Coleção pessoal de testeteste123
“A tua vida só progride quando tu paras de fugir da verdade e começas a encarar aquilo que tens evitado há anos.”
A tua vida só começa de verdade quando assumes responsabilidade brutal por quem te tornas - e paras de culpar o mundo pelo que ainda não conquistaste.
A dúvida é uma doença, se você for contagiado e não buscar a cura a dúvida te destruirá psicologicamente, pois a cura é a certeza e não existe cura para aquilo que você não tem certeza, ou você morre psicologicamente ou você se cura!
Merece bastante admiração e respeito por sua inteligência notável, sua maturidade precoce em constante desenvolvimento, por sua beleza ser a sua qualidade menos interessante,
Também por enfrentar seus medos e inseguranças para alcançar as suas metas como cuidar daqueles que ama e porque um dia, no tempo certo de Deus, será uma médica e tanto,
Dando continuidade de ser uma bênção para os outros e para os seus, uma Clara evidência da existência do Deus Amoroso naquilo que fica exposto e principalmente na sua essência.
Melhor não compartilhar tudo, muito menos com todos e que os poucos saibam apenas uma parte para que assim possam ser evitados os possíveis desconfortos, desprovidos de cordialidade, um explícito desgosto
Aqueles temerosos que só fazem mal, que podem infelizmente prejudicar o sono, atrapalhar algum momento especial como a alegria da realização de um sonho, baseado numa percepção bastante superficial
Então, quando necessário, faça silêncio a respeito de determinados assuntos, principalmente, os propósitos que ainda não foram alcançados, não por medo que não deem certo e sim para não ouvir pobres comentários.
“Aproveite as oportunidades que a vida te oferece. Elas escorrem como água entre os dedos… e não retornam. A vida não é teatro; não repete cenas.”
A minha jornada nesta terra pela permissão do Senhor, ainda continua, pois a minha existência completou mais um ciclo, o início de um novo começo, Zelo de um Amor certamente inconfundível e que não tem preço
Compensando todos os dias difíceis, os tantos desequilíbrios e aquela velha sensação de ter chegado ao meu limite, mostrando que nada disso foi em vão e que cada avanço se mostrou ser muito significativo
Batalhas, regozijos, acertos, vitórias, erros, lágrimas e risos, lugares e pessoas, onde tudo faz parte da minha história e alguns permanecem comigo, de diversas formas entre várias situações, cujas principais trago na memória
Mais uma grande razão para que o meu coração esteja agradecido nesta data, somada a todas as bênçãos de Deus até agora, que tanto fortalecem a minha alma, renovam minhas forças e me fazem continuar a minha jornada.
Eu te vi como ninguém nunca viu...
Te vi nua, sem máscaras, magra, linda, insegura, com medo de errar...
Te vi grávida, vulnerável, com o corpo transformado e a cabeça triste, sem autoestima.
Te vi flácida, fragilizada, achando que eu iria te olhar diferente — e eu fiquei, eu te ajudei, te cuidei, te mudei.
Te vi irritada, doente, chorando, tremendo... Sem dormir, com dor nas costas, irritada mas sempre sem saber pra onde ir.
Eu te vi e te cuidei nos dias q você queria sumir.
Naqueles dias que só meu cafuné e meu abraço te acolhiam.
Eu te vi nos surtos, quando tu empurrava teus medos pra cima de mim.
Eu te vi mentindo por pânico, com medo de me perder, quando outras vezes tudo o q quis foi me abandonar.
Eu te vi fazendo ultrassom tensa, segurando minha mão forte demais com medo de não escutar o batimento.
Eu te vi no hospital, 12 horas chorando pela dor e pelo medo, e te vi me culpando quando não pude estar perto.
Eu via teus olhos sorrindo quando sentia o Murilo mexer.
Eu te vi comendo rápido pra tentar esconder a ansiedade.
Te vi reclamando das dores nas pernas, no peito, nos pés e eu fiz massagem naqueles pães.
Eu te vi vomitando, deitada no chuveiro porque não tinha força.
Eu te vi chorando arrependida, querendo se jogar do carro pra provar amor.
Eu te vi no parto, momento que só eu e você sabemos.
Eu te vi cuidando do Murilo bebê.
Te vi corcunda, dizendo que doía tudo...
E eu fiquei ali, o Murilo numa mão e você na outra.
Eu te vi tentando esconder tuas estrias, teu cansaço, as quedas de cabelo.
Eu te vi querendo ser forte o tempo todo e eu sempre contigo, das 6 e 30 da manhã dos domingos q você trabalhava, as madrugadas com o Murilo na clínica enquanto você fazia as medicações com a tua mãe.
Eu te vi pegar o Murilo recém-nascido sem saber como seria dali pra frente
Eu te vi chateada por eu não poder passar a noite com vocês...
Eu te vi mãe pela segunda vez — e foi lindo, mesmo na bagunça.
Eu te vi dormindo sentada, exausta.
Eu te vi com olheiras que nenhum filtro ia esconder.
Te vi rindo e chorando no mesmo minuto.
Eu te vi sem poder levantar da cama.
Eu te vi com medo da chuva
Eu te vi desamparada,
Eu te vi em êxtase, após o melhor amor da tua vida, falando que não existia nada como aquilo...
Eu te vi por completo, Jaine — a mãe que queria eu como pai da filha, a mulher magoada pelo marido não confrontar a ex enquanto ela era insuportável, eu te vi perder a linha e culpar o Be pelas atitudes da mãe dele.
E eu nunca quis ir embora.
Eu te mediquei, te curei, passei madrugadas te fazendo cafuné já separados.
Eu te cuidei e te vi em situações que nenhuma outra pessoa vai ver,
Eu toquei em partes que ninguém vai tocar, não por prazer, mas por cuidado.
E mesmo tendo visto a tua alma nua...
Visto mentiras e teu lado perverso, vendo a manipulação e a humilhação e por isso te disse coisas horríveis, tudo o q eu sempre quis era que tu me provasse que era mentira... As palavras que eu disse foram mais reflexos dos machucados que eu absorvi do que o q eu sentia, doeu em mim muito mais porque eu te amei de um jeito que nem você se amou...
Mas tu escolheu me tratar pior do que alguém q você conheceu no dia anterior.
Não entendo pq riu da minha dor.
Escolheu usar o amor que te cuidava pra me humilhar.
Escolheu se magoar por palavras que já entraram em mim me machucando e só repassei pra ti a dor de se apagar toda a história que um dia escrevemos.
Tu escolheu testar, manipular, diminuir o homem que sempre só se dedicou a ti.
Mas mesmo assim eu te entendo.
Eu tinha amor, muito amor pra te dar e não me importava em ser humilhado.
Tu tinha esse buraco na alma que eu tentei preencher com amor mas nunca foi suficiente.
Hoje eu fecho o ciclo, o amor que eu te dei, pode ficar,
Eu aprendi a criar amor de onde deixaste cicatriz.
No vazio cheio de significado, o nada abraça tudo sem explicação. O tempo se dobra sobre si mesmo, criando curvas que não levam a lugar algum, mas definem o espaço entre ser e não-ser. O silêncio ruge e o imobilismo se move, revelando a plenitude do incompreensível. Cada fragmento desconexo é a peça que falta na arquitetura confusa do existir. A verdade se esconde no paradoxo: que nada faça sentido, e ainda assim tudo seja perfeito. A filosofia surge não no esclarecimento, mas na entrega ao absurdo, onde lógica naufraga e sentido se dissolve em ausência e presença simultâneas.
Nosso Salvador, Jesus Cristo, morreu na cruz.
Nela, sangrou por nós.
Muitos já não acreditam mais.
Um homem sem fé é como um homem sem olhos e sem ouvidos.
No mundo em que vivemos, muitos vivem apenas pelos prazeres da carne
e se esquecem da alma e do Espírito Santo.
Pois Ele nos deu o livre-arbítrio
para fazermos o que quisermos de nossas vidas.
Mas, ao longo do tempo, nós, seres humanos, erramos demais.
Chegamos a um nível de pobreza espiritual,
de inveja, ganância, egoísmo e tristeza.
O poder enlouqueceu o homem.
O poder muda todos.
Já não podemos confiar em ninguém.
A vida é traiçoeira.
O mundo é ilusão.
Tudo é passageiro.
Quem tem, chora miséria;
mas quem não tem é quem sempre tem para dar.
E assim sobrevivemos
neste mundo louco.
“Ao deitar, deixo que a noite embale minha consciência. Entre o silêncio e as estrelas, encontro gratidão pelo dia que vivi e serenidade para o amanhã que virá.”
Roberto Ikeda
A anedonia é como um apagão silencioso dentro de mim.
Não leva embora apenas a alegria — ela leva o brilho, o impulso, o gosto das coisas que antes me moviam.
É estranho existir assim: lembrar do que um dia me fez sorrir e, ao mesmo tempo, não sentir mais nada.
É como tocar uma memória com as mãos, mas não conseguir alcançar o sentimento que deveria acompanhá-la.
Por fora, tudo parece igual.
Por dentro, é como se alguém tivesse apertado um botão e desligado a parte da alma que reage, vibra, celebra.
Não é falta de vontade.
Não é frescura.
É não conseguir sentir.
É olhar para momentos que deveriam me encantar… e não sentir absolutamente nada.
É querer participar da vida e, ao mesmo tempo, se perceber distante, apagada, desligada do próprio corpo.
A anedonia não rouba só o sorriso.
Ela rouba o caminho que leva até ele.
E é dessa prisão silenciosa que, todos os dias, eu tento me libertar.
"Nossa essência é intrínseca, pode servir como um elixir se quiser cativar, ou emanar gases putrefatos."
"Não somos vítimas passivas da nossa história; somos os arquitetos ativos do nosso futuro, utilizando as lições do passado como o material de construção."
