Coleção pessoal de testeteste123
A felicidade é a satisfação do espírito de perceber que tudo está nos seus devidos lugares: pessoas, causas, coisas...
Não existe pessoa burra, existe pessoa intelectualmente torta, porém, existe pessoa desinformada, distraída ou/e confusa.
Quem sou eu?
Eu sou uma flor vermelha, que se abre no sereno, eu sou uma menina apaixonada, também sou baixa e morena.
Eu sou aquela pessoa que pensa muito, sou aquela pessoa que fala demais,
Eu sou aquela poesia perdida, sou o poema nunca lido sou uma Rosa perdida que ninguém colheu, aquela flor excluída que também é uma das mais lindas.
Cicatrizes...
Das cicatrizes adquiridas na vida, fiz delas lindas estradas.
Adicionei flores, pássaros e montanhas.
Enquanto ouço o cantar das aves, subo, escalo cada montanha, cada penhasco.
Cada cume é uma vitória e um lindo visual vencido.
E sou grato a cada passo dado.
A cada obstáculo vencido.
Primeiro de janeiro.
Hoje pensei nele o dia inteiro.
A cada segundo que passava,
o coração apertava e
a saudade aumentava,
Que sentimento insuportável!
A cada música que tocava,
o coração se abalava,
a agonia começava
e a tristeza aumentava.
As lágrimas desciam,
As pupilas dilatava
a cada vez que pensava
ou lembrava daquele
sorriso apaixonado.
Agora de um lado,resta
a tristeza e a saudade,
um coração abalado precisando
de um abraço apertado.
Enquanto um segue feliz
com o coração ardendo de amor
o outro ajunta os pedaços
de de um coração quebrado
e gelado que sobrou.
Trazer o discreto deliquescente
pôr nas tuas mãos a fermosa
para desmanchar de prazer,
Revolver - filar o teu corpo;
em cativanza vir total a maer,
para que nada mais nos escape.
Renovar a merencória conquista
de pacificamente despertar
os estados e nossas atmosferas,
Jazer o mundo até a próxima
cena de espasmódicas quimeras
em indomáveis adstringências.
Elevar a temperatura e o clímax
para atravessar as auroras,
Deixar que a alva Lua alcance
como voyeur e do assento
ledo me aposse como mulher
plena em sinuoso movimento.
Colocá-lo para descansar meio
em meio ao eflúvio vivido,
despertar e sair como Eva
insinuante e tátil pela mata,
sem temer que estejam olhando,
e colher pitangas-pretas
para o café-da-manhã nubívago.
Não adianta andar por entre prados se durante a travessia se descuidou com a semeadura da leveza dos trigais.
Se algum dia os macacos do mundo inteiro sofrerem com falta de comida, pode ter certeza que muito em breve todos eles estarão com a macaca.
A vida, às vezes, se apresenta como uma estrada maltratada, cheia de buracos e curvas perigosas. Para quem já aprendeu a caminhar entre tombos e tropeços, cada obstáculo deixa de ser um fim e passa a ser apenas mais um trecho do caminho.
Os buracos não paralisam quem já conhece a dor da queda. Pelo contrário, tornam-se parte da paisagem, lembrando que a resistência não nasce do conforto, mas da luta. Quem vive aos trancos descobre que a estrada ruim não é inimiga, mas professora: ensina a levantar rápido, a endurecer o passo e a enxergar além da poeira.
O percurso não é fácil, mas é verdadeiro. E quem segue, mesmo entre tropeços, carrega dentro de si uma força que não se mede pela suavidade da estrada, mas pela coragem de continuar caminhando.
O capitalismo e o socialismo cortam o mesmo pão para se alimentarem, com a sutil diferença de que apenas o segundo utiliza suas mãos para recolher as migalhas deixadas pela ambição do primeiro.
