Coleção pessoal de testeteste123
"Não existem fórmulas para o amor
Mais existem várias formas de amar
O amor e aquilo que imaginanamos e pensamos
O amor é o que cada um interpreta...
Do seu jeito...
Quando estou ao seu lado, eu me sinto vivo, viver longe de você acho que não consigo
Viver sem você não dá, eu não sei sobreviver...
Deus me livre se um dia eu perder você.
A suíte
A casa era grande.
Grande demais para o que eu sentia, talvez. Ainda assim, deixei a luz acesa. Não por alguém, mas porque apagar seria admitir o escuro. E eu ainda confundia claridade com salvação.
Houve um tempo em que acreditei que abrir era virtude. Que permitir era sinal de força. Hoje sei que abertura demais também cansa. Também fere. Também confunde.
O quarto ficava ao fundo. Sempre fica. Não por mistério, mas por necessidade. O íntimo não gosta de ser primeiro. Gosta de ser alcançado. Chegaram sem chegar. Entraram sem perceber que não se entra assim.
O cuidado morreu sem alarde. O medo continuou. No chão, marcas. Não sei dizer de quem. Sei que eram muitas. Sei que eram minhas também.
Deixei ficar porque era confortável. E porque havia em mim uma fome antiga de partilha. Achei que emoção se ensinava pela convivência. Errei. Emoção não se aprende por uso. Emoção é nascimento ou é ausência.
As sandálias vieram da rua. Trouxeram o mundo para dentro do lugar onde eu me limpava. Algo em mim percebeu, mas tarde. Sempre tarde. Retirei a sandália com um gesto simples. Às vezes, a lucidez não faz barulho.
Arrastei coisas que não eram minhas. Não por amor, mas por cansaço. Quando a força vira rotina, a gente chama de vida o que já é peso. E segue.
Eu morava no silêncio. Não como quem se isola, mas como quem respira. A pressa não me alcançava ali. A casa era grande demais e, talvez por isso, eu tenha achado que precisava ser ocupada.
Quem entrou espalhou-se. Confundiu abrigo com posse. Deitou onde eu sonhava. Comeu do que eu guardava. Aos poucos, fui ficando estrangeira daquilo que era meu. É estranho perceber isso. Mais estranho ainda aceitar.
Bebi da água errada. Não por ignorância, mas por sede. A sede explica muita coisa. O lar, então, deixou de ser lugar e passou a ser pergunta. Fechei portas por dentro. Pela primeira vez, não quis olhar.
Os nomes vinham como vento. Ficavam. Ocupavam. Não pediam. Usavam. Tudo era palco de um movimento que eu não dirigia mais. E não era destruição. Era desgaste. O que se perde devagar dói diferente.
Até que a noite cansou. Ou eu cansei da noite. Não sei bem.
Retirei a sandália. Abri a porta. Não para receber. Para deixar ir. A saída aconteceu sem drama. O que precisava passar, passou.
Voltei à cama. Sentei. Respirei. Há momentos em que respirar é uma decisão.
Ainda moro na bagunça. Porque reconstruir não é limpar, é sustentar o vazio enquanto ele se organiza. A porta de entrada permanece fechada. Não por medo.
Por atenção.
Por mim.
Ninguém fará nada por você.
No fim das contas, somos nosso principal obstáculo.
Jamais permita que a opinião do outro interfira em sua realidade.
Faça sim, o que deseja.
Aprenda com seus erros e continue buscando o seu melhor.
A vida é uma escola.
Estamos sempre aprendendo algo novo.
"É contra a "matança" de animais pelo homem? Então, não mate mosquitos: eles servem de alimento para sapos, lagartixas, pássaros e outros!"
Texto Meu 0916, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Liberdade. . Um pássaro de asas abertas, ao vento se entregou,
Voou alto, livre e solto, sem amarras, sem temor.
Seu canto ecoou, como um hino de glória,
Um cântico de liberdade, que o coração ignora.
Mas um dia, as asas foram ceifadas,
E a liberdade se foi, em mil pedaços quebradas.
O pássaro caiu, como uma folha seca,
Sem rumo, sem destino, sem asas para voar.
Agora, ele está preso, em uma jaula de dor,
Sem poder voar, sem amor.
Mas ainda canta, com a alma ferida,
Um canto de saudade, de liberdade perdida.
Seu canto é um lamento, um grito de revolta,
Um apelo ao vento, que o leve a voar de volta.
E nos lembra que a liberdade é um dom,
Que deve ser valorizada, até o fim, sem som.
Que o seu canto seja ouvido, que a sua alma seja liberta repleta de amor.
E que as asas da liberdade, sejam novamente abertas, livre e solta , sem amarras, sem temor. Leila Boás 17/12/2025
"Gosta de Animais? Adote um Pombo! Um ou mais, já que gosta de Animais!"
Texto Meu 0915, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"É a favor da preservação de todos animais? Então, deixe em paz os ratos que surgirem no seu quintal ou irá quebrar a cadeia alimentar. Cobras adoram ratos vivos!"
Texto Meu 0914, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Ser porto seguro é uma honra silenciosa que pesa nos ombros. Cada abraço que dou, cada conselho que escuto e devolvo, carrega uma pequena parte de mim que ninguém vê. Há dias em que ser referência é como sustentar o céu sozinho: bonito, mas extenuante.
O paradoxo é cruel e belo: a confiança alheia me eleva, me dá sentido, e ao mesmo tempo me lembra do risco de ceder demais, de me perder no cuidado que ofereço. Às vezes, me sinto encurralado no canto, cercado por expectativas, olhando para fora e desejando espaço para simplesmente existir.
Há uma delícia discreta em saber que alguém respira mais leve porque eu estive ali, firme, disponível. Mas a dor mora nas entrelinhas — nas madrugadas em que olho para minhas mãos e percebo que também elas precisam de abrigo.
Ser porto seguro é ser farol e tempestade. É carregar um oceano de vidas dentro de si, com a certeza de que cada gota que dou de mim é ao mesmo tempo um presente e um peso. Ainda assim, continuamos a brilhar, porque, no fundo, ser referência é a mais humana das responsabilidades: sentir o peso do mundo, e mesmo assim, oferecer um pouco de céu.
Há coisas que faço com grandeza quase ofensiva — levantar ruínas, atravessar vendavais, carregar mundos nas costas. E, no mesmo corpo, existe o sujeito que trava diante do pequeno: lavar a louça, lavar o corpo, lavar a alma — e nada ficar realmente lavado. A pia continua cheia, a pele continua cansada, e a alma… essa sempre deixa um canto por esfregar.
De vez em quando, meus monstros me chamam para a caverna. Eles têm boa dicção, argumentos sedutores, promessa de silêncio. Os pseudo-anjos, esses, são piores: falam em luz, mas deixam tudo enevoado; abrem a boca e não esclarecem nada — só criam sombras com asas brilhantes. Vivo assim: entre o que me salva e o que me consome, entre o que me ilumina e o que me incendeia. Um clarão que, às vezes, vira labareda.
Dentro de mim, a vida e a morte conversam. A morte que pede fôlego, a vida que implora descanso. As dores anunciam sua chegada sem som — e quando finalmente tento dizer, ninguém entende a língua em que sangro. Falo em metáforas, gaguejo verdades, engulo gritos. E sigo juntando frases soltas: as tuas, as minhas, as que se quebram antes de virar sentido. Somos dois que viram quatro, e cada um deles puxa um fio do mesmo corpo.
Muita gente em mim. Tão pouca gente pra mim. Por mim?
Minha voz anda rouca de tanto gritar por dentro. E, no entanto, aqui estou: 30 gotas de Rivotril, uma trégua temporária, mais uma noite sem enlouquecer. Amanhã acordo de novo, inteiro o suficiente para existir, firme o suficiente para não pedir licença, atento o bastante para não pisar nos ovos dos pintinhos que nunca rompem a casca.
Porque, apesar de tudo, ainda escolho viver. Mesmo quando viver parece demais para um dia só.
"Você não come nada de origem animal? E aquele bolo que você devorou? Ali tem ovos, leite, mel e sal. Sal não é de origem animal? Eu sei. Incluí só para você ter o que falar!"
Texto Meu 0913, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Intensidade é o que me move.
Às vezes, tento fugir dela, mas sempre me encontro novamente.
Ela alimenta os meus dias,
porém, sempre com várias incógnitas.
É tudo ou é nada,
não consigo disfarçar quando algo bloqueia .
Vivo no meu mundo,
às vezes, sorrindo, gritando, chorando, mas nunca desistindo.
Sou um mistério que poucos conseguem decifrar.
