Coleção pessoal de testeteste123
Fé é motivação também, mesmo que traga um pouco de expectativa, essa da qual eu não gosto muito porque pode te trair
“Entre acordes e sorrisos, a vida encontra seu ritmo: nada é mais forte que a verdade que nasce quando a gente toca junto.”
Inúmeras vezes ao dia
Eu paro tudo o que estou fazendo...
E penso em você!
Então olho para um ponto fixo
E espero o coração
Parar de doer...
Quando o Senhor tem um propósito para nossa vida, tornamo-nos uma pedra preciosa, lapidada com Amor pelo Pai, e nada pode impedir que o Plano Perfeito de Deus se cumpra em nós
A vida é às vezes como um vento leve até brisa suave... Mas, na sua maior parte do tempo, vemos ela como uma tempestade!
"O que é pior... Para você? Achar, mas não saber? Ou saber, mas não ter certeza?"
Frase Minha 0440, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Você sabia?
Dezembro
é o mês do arqueiro
Mazal Kislev,
a seta do Sagitário.
Representante da luta
contra as forças nefastas
Aquele que deixa
o humano improdutivo!
É reconhecido também,
como o mês do sono...
Final de Ano,
época propícia
para recuperar
as energias gastas.
O sono é que encaminha
a mente aos sonhos!
Reflete o momento
eleva a alma.
Faz soltar
a imaginação
O poder criativo
existente,
na humana criatura
O sol atravessa Sagitário
a nona Constelação.
Regida pelo planeta Júpiter
Trata-se do Nono mês
do calendário cabalístico.
Tempo das luzes!
Tempo do entendimento.
É para produção
bons pensamentos
Mirar a seta confiante
para as janelas da alma.
Lembre-se de que,
o olho direito
regido pelo arqueiro,
é forte e certeiro.
"Se seu olho for bom
todo o seu corpo
será Luz."
"Humildade só falada quase nunca é praticada!"
Frase Minha 0439, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
O presente pode apenas significar que uma longa história passada ainda não passou e que o futuro estará plenamente comprometido como uma velha carruagem envelhecida onde persistem os mesmos fantasmas.
"Certos diretores de cinema insistem nisso de que 'a cena tem que ser realista'. Pra quê? O filme é todinho ficção, invenção, cenário e/ou mentira... Pra que, então, isso de 'Realismo'? HeuHein!"
Frase Minha 0438, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Oração à Água
Água, que corre sem pedir licença. Água, que leva embora o peso do dia. Água, que dissolve o cansaço e devolve o silêncio.
Que tu tragas leveza. Que tu tragas paz. Que tu tragas o descanso que o corpo implora.
Que cada gota seja alívio. Que cada corrente seja abraço. Que cada onda seja promessa de recomeço.
Água que não guarda rancor. Água que não prende, que não exige. Água que apenas flui, e ao fluir ensina: tudo passa, tudo se renova, tudo se transforma.
Que eu possa repousar em ti, como rio que encontra o mar. Que eu possa me entregar ao teu fluxo, sem medo, sem resistência, sem dor.
Água, lava-me. Água, acalma-me. Água, embala-me.
E no fim do dia, quando o sol se despede e a noite se abre, que tu sejas meu refúgio, meu descanso, minha paz.
Não somos donos do coração alheio. Mas somos responsáveis pelas marcas que deixamos nele.
Responsabilidade afetiva é não brincar com fogo em terreno de sentimentos. É não acender esperanças que não pretendemos sustentar. É não alimentar ilusões que sabemos frágeis demais para sobreviver.
Não é culpa. Não é prisão. Não é obrigação de corresponder. É consciência.
O outro pode distorcer. Pode se sabotar. Pode vestir o vitimismo como armadura. Mas isso não nos torna culpados. Nos torna apenas testemunhas da escolha dele.
Responsabilidade afetiva é clareza. É dizer “não” sem crueldade. É dizer “sim” sem manipulação. É dizer “eu não posso” sem medo.
Não carregamos o peso das narrativas inventadas. Não somos responsáveis pelos abismos que o outro cava para si. Somos responsáveis apenas por não empurrá-lo lá dentro.
Amar é liberdade. Relacionar-se é pacto. E responsabilidade afetiva é o fio invisível que sustenta esse pacto.
Ela termina onde começa a escolha do outro. Ela se dissolve quando a verdade é distorcida. Ela se mantém viva apenas na honestidade.
Porque no fim, responsabilidade afetiva é isso: um compromisso silencioso de não ferir além do inevitável, de não causar tempestades desnecessárias, de não transformar o encontro em campo de batalha.
É poesia feita de respeito. É ética feita de cuidado. É amor feito de verdade.
Tatianne Ernesto S. Passaes
A responsabilidade afetiva é como caminhar sobre uma ponte feita de palavras e silêncios. Cada gesto, cada promessa, cada ausência, constrói ou destrói o caminho que o outro percorre até nós. Não temos o poder de controlar o que nasce no coração alheio, mas temos o dever de não incendiar esse terreno com descuido.
Há quem transforme a própria dor em narrativa, quem se agarre ao vitimismo como se fosse abrigo. E nesse instante, a responsabilidade afetiva encontra seu limite: não é possível carregar nos ombros o peso das distorções que o outro escolhe alimentar. Podemos ser claros, honestos, transparentes — mas não podemos impedir que alguém se sabote, que crie labirintos internos onde nossas palavras se perdem.
Responsabilidade afetiva não é submissão, não é culpa, não é prisão. É consciência. É dizer “eu não posso te dar isso” sem crueldade, é não alimentar ilusões que sabemos não florescerão. É cuidar para que o outro não se torne apenas reflexo de nossas carências, mas presença viva e respeitada.
E quando o outro insiste em se colocar como vítima, mesmo diante da clareza, é preciso lembrar: cada um é guardião das próprias feridas. Podemos oferecer cuidado, mas não podemos curar o que o outro insiste em abrir. Podemos estender a mão, mas não podemos obrigar ninguém a sair do abismo que construiu para si.
Responsabilidade afetiva é, no fundo, um pacto de humanidade. É reconhecer que sentimentos são rios que correm livres, mas que nossas margens podem guiar ou ferir o fluxo. É saber que não somos donos da emoção alheia, mas somos responsáveis por não lançar pedras que causem tempestades desnecessárias.
E assim seguimos: entre a delicadeza de ser honesto e a firmeza de colocar limites. Entre o desejo de cuidar e a consciência de que não podemos salvar quem não quer ser salvo. Porque amar — ou simplesmente se relacionar — é também aceitar que o outro tem sua própria narrativa, e que nossa responsabilidade termina onde começa a escolha dele de se perder ou se encontrar.
Tatianne Ernesto S. Passes
Com um pé na melancolia e outro no sobrenatural, escrevo sobre o peso silencioso dos dias, sobre a efemeridade da vida e sobre coisas que preferimos não ver.
