Coleção pessoal de testeteste123
O discurso de ódio na maioria das vezes é imaturidade e falta de repertório intelectual de pessoas que não conseguem articular um pensamento e acham que podem ganhar um debate calando o outro.
Dá para divergir sem odiar, e quando não der, não tens o dever de insistir que o outro de escute e nem a obrigação de ter opinião sobre tudo. A sua tranquilidade é um bem precioso. Deixe a vida se encarregar de quem não quer conversar de forma madura e civilizada.
Cristo não arrasta ninguém pelos cabelos; Ele atrai pelo coração.
C. H. Spurgeon Pregado em 7 de Março de 1858 no Royal Surrey Gardens-Londres.
A igualmente correta doutrina de que a vontade do homem tem a sua adequada posição na obra da salvação e não era para ser ignorada.
C.H. Spurgeon, “God's Will and Man's Will”, n. 442 (Newington: Metropolitan Tabernacle;30 março. 1862).
PERÍODO FÉRTIL
Do nada um fazendeiro chega para sua sogra e pergunta:
— Como saber o período fértil da minha esposa?
A sogra cria coragem e responde:
— Quando ela não para em casa.
— Eu não sabia disso. A senhora me fez pensar que eu não sou seu verdadeiro genro.
A sogra olha na cara dele e pergunta:
— Quando você descobre que vai ser pai, você faz o teste de DNA antes ou você assume sem saber?
Álbum: Caçadora De Pilantras
(Autor-desconhecido)
Sim
🤣😅🤔🤗
Que o amor venha a despeito da dor,
das marcas que o mundo na alma deixou.
Quem guarda no peito um firme caráter,
sabe que o tempo há de nos resgatar.
Pois quem se conhece e conhece seu valor,
não aceita o medo no lugar do amor.
Há almas sinceras querendo cruzar,
um passo leve que venha somar.
Quebrando o escudo, abrindo a prisão,
quem ousa viver, não vive em vão.
Quem crê na beleza de um querer bem real,
encontra nos braços o porto ideal.
Spurgeon sobre Rm 9.22-23:
“Nosso texto é extraído de Romanos 9:22-23. (...) Esta passagem não diz coisa alguma sobre Deus destinar homens à destruição. Os homens se preparam a si mesmos para a destruição. Deus nada tem a ver com isso".
C. H. Spurgeon - Sermões sobre salvação (Jacó e Esaú, editora PES. 2014, p. 104.)
O querer que não se cansa,
que arrepia e traz a dança,
é o desejo de querer
alguém pra gente viver.
Não é pouco, não é vão,
é o transbordar do coração;
de quem esperou, guardou,
e a alma no tempo aqueceu.
Pois quem tem tanto pra dar,
e sabe o peso de sonhar,
merece o abraço e o calor
de um inesquecível amor.
fazendo “O propósito de Deus no grande plano de salvação inteiramente contingente [sobre a vontade do homem]”. Sua objeção é a do homem “chegar a Deus [sendo] o resultado de sua natureza sem assistência”. Não, sem assistência da graça de Deus e da convicção do Espírito Santo é claro. Mas a vontade do homem ainda deve fazer sua própria escolha, ou Deus não ganhou o coração. Quem diria que o homem pode vir a Deus “sem assistência” pelo Espírito Santo? Nem mesmo o Arminiano mais rígido! Mas o calvinismo faz essa falsa acusação contra aqueles que não concordam com o seu extremismo. C. H. Spurgeon, "God's Will and Man’s Will", n. 442 (Newington: Metropolitan Tabernacle; 30 mar. 1862).
“a vontade do homem tem seu lugar próprio na questão da salvação [...]. Quando um homem recebe a Graça Divina de Cristo, ele não a recebe contra a sua vontade [...]. Nem mais uma vez, note bem, é a vontade tirada. Deus não vem e converte um agente livre inteligente em uma máquina”.
C. H. Spurgeon, "God's Will and Man’s Will", n. 442 (Newington: Metropolitan Tabernacle; 30 de março de 1862)
SOB JURAMENTOS E DESERTOS.
Escritor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Quando por dentro se sente o vazio,da espada de Dâmocles se lambe o fio;resta à pena da alma,pelos adeuses de um trauma,as labaredas de um amor frio.
E quando a noite se debruça inteirasobre o silêncio de uma alma cansada,cada lembrança se torna fogueira,cada esperança, uma porta fechada.
Juramentos repousam sobre a areia,como ruínas de antigos altares;e o coração, que outrora fora aldeia,hoje contempla somente os desertos.
Não há mais vinho nas taças da espera,nem primavera nos jardins da memória;somente a sombra de uma quimerapercorrendo os corredores da história.
Assim se aprende, entre a dor e o abandono,que certos amores não morrem de repente;perdem o nome, o rosto e até o dono,mas continuam queimando silenciosamente.
E a pena escreve, sobre a noite fria,aquilo que a boca jamais confessaria:que alguns adeuses não terminam o amor;apenas lhe mudam para sempre a morada.
Eu sei que há alguns (Calvinistas) que consideram necessário ao seu sistema de teologia limitar o mérito do sangue de Jesus: se meu sistema teológico precisasse de tal limitação, eu o lançaria aos ventos. Não posso, não ouso permitir que tal pensamento encontre abrigo em minha mente, chega a ser quase uma blasfêmia.
C. H. Spurgeon - "Bread Enough and to Spare".
