Coleção pessoal de testeteste123

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Jamais serei o mesmo! Fiz demais e me arrependi! Dei o meu melhor e não valeu a pena! Fui melhor do que a mim mesmo e nada mudou! As pessoas tem tudo e o Todo em sua frente e só se tocam disso, quando já é tarde.

Se os homens maus não respeitam o próprio Deus, não espere que eles respeitem você.

Esperar não é inércia, é plantar coragem todos os dias no terreno instável do tempo.

Conquistar é beijar o próprio espinho, aceitar o corte e seguir com a mão ainda aberta.

A dor não é fim, é página espessa que engrossa a letra da coragem e nos obriga a reler a vida.

Quando a alma geme, a música responde com acordes que costuram o peito e reaprendem
o fôlego.

O silêncio guarda verdades como cartas antigas que a pressa nunca se permite abrir.

A fé humilde não nega o medo, atravessa-o com mãos trêmulas
e passos pequenos, sem
desviar o olhar.

Mendigo e o Milionário
Qual a diferença entre o mendigo e o milionário?
Apenas o pensamento.
Um acredita que pode; o outro esqueceu que podia.
Livro F+E+R Equação de Enriquecimento
Autor: Héctor Luiz Borecki Carrillo

"Sabe com quem está falando? Claro que não! Na Internet geralmente ninguém sabe de verdade com quem está falando. É ou não tem sido?"
0798 | Criado por Mim | Em 2014

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Diferentemente de alguns (que mentem), dinheiro eu preciso e gosto. Diferentemente de alguns!"
0797 | Criado por Mim | Em 2014


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thudocomh.blogspot.com

"Preciso de uma massagista para me relaxar dos pés às cabeças!"
0796 | Criado por Mim | Em 2014

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Que as boas palavras sejam sementes lançadas ao vento,
percorram o mundo, toquem corações
e retornem a nós em forma de paz, luz e bons fluidos.
Porque toda palavra dita com verdade e amor
sempre encontra o caminho de volta.

Que as boas palavras percorram o mundo e retornem com bons fluidos.

"O problema de ser rico é se não é. Ou se não for. Ou se nunca será! Esse é o problema!"
0795 | Criado por Mim | Em 2014


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thudocomh.blogspot.com

A vida vivida é como um livro já escrito: cada página traz marcas de escolhas, encontros e aprendizados. O amanhecer nos lembra que, apesar do que já foi escrito, sempre há espaço para novas linhas, novos capítulos e novas cores.
- O que você já viveu é patrimônio — ninguém pode tirar.
- O presente é oportunidade — é nele que se constrói o futuro.
- A vida não é só medida em anos, mas em intensidade, em presença e em significado.
Talvez hoje seja um bom momento para agradecer pelas páginas já escritas, e se abrir leia a sabedoria para o que ainda virá.

Você tumutuava o que um dia foi o melhor presente em nossas vidas vividas. Era assim que chamávamos o pulsar do nosso amor: ritmado, como o coração de um tambor ancestral ecoando nas noites de luar. Eu, com os olhos famintos de estrelas, e você, com mãos que teciam sonhos em fios de seda. Vivíamos em um casulo de sussurros, onde cada beijo era uma promessa eterna, e o tempo se curvava aos nossos pés, rendido. Sob a chuva fina de verão, no jardim onde as flores se abriam como segredos. Seu peito contra o meu, e o mundo se calava. Isso é o melhor presente, você disse, rindo com os olhos úmidos de emoção. Nossas vidas se entrelaçavam como raízes de uma árvore centenária, profundas e indestrutíveis. Caminhávamos por ruas de pedra, trocando versos improvisados, e o vento levava nossas risadas para o horizonte. O amor era vivo, pulsante, um rio que não conhecia margens. Mas os dias viraram sombras. Enfraqueceu, como uma canção que esquece a melodia. Brigas sussurradas viraram silêncios cortantes, e o presente que outrora brilhava se partiu em cacos invisíveis. Agora só restou o lamento quebrado, um eco rouco no peito vazio. O adeus nem foi lembrado – não houve palavras grandiosas, nem lágrimas ritualizadas. Foi um desvanecer, como névoa ao amanhecer, deixando apenas o vazio de um abraço fantasma. Hoje, fecho os olhos e ouço distante, um sussurro que ainda aquece as noites frias. Você foi o melhor presente, e eu, o guardião de suas ruínas poéticas. No lamento, encontro a beleza do que foi: eterno, mesmo na ausência.

No silêncio antigo daquele mosteiro, onde o tempo parecia rezar junto com as paredes de pedra, nossos olhos se encontravam mais do que deveriam. Não era toque, não era palavra — era desejo contido, um incêndio discreto aceso apenas pelo olhar. A gente se olhava o tempo inteiro, como se cada segundo fosse uma confissão muda, um segredo dividido sem absolvição.
Entre cânticos e passos contidos, o desejo caminhava conosco pelos corredores frios. Era estranho e intenso: amar sem poder, querer sem permitir. O mosteiro, feito de regras e silêncio, tornava-se palco de uma ficção viva — como se estivéssemos presos dentro de uma cena projetada na tela da própria alma.
Às vezes, eu pensava que aquilo não podia ser real. Parecia cinema: dois corpos imóveis, duas almas em tumulto, e um amor que não pedia permissão para existir. Nossa visão se cruzava como quem escreve uma história proibida sem usar palavras, como quem desafia o sagrado não por rebeldia, mas por humanidade.
E assim seguimos, desejando em silêncio, vivendo na fronteira entre o que é permitido e o que é verdadeiro. Se aquilo era ficção, então a realidade tinha aprendido a sonhar. Se era pecado, era também a forma mais pura de sentir. Porque naquele mosteiro, onde tudo deveria ser ausência, nasceu um amor inteiro — visível apenas no encontro dos nossos olhos.

"Se é para desistir tão fácil, por que começa? Isso é muito feio, além de fácil."
0794 | Criado por Mim | Em 2014


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No coração de um mosteiro antigo, onde os sinos ecoavam como lembranças de séculos passados, dois olhares se encontravam em silêncio.
Não eram palavras que falavam, mas o desejo contido, a respiração suspensa, o fogo escondido atrás das paredes frias de pedra.


Eles se viam o tempo inteiro — nos corredores iluminados por vitrais, no refeitório austero, no jardim onde as flores desafiavam a disciplina do lugar.
Cada encontro parecia uma cena de filme, uma ficção projetada na tela invisível da mente.
Mas era real: a visão que compartilhavam era deles, e ninguém mais podia decifrar.


O mosteiro, com suas regras e votos, era o cenário de um amor impossível.
E, no entanto, quanto mais tentavam fugir, mais os olhares se buscavam, como se o destino tivesse escrito essa história nas pedras do claustro.


No fim, não havia fuga.
O desejo não era pecado, mas poesia — e naquele espaço sagrado, eles descobriram que até o silêncio pode ser cúmplice de uma paixão.