Coleção pessoal de testeteste123
A consciência que não questiona o próprio desejo permanece como espectadora das próprias limitações.
"Se você tem medo de ser atropelado, teme a morte; mas se não tem medo de ser atropelado, não a teme."
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"Não troco conquistas comprovadas do CAPITALISMO por utopias sociais vendidas pelo COMUNISMO!"
TextoMeu 1279
- E o que você quer?
- Quero realizar meu sonho
- Ahh, sonhos são sonhos, podem realizar-se ou não! Respondeu sua mãe com certo desdem.
- Silêncio profundo.
- Internamente Regina pensa: como viver sem sonhos? Mas o quanto tem peso o que sua mãe disse sobre eles. Ela, então, compreendeu que é impossível pensar o sonho sem a ideia de realização do mesmo. E que talvez, a fala de sua mãe carrega a decepção de não ter realizado seus sonhos.
Entre trilhos e florestas um vagão vazio caminha sem ponto de parada,
Sobreviver no limite não é o caminho a seguir, deixe o que te feriu em cada estação que o trem passar.
Confundir Grosseria com Franqueza é muito fácil, difícil é convencer o outro a aceitar a agressão deliberada.
E essa confusão caprichosa nada mais é do que um atalho tentador para quem não quer atravessar o terreno da responsabilidade.
A franqueza exige compromisso com a verdade e com o outro; a grosseria se basta no impacto e se esconde atrás da desculpa da “sinceridade”.
É fácil chamar de honestidade aquilo que foi cuidadosamente temperado para ferir.
Difícil é sustentar que agressão deliberada seja virtude — ainda mais quando se exige do ferido maturidade, compreensão ou o famoso “jogo de cintura”.
A franqueza jamais precisa levantar a mão para se fazer ouvir.
Quem precisa subir o tom para sustentar uma ideia, não tem ideia alguma para sustentar — mas caprichos.
Quando a palavra nasce para machucar e não para esclarecer, já não é verdade: é descarga.
E não, não cabe ao agredido aprender a aceitar o golpe para que o agressor se sinta autêntico.
Isso não é franqueza…
É grosseria pedindo absolvição.
Num mundo onde quase tudo se confunde, qualquer um pode confundir Grosseria com Franqueza, mas não esperar que ela flerte com a minha misericórdia.
Para as ofensas deliberadas, talvez só a Deus caiba o perdão…
Quem vive tentando ser mais humano também cansa!
Ano novo, vida nova…
mas, a saudade e a tristeza, continuam as mesmas.
O tempo muda o calendário, não o vazio que ficou.
Meu pai segue presente em cada lembrança,
em cada silêncio, que dói mais forte.
A vida até tenta recomeçar,
mas o coração aprende apenas a seguir,
carregando o amor e a saudade juntos.
Nem sempre somos a escolha de alguém mas, é sua escolha sentir-se triste por isso ou aprender que temos que respeitar o tempo do outro.
Antigamente se dizia assim:
“Ano Novo, vida velha.”
Não espere mudanças nem milagres apenas porque o ano é novo, sem lutar para mudar
os próprios hábitos e, assim, favorecer o “milagre” das transformações.
Não há milagre no calendário!
O ano não muda nada e ninguém.
Mudam-se os dias,
mas os vícios permanecem,
os hábitos se repetem,
as desculpas ganham roupa nova.
Quem não enfrenta a si mesmo
atravessa o réveillon
carregando as mesmas correntes.
Transformação não nasce da virada do tempo,
nasce do atrito, da renúncia,
da coragem de romper consigo
todos os dias.
De nada vale pular as famosas
“sete ondas” na virada do ano
se não se dão saltos reais
de mudança no dia a dia.
✍©️@MiriamDaCosta
Que o mais puro azeite que existe nos céus e na terra faça pousada em sua casa hoje e para todo sempre. Amém!
... nenhum homem
vive sem questionar, sem demonstrar
no que verdadeiramente acredita: seja
em um Ser Criador ou em algo capaz de
ocupar seus neurônios e opiniões.
De fato, somos todos teimosamente
questionadores;, embora,
provisoriamente
crédulos!
Você se embriagou em pleno dia de Natal e traiu sua companheira no dia de Ano Novo. E agora, qual será o próximo passo rumo ao fundo do poço?
O desejo constante por bens materiais e outros luxos é, em essência, uma forma de aprisionamento à luxúria. Trata-se de uma preocupação contínua em trocar de smartphone, de carro, em adquirir itens caros sem uma real necessidade, desde que isto não pese no bolso. De pouco adianta caminhar por aí sentindo-se bem por possuir tais coisas se, no íntimo, o indivíduo permanece deselegante, dominado por seu alter ego.
Na minha subjetividade, nunca consegui me apegar a este tipo de valor. Por mim, bastaria uma boa cabana próxima a um lago, cercada por altas e belas árvores, onde eu pudesse ouvir o canto dos pássaros ao amanhecer, som das águas e ter o meu próprio cultivo de alimentos. Obviamente uma vida desta é mais complicada, mas prefiro eu desejar a natureza e a liberdade de não estar preso a coisas que não me proporcionam significado algum.
