Coleção pessoal de testeteste123
A situação política no Brasil nunca esteve tão polarizada assim. De um lado, a direita com seu conservadorismo bastante rígido, resistente a várias mudanças do dia a dia. Do outro, a esquerda que tem causado bastante polêmica, afetando a moral e a ética do país de forma bastante contundente, regadas a corrupção e oportunismo.
1574
"Não tenho como confirmar mas contaram-me que o grande Manuel Bandeira, quando menino, encontrou-se, no bonde, com ninguém menos que Machado de Assis! (Eu sequer sabia que eles eram contemporâneos). Mas... Imaginem a emoção!
E, para ficar bem com o Maior de Todos, Manuel Bandeira teria dito que havia lido todos os livros do 'Bruxo do Cosme Velho'. Desconfiado, Machado começaria a fazer perguntas, quando a 'próxima parada' salvou o Menino Futuro Grande Poeta: ele precisou descer ali mesmo, HeHeHe!"
1573
"Quando o Grande Ataulfo Alves prometeu nova música para Clara Nunes, surgiu a beleza que diz assim: 'Quis você pra meu amor / E você não entendeu / Quis fazer você a flor / De um jardim somente meu...' O que poucos sabem é o nome do parceiro do Ataulfo, nessa composição. O mais improvável dos parceiros. Pesquise, caso não lembre! (Da composição 'Você Passa Eu Acho Graça', de Ataulfo Alves e...)."
1572
"Então, eu sussurrei para minha nova namorada: 'Hoje eu acordei com saudades de você / Beijei aquela foto que você me ofertou / Sentei naquele banco da pracinha só porque / Foi lá que começou o nosso amor'. Ela conhecia e sabia que Eu não era o Autor, HeHeHe! (Da composição 'A Praça', autoria realmente não minha e sim do Midas Carlos Imperial, o mesmo do 'Dez, Nota Dez'!)"
1571
"Já a Década de 1980 foi a maior explosão de Grupos (que chamam de 'Banda') e de Cantores e Cantoras do chamado Rock Brasileiro. Nunca tanta gente boa e canções com tanta qualidade havia surgido até então. Rebusquem a memoria é confirmarão!"
1570
"Ainda por falar em 'Década de 1970' foi com ela e nela que vivi e fui testemunha ocular e auditiva de dois fenômenos... Uma Grande Alegria e uma Desgraça, respectivamente a Conquista do Tricampeonato de Futebol, pelo Brasil (com aquela Seleção irreparável) e o anuncio de que 'O Sonho Tinha Acabado' , pela voz do John. Alegria e Tristeza, respectivamente!"
A religião trata de uma ilusão coletiva, impalpável e sem base factual, mas que molda a percepção do real; ela se torna poderosa porque prefere inventar um sentido a aceitar a incerteza do desconhecido.
"Nas especificações dos materiais, é importante encontrar um equilíbrio entre qualidade, valor e preço. Avaliar a qualidade do produto, considerar o valor agregado se condiz com o preço e analisar a relação custo-benefício são passos fundamentais para fazer especificação assertiva. Lembre-se de que cada projeto é único, e as operações são individuais devem ser levadas em conta para tomar a melhor decisão"
... tão confessa
hesitação na busca por
nossa melhora interior, resvala
numa forçosa e inadiável mudança
de hábitos; considerando que, hábitos,
como sabemos, são áreas
de conforto de difícil
ruptura!
Desde criança adoro a cor amarela que desabrocham nas plantas e nas flores, parece mesmo que me fortalecem a esperança. A cor que mais me acalma a mente e o meu espirito, é o azul. O azul do céu de brigadeiro e do mar sereno em dias ensolarados. Acho que o azul me reporta a feliz e conformada finitude. Entre as atitudes mas sem qualquer garantia de edificar.
... enquanto
não dedicarmos ao bem
o mesmo vigor e a mesma audácia
devotados ao mal, este permanecerá
cada vez mais violento e
devastador!
O mundo não testemunha suas guerras internas nem responde às suas dores. Por isso, faça de si o próprio motivo: lute, atravesse o caos e vença sem precisar ser visto.
Talvez o pior não seja errar,
mas apontar no outro aquilo
que ainda não tivemos coragem
de encarar em nós.
Julgamos para não sentir,
acusamos para aliviar o peso,
transferimos a culpa
na tentativa de nos absolver.
Mas o que é empurrado para fora
continua morando dentro.
E enquanto o erro tiver rosto alheio,
a mudança seguirá adiada.
Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.
Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.
Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?
Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.
Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.
Sou dura comigo.
Antes que o mundo me toque,
eu já me feri.
Invento culpas,
dou nomes graves ao que é só cansaço,
e chamo de falha
o que talvez seja apenas existir.
Dentro de mim há um tribunal
que nunca encerra a sessão.
E eu, cansada,
continuo sendo ré
e juíza.
Sou juíza de mim,
sentença antes do erro,
castigo antes do descanso.
Aponto em mim o que tolero no mundo
e me nego a graça
antes mesmo do pedido.
Devocional
Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.
Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.
Sou eu.
Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?
Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.
Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.
Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.
Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.
13 de Janeiro 2026
