Coleção pessoal de testeteste123
O pensamento é um visitante que trás encomendas; A saudade é uma visitante que canta canções tristes; O amor, bom, o amor não faz visitas, ele é um morador fixo!
Na gaiola invisível do destino, o canarinho aprende que cantar é resistir, pois o silêncio seria a verdadeira morte antes do fim. Entre grades feitas de medo, tempo e saudade, a voz nasce pequena, mas atravessa o mundo. Cada nota carrega a memória do céu perdido, cada trinado é um pedido de liberdade que ninguém cala. Mesmo prisioneiro, ele ensina aos homens que quem canta com a alma nunca está totalmente preso.
A cruz é um escândalo para o orgulho humano, mas é a única esperança para a alma quebrantada.
@prerivanjesus
É preciso saber diferenciar a ambição da vontade de crescer. Pois, a ambição é o crescimento de si mesmo, enquanto a vontade de crescer envolve além de si mesmo, outras pessoas.
No fim, quando o outro cresce, crescemos junto com ele, e vice-versa.
Aprendendo a sofrer em paz
Ela sorri
— e o mundo dela cabe em outro olhar, enquanto o meu desaba em silêncio.
Ela habita um mundo onde eu não existo, eem mim restam lembranças e um precipício.
O tempo parece zombar de mim,
Transformando sonho em algo sem fim.
O que era abrigo virou despedida,
E eu sigo distante, preso à antiga vida.
O amor que era refúgio virou dor,
Espelho quebrado do que restou do amor.
Ela segue sorrindo,
sem olhar para trás, eeu fico aqui…
aprendendo a sofrer em paz.
Eu sigo vivendo
Todo mundo diz que já passou,
Que esse amor não era pra ser.
Mas eu ainda acordo pensando em você,
Tentando entender onde foi que eu errei.
Me pedem pra superar, mas não sabem como dói,
Tem ferida aberta que o tempo não fecha.
Eu sigo vivendo, mas você ainda é nós,
Superar você tá mais difícil do que parece.
Não foi falta de vontade, nem falta de tentar,
Foi excesso de sentimento sem lugar pra ficar.
Ficou saudade demais pra pouco final,
E um amor inteiro sem poder amar.
Me pedem pra superar, mas meu peito não vai,
Tem lembrança que insiste em ficar.
Eu tô indo, eu sei…
mas dói demais,
Porque superar você não é só deixar passar.
Não sei se estás preparada para ouvir a verdade que carrego no peito. Quero que saibas, desde já, que não falo por impulso: falo com a calma de quem escolheu cada palavra para te encontrar. Estou aqui para oferecer dias inteiros ao teu lado, não como promessa vazia, mas como compromisso de presença e cuidado.
Tu és um universo de elegância, atitude, amor e alegria; és um oceano acolhedor, um porto seguro onde minhas tempestades se aquietam. Toda a magia que conheço mora em ti — nos gestos pequenos, no riso que me salva, na coragem de ser inteira.
Se não estiveres pronta para compartilhar esse caminho, compreenderei; ainda assim, o teu melhor é o mínimo que espero de ti, porque entrego o meu melhor em retorno. Quero alguém que caminhe comigo de frente, que ame com coragem e que aceite ser amado com a mesma intensidade. Se aceitares, farei da tua vida um lugar onde o amor é verbo, ação seja um paraíso de bênçãos e felicidade.
Antidepressivo não cura a angústia; ele apenas a disfarça, a controla, a anestesia momentaneamente.
A cura da angústia é ter a consciência de que leva uma vida angustiante, deprimente, triste.
E ter consciência é mudar a vida ruim que leva.
Mudar a vida angustiante que leva é se analisar, buscar o autoconhecimento, é questionar, olhar para dentro de si mesmo, é reconhecer os verdadeiros valores da vida, é mudar: mudar as crenças, os hábitos, as atitudes, as ideias, os pensamentos. Mudar o jeito que vive, é mudar de vida!
A solidão às vezes vem com voz de amigo. Sento-me com ela à mesa e aprendo a ouvir. Ela me conta segredos que o mundo esqueceu de me dizer. Quando me despeço, sinto que cresci um centímetro por dentro. É estranho, mas a solidão tem lições que a alegria não ensina.
Ninguém está longe de você; estamos todos no mesmo universo, no mesmo planeta, na mesma vida, no mesmo coração.
"Existem pessoas que preferem te enterrar em uma narrativa falsa do que admitir que foram elas que seguraram a pá."
"O silêncio deles não é orgulho; é o medo de que, ao te perdoar, eles sejam forçados a se confessar."
A gente nunca sabe quando pode ser a última vez. Todo e qualquer instante pode ser o último. O que você tem feito pela última vez?
Essa pergunta não pede resposta — pede presença.
Talvez a “última vez” não esteja nos grandes gestos,
mas no abraço que foi apressado,
na palavra que ficou guardada,
no silêncio que escolhemos por cansaço.
O que temos feito pela última vez, muitas vezes, é adiar.
Adiar o perdão.
Adiar o encontro.
Adiar o dizer “eu amo”, “me perdoa”, “fica mais um pouco”.
Viver é caminhar sem aviso prévio.
Por isso, talvez a pergunta mais honesta seja:
se hoje fosse a última vez, eu estaria inteira no agora?
Porque o tempo não avisa quando fecha a porta.
E só o presente tem certeza de existir.
6 de Janeiro de 2026
