto de dor ao cume da sua mais esperada vitória.

Viva o paraíso das pequenas coisas.

Às vezes a vida te dobra, te empurra, te desmonta em silêncio, como quem testa as costuras da tua alma. Mas uma verdade te sustenta: ninguém vence quem aprende a se levantar por dentro.

Super Lua.












Quando anoitece uma luz predomina.
E a cada luz que ela traz sobe ainda mais alto no céu.
As noites são agraciadas com as estrelas ao longe e também com a sua inseparável presença.
Como uma luz clara que ilumina bem perto e até depois dos mares e montanhas.
Com poucas letras no seu nome,mas que são maiores no que ela significa.
Desde os tempos passados.
E em outras noites que ainda retornam com as suas novas aparições.
Graciosa Lua.
Lua esférica de emoções.
Por entre as nuvens não esconde o seu brilhantismo.
A sua face.
Nem o seu movimento espelhado com o do Planeta Terra.
Em duas órbitas as suas atrações se unem.
E formam uma linda conjunção.
Que vem antes desse céu ser assim.
Antes dos mares serem profundos e lendários.
Grande Lua.
Com uma luz que percorre os lados naturais desse planeta.
Principalmente os mares.
Ao qual tem uma força conhecida.
Em cada onda que atravessa.
Sobre o céu noturno com a sua luz de encanto.
Desaguando nos mares e criando outras ondas no seu olhar.
Com uma luz que atrai os mares ao seu encontro.
Nas profundezas da sua beleza lunar.
Com uma face carismática e brilhante.
Em alguns momentos do tempo a sua face parece ainda maior.
Em algumas noites que demoram para ter esse grandioso brilho.
Ainda com as estrelas ao longe no céu noturno.
Em certas noites o seu brilho cresce.
Assim como a sua forma.
Que na fase cheia se movimenta nas noites com uma luz grandiosa e impressionante.
No magnífico céu noturno uma Lua se torna gigantesca.
Na sua face e brilho.
E até no nome.
Um grandioso momento que não brilha somente por algumas horas que o tempo concede.
Vem sendo assim nesse mesmo tempo,há milhares de luares atrás.
Desde que brilhou pela primeira vez nesse céu antes mesmo dele se tornar azul.
E até mesmo antes dos seus mares.
Um brilho de uma Lua.
Com uma grandeza do fundo do seu coração.
Para o Planeta Terra e de um jeito que ela sabe para os seus inesquecíveis mares.
Que por muitas vezes serão atraídos pelo seu encantamento nas noites estreladas.
E que por mais tempo terão os seus sonhos mergulhados por uma luz que não se esvai.
E que a cada retorno trará um brilho mais forte do que aquele que foi visto em uma linda noite passada.

Telescópio Espacial Hubble.
















Em algum dia na década de 1990 muitas coisas sobre astronomia seriam conhecidas e ficariam marcadas por um grande e maravilhoso telescópio.
E alguns anos antes de um esperado lançamento o começo de uma silhueta era pensado em meados da década de 1970.
Entre pensamentos e outros esforços.
Cálculos e determinações.
Com o ir e vir do Sol entre os muitos dias que passavam.
Para que um sonho pudesse ser realizado.
E com paciência e outros detalhes que precisavam ser feitos um fascinante projeto foi concluído na década de 1980.
Um bonito telescópio prateado e elegante.
Com um grande e fino espelho para que conseguisse refletir as belezas do universo.
Um moderno telescópio que revolucionaria um tema.
Em uma base de lançamento um ônibus espacial aguardava a vinda do querido telescópio.
Com o nome de "Discovery",
coincidentemente descobriu como tocar o céu e muitas vezes sonhou com o Planeta Terra em outras viagens espaciais que já havia feito.
Telescópio que foi colocado em um lugar confortável dentro desse ônibus diferente.
Após uma pequena contagem o ônibus espacial Discovery acionou os seus motores e grandes chamas saíram.
E o fizeram subir na direção do céu em uma manhã de 24 de abril de 1990.
Em uma viagem vertical e veloz.
Enquanto formava um arco em seu trajeto pelo céu seguindo rumo à atmosfera terrestre.
Após essa viagem emocionante tanto o ônibus espacial Discovery como o Telescópio Hubble puderam ver o Planeta Terra e a Lua um pouco mais de perto.
Em pouco tempo o ônibus espacial Discovery teve que retornar para um centro espacial onde esperaria por outros voos verticais.
Após deixar em órbita um querido telescópio.
Daquele momento em diante a astronomia seria compreendida de uma forma maior.
O Hubble mostraria o universo no seu passado presente e futuro.
A sua grandiosidade desde a sua origem até a sua contínua expansão.
Um grande espelho com um olhar sincero e transparente com um jeito incrível de observar.
Com esse grande espelho o Telescópio Hubble viu o nascer de estrelas.
Milhares delas brilhando no universo.
Com temperaturas diversas,cores e tamanhos.
Incontáveis estrelas.
Revelando para o Planeta Terra as suas descobertas.
Um pouco acima da atmosfera terrestre o Telescópio Hubble viu grandiosas galáxias brilhando no seu espelho.
Viu galáxias no início da formação do universo.
Galáxias do passado refletindo muitas lembranças desse milagroso lugar.
Iluminado pela luz do Sol a sua forma prateada orbitava dias e noites.
Telescópio que descobriu nas estrelas o seu outro lugar.
Viu a luz ser distorcida enquanto vinha em uma velocidade constante até o seu espelho.
Luz de um passado através de centenas de galáxias próximas em uma ilusão no universo.
Uma curva brilhante em anos-luz de distância de onde orbitava,sorriu para ele em um passado que era trazido na direção do seu espelho.
Querido Telescópio Espacial Hubble.
Olhando para alguns lugares no universo encontrou poderosas gravidades girando em sentidos singelos.
E percebeu que mesmo a luz era distraída por essas formas poderosas e ainda desconhecidas.
O seu grande espelho também descobriu muitos exoplanetas ao redor de uma ou mais estrelas.
Alguns propícios para ter vida parecida ou não com a que ele sabia que existia no Planeta Terra.
Telescópio Espacial Hubble e o seu talento em encontrar maravilhas cósmicas,observou as graciosas Nebulosas.
Em anos-luz cada uma com diversas silhuetas,cores e mais estrelas sendo criadas.
O seu espelho transparente e incrível também quis ver a galáxia em que estava.
Olhando para o centro da Via Láctea encontrou milhares de estrelas.
Muitas estrelas com almas brilhantes.
Enquanto orbitava o Planeta Terra vendo uma bonita Lua no seu espelho.
E mais uma vez na imensidão escura do universo encontrou outras galáxias.
Na direção da constelação da Fornalha muitas galáxias na profundidade do universo.
Até a idade dele foi refletida em luz ao seu espelho por elas.
Um grande telescópio.
Lançando em uma manhã do dia 24 de abril de 1990.
Projetado para revolucionar a astronomia e assim ele fez de um jeito inesquecível.
E ainda faz.
Com mais de três décadas orbitando acima da atmosfera do Planeta Terra.
E a cada momento fazendo novas descobertas.
Um grande telescópio que trouxe para mais perto os encantos do universo.
Desde a sua origem até o nascer de uma nova estrela ou a formação de uma outra galáxia.
No seu espelho um outro exoplaneta,buraco negro, ou uma nebulosa.
E o que mais ele puder encontrar.
Será como se fosse ainda pela primeira vez desde que chegou até as estrelas,mostrando esse raro milagre chamado de universo.

“Um gramado é um descanso para os olhos e um sussurro para a alma: ali, até o silêncio cria raiz.”

Aqui, só havia eu e minha jangada.
Ao redor, árvores e mais nada.
Queria tê-la para viajarmos às Américas,
ver além das telas.

Remendando-a constantemente, cuidava dela com bom gosto.
Laçando-a a uma quina, procurava mantê-la a salvo.
O tempo muito se passou, já se ia agosto.
O aglomerado de madeiras se soltava frequentemente.

Remendo, remendo, remendo…
A jangada mostrava-se diferente.
Apesar de perto, estava distante.
Talvez por isso eu estava tremendo.

Chovendo, corria para segurá-la.
Trovoando, permanecia para amá-la.
Quando o Sol voltou das cinzas e a alegrou,
ela, da minha mão, desagarrou.

Minha querida jangada, cuido de ti há meses.
Minha querida jangada, tento ir contigo às alturas.
Esforcei-me para estar contigo nas aventuras,
mas afundaste-me umas tantas vezes.

Logo que afundávamos, segurava-te antes de mim.
Puxava-te para a superfície e remendava-te.
Era indescritível o quanto te queria.

Nadaria rios inteiros atrás de ti.
Nenhuma outra me fará experienciar o que, por ti, senti.
Carregaste a esperança de noites melhores.
Cultivaste a criação de sonhos maiores.

A terra de Gonçalves Dias pode ter palmeiras.
As aves, lá, que gorjeiem à vontade.
As estrelas, que brilhem.
Que os bosques vivam lá.

Minha terra tinha mais vida,
onde navega a minha jangada.
O vento, que aqui atravessa os fios de cabelo,
não faz o mesmo lá.
Minha jangada tinha mais vida,
e a minha vida, mais amor.

Oh, querida jangada…
Como ainda te espero para navegarmos,
esperançoso de mais uma vez nos amarmos.
Perdoo-te, minha amada.

A tua ida aos céus

Um carro preto, tão escuro quanto o céu, aconchegava dentro de si um belo casal de humanos.
Humanos estes que, a todo momento, ficavam batendo nos cantos.
Um jovem casal belissimamente lindo!
Pena que o jovem rapaz não sabia o que estava vindo…

Ao ligar o velho motor, tomou-se pela dor,
porém preferiu ignorá-la, para não tirar de sua garota o sorriso.
Garota elegante, com olhos cor de madeira e cabelo cor de petróleo,
olhava-o com certa ambiguidade em seu olhar.
Pena que o jovem não houve de notar.
À toa, o carro gastava seu óleo.

Cada hora da noite — noite esta que se assemelhava mais à eternidade — os dois, novamente, demonstravam um amor que, confesso eu, nunca antes recebi, um amor cheio de reciprocidade.
Como queria estar igual aos pombinhos, amando na flor da idade!
Continuemos…
Seguiram-se amando, trocando beijos e palavras lindíssimas.
Pena que, para o jovem rapaz, estas seriam as últimas.

O seu olhar a fitava, amava e a desejava ao seu bombeador de sangue.
A sua mão a tocava, ou melhor, tratava-a como a uma mulher.
Depois de um tempo, a viagem seguiu.

Um caminhão, maior que minha mão, foi de encontro ao carro.
Talvez para cobrar-lhe uma antiga dívida?
Pena saber que, para o jovem, o combinado custou caro.
A jovem, por sua vez, teve a sua saúde mantida.

Colocaram o jovem sobre uma caminha — acredito que se chame “maca” —
e levaram-no, com certa despreocupação, a uma salinha cujas paredes e cujo teto eram brancos e sem vida.
No lugar, não havia nada, mas isto não era um problema ao rapaz,
pois ele sabia que, ao fim, teria perto de si sua mulher.

Os dias corriam de um lado ao outro, claramente sem rumo algum.
No entanto, não havia preocupação,
porque carregava a imagem daquela detentora de seu coração.
Não se queixava de remédio nenhum.

Os olhos, ainda brilhantes, namoravam a porta.
Sempre achei aquela porta digna de ser aberta por uma linda dama
que, no momento em que estivesse eu dentro de uma ilusão, me visitasse na cama,
que segurasse, em suas mãos de coelho, uma deliciosa torta, sorrindo para mim enquanto uma fatia corta.

Desculpe, continuemos…

O tempo muito se passou,
e a moça, no prédio, nem sequer pisou.
Pelo grau do acidente, o pobre rapaz perdeu parte de sua coordenação motora da região inferior.

Se ao menos ela o visse, poderia facilmente tratar de seu caso com o seu simples amor.
Se ao menos… Se ao menos tivesse…

Aos poucos, o movimento no interior foi diminuindo…
Mesmo em sonhos, não a conseguia ver ao seu lado sorrindo.
O lugar tornou-se um velho prédio onde todos os profissionais ficaram à disposição.
Suas pernas, já saudáveis, entrelaçavam os dedos ansiosamente.
Seus dentes chocavam-se uns contra os outros de nervoso,
e seu coração se quebrava em sua totalidade. Neste momento, arrisco dizer que parte dele foi eliminada pelos sucessivos vômitos de tristeza.
Ao final de seus dias, ficava de prantos em sua pequena mesa.

Na hora de sua partida, pegou seus pertences, derrubando um oceano de mágoas pelo chão.
No instante em que deixou o hospital, olhou ao pobre e triste céu,
querendo ver novamente sua amada e cobri-la com um lindo véu.
Pobre jovem… não há nada neste mundo material para segurar sua mão.

O homem foi caminhando a um local cheio de pedras com formato de paralelepípedo.
O lugar era belo; havia uma quantidade rica de flores deixadas por aqueles que, igual a ele, sentiam as mesmas dores.
Ele, a fim de honrar o local em que estava inserido, levava consigo um lindo conjunto de rosas que, milagrosamente, deixaram-no com o peito aconchegado.

“Como eu a amo!
Como eu a vislumbrava!
Uma mulher que, durante sua vida, feliz o meu coração deixava!
Como eu a amo!”

“Entre cada fio de grama há um universo minúsculo lembrando que o essencial nunca grita, só cresce.”

"Eu disse a ela: 'Vamos ser sinceros. Uma das nossas diferenças é que você sempre alega falta tempo, enquanto em mim o tempo sobra!' "
Frase Minha 0213, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

No fim, o que resta são rotinas que nos salvam do abismo. Rituais simples, um café, uma carta, um olhar, fazem ponte. Construo essas pontes com mãos gastas e coração atento. Elas não garantem paz eterna, mas oferecem travessia. E atravesso, sabendo que, por ora, já é suficiente.

"Se vai se meter a fazer, tem que saber fazer. Seja lá o que for, uai!"
Frase Minha 0212, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

A coragem poética é dizer o que dói sem glamour. É admitir feridas no verso e na vida concreta. Quem mostra o corte sem pedir consolo cria afinidade. Pois a verdade desnuda convida outros a se despirem também. E juntos aprendemos que a humanidade é um círculo de cuidados.

Reinventar-se não é apagar o que foi, é reutilizar com arte. Tomo meus escombros e deles faço abrigo novo. Nem todo passado vira cinza, alguns viram tijolo. Com esses tijolos construo portas que antes não havia. E ao atravessá-las, descubro paisagens que desconhecia.

Estação Espacial Internacional.














Uma grande estrutura como um observatório futurista com vários cômodos,corredores,
painéis dourados e muitas janelas foi imaginada no ano de 1998.
Mas antes de completar a sua forma,rascunhos foram feitos em centenas de papéis ainda tentando encontrar um desenho ideal.
Com bastante cálculos e linhas com números e letras.
Lápis e canetas eram necessários em cada pensar.
Um imenso projeto teve o seu início em uma manhã.
O primeiro módulo foi levado na direção da atmosfera terrestre no dia 20 de Novembro de 1998.
Em um voo histórico e importante para a astronomia.
No dia 6 de Dezembro daquele ano a montagem de uma grande estrutura começava.
Com muitos voos e o esforço que estava em cada instante desde aqueles papéis,letras e números.
Em lugares definidos ônibus espaciais esperavam mais módulos.
Para que pudessem levá-los acima do céu,onde o Planeta Terra e a Lua seriam vistos de um jeito diferente.
Com pouca gravidade cada módulo era fixado de um jeito calmo,tendo a face da Lua como novas inspirações.
Sendo observados pelo Sol e o Planeta Terra cada ônibus espacial era tocado pela luz do Sol enquanto via sob as suas asas um lindo lugar azul e verde que estava presente nas suas formas especiais ao longe.
Enquanto o Planeta Terra seguia em rotação e translação mais módulos chegavam e calmamente era deixados com outros.
E dias bonitos nasciam com o Sol.
Enquanto outros voos levavam acima do céu pedaços de dedicação,concentração e satisfação.
Distante em uma unidade astronômica o Sol iluminava cada módulo e cada ônibus espacial.
Do outro lado a Lua mostrava uma outra fase.
Uma grande estrutura com painéis dourados energizados pela luz do Sol.
Luz solar como um poderoso impulso que brilhava sobre a quase terminada estação.
Com mais outros voos espaciais um bonito projeto foi terminado em 8 de julho de 2011.
Alguns anos entre voos e mais do que um amanhecer e anoitecer.
Uma grande estrutura para poder observar e estudar o Sol e a sua luz,o Planeta Terra e os seus movimentos e a Lua.
Sobre as muitas distinções dos exoplanetas.
As galáxias e as suas belezas.
E viagens para um outro planeta no Sistema Solar.
Um outro satélite natural,nebulosas,
constelações e outras milhares de estrelas.
Para a Estação Espacial Internacional cada nova descoberta seria algo único.
Em anotações e em fotografias para mais um entendimento da astronomia.
E até nos mais lindos sons vindos do universo a sua forma sentiria coisas puras atravessando os seus voos dourados.
Seria mais um motivo para continuar nessa maravilhosa jornada.
Flutuando sobre o Planeta Terra em uma grande velocidade.
Com os seus painéis impulsionandos pela luz solar.
E mais coisas sobre ciência e astronomia serão compreendidas.
Nos lados da Estação Espacial Internacional levitam memórias de coisas que estão no Planeta Terra.
De uma preciosa natureza e dos dias sobre ela.
Uma grande estrutura montada acima do Planeta Terra após tantos voos dos ônibus espaciais.
Com uma Lua feliz e um Sol radiante sobre ela.
Orbitando em alta velocidade como faz um planeta há milhares de anos.
Estação Espacial Internacional que contempla as manhãs virarem noites.
Muitas vezes foi assim e ainda será por muito tempo.
Sendo possível observar as coloridas auroras enquanto orbita um pequeno planeta.
Entre as auroras e as suas cores a luz do Sol se reencontra com movimentos que o Planeta Terra faz vindos de sua vida.
Acima do céu e contemplando as maravilhas do universo,uma estrutura voa entre o Planeta Terra e a Lua.
Vendo por anos-luz em suas janelas e algo dentro de si as estrelas que brilham na imensidão do universo.
Repleta de esperanças e sonhos uma estação voa sobre os seus sentimentos.
Em cada órbita que a Estação Espacial Internacional completa ao redor do Planeta Terra é como se estivesse contornando a sua forma imaginada.
Entre as manhãs e as noites que voltam sobre si os seus sentimentos estarão alinhados com um planeta que reflete em rotação e translação coisas sobre a sua natureza.
A sua outra vida.
Sobre os seus sonhos com o Sol e a Lua.
Que na Estação Espacial Internacional foram deixados para os outros voos sentimentais que ela ainda fará ao redor de um querido planeta.

A fé genuína é questionadora, não aceita respostas prontas. Ela pede provas, duvida e, depois, acredita com convicção medida. Essa fé é adulta: não precisa de cenários épicos para existir. Vive de pequenos milagres domésticos e de evidências quietas. E se fortalece no exame honesto dos próprios limites.

Contigo somente existe


a possibilidade teleológica


de pertencer sem volta,


A conversa simples e dialógica,


e o silêncio que revigora,


Com direito a cabeça apoiada


no seu ombro com direito


as boas feituras e partilhas


da memória conjunta analógica,


Com presença satisfatória


um dando na boca do outro


austrais Morangos-da-costa


com toda a delícia amorosa.

A compaixão por mim começa por aceitar a minha lentidão. Nem tudo que quero se resolve em pressa. Há processos que têm horário próprio, distante do relógio. Deixo-os correr com sua cadência e não os atropelo. A lentidão vira cuidado, e o cuidado vira respeito.

A integridade é um pequeno altar que levo no bolso. Não a exponho para que se veja, guardo-a para que funcione. Ela me lembra decisões quando o mercado pede atalhos. Ser íntegro é preferir a estrada estreita e firme. E assim chego ao fim do dia com pouco peso na consciência.