Coleção pessoal de testeteste123
Somos substituíveis ou insubstituíveis?
Depende do ponto de vista de quem olha para nós**
A vida tem um hábito cruel: ela continua.
O carro fica na garagem com o IPVA vencendo no dia seguinte.
O tênis seca no varal sem nunca mais ser calçado.
A mesa do café da manhã permanece no mesmo lugar, mas falta alguém do lado de sempre.
Na empresa, há flores. Poucas. Protocoladas.
No dia seguinte, um processo seletivo é aberto.
Em uma semana, a rotina se reorganiza.
Em alguns meses, o nome vira apenas uma lembrança difusa.
Em poucos anos, ninguém mais saberá quem você foi ou o que construiu ali.
Do ponto de vista do sistema, você era função.
E funções são, por definição, substituíveis.
Mas em casa…
em casa o mundo desaba em silêncio.
A esposa acorda e não encontra o beijo que sempre vinha antes do despertador.
Os pais esperam o almoço de domingo que estava combinado.
O sobrinho continua perguntando pela camisa do time, sem entender por que o “depois” não chega.
O filho, com apenas cinco dias de vida, crescerá sentindo a ausência de algo que nunca pôde viver.
Para quem ama, você não era função.
Era presença.
E presenças não se substituem.
No velório, um único amigo observa o caixão fechado e pensa: poderia ser eu.
Lembra que é na casa do luto — e não na da festa — que a verdade se impõe.
Recorda as mensagens trocadas no dia anterior, o jogo de sábado que não acontecerá,
as brincadeiras da infância, a queda na escola, o medo antigo de perder quem parecia eterno.
Ali, entre coroas de flores e silêncios constrangedores, ele entende algo simples e definitivo:
o amanhã é uma suposição confortável demais.
No fim, talvez reste pouco —
mas o pouco que fica é essencial.
A consciência de que a vida nunca está pronta,
está sempre começando de novo.
A lucidez de que seguir em frente não é escolha heroica,
é necessidade.
E a verdade incômoda de que podemos ser interrompidos
no meio da frase,
no meio do plano,
no meio do amor.
Que a interrupção não seja apenas fim,
mas desvio.
Que a queda não nos paralise,
mas nos ensine outro movimento.
Que o medo não nos feche,
mas nos eleve degrau por degrau.
Que os sonhos não sejam fuga,
mas travessia.
E que a busca — essa inquietação que nunca cessa —
termine, ao menos às vezes,
em encontro.
A morte não pede licença.
Ela não confere agenda, não respeita planos, não espera o momento certo.
Ela chega quando o IPVA vence amanhã.
Quando o almoço de domingo já está combinado.
Quando a camisa do time ainda está prometida.
Quando o filho tem apenas cinco dias de vida e o mundo, finalmente, parece completo.
Você sai de casa inteiro.
Volta apenas como ausência.
E tudo o que parecia urgente perde o sentido.
Tudo o que foi adiado vira culpa.
Tudo o que ficou para depois… fica para nunca.
Se você está lendo isso, é porque ainda está vivo.
E isso não é pouco.
É tudo.
Então não exista apenas.
Não passe pela vida como quem cumpre expediente.
Viva.
Viva sendo melhor para você e para os outros.
Ajude quem cruza seu caminho.
Não tenha vergonha de pedir desculpas.
Assuma seus erros.
Exponha seus sentimentos.
Diga “eu te amo” sem esperar ocasião especial.
Abrace com força.
Perdoe enquanto há tempo.
Peça perdão enquanto ainda há resposta.
Não espere o velório para virar consciente.
Não espere a perda para valorizar a presença.
Não espere o fim para começar a viver.
Porque um dia, sem aviso,
alguém estará olhando para um lugar vazio
onde hoje ainda é você.
E quando esse dia chegar — que não seja cedo —
que você tenha vivido de verdade.
Sem se esconder.
Sem se poupar de ser quem é.
Só isso já faz a vida valer a pena.
Saulo Santiago ∴
Precisamos viver intensamente os dias que nos restam, amando a vida e os prazeres que a cercam, com uma única certeza hoje pode ser o último dia.
Você pode diminuir os passos em sua caminhada, ir devagar, mas nunca parar, pois nofinal, estará sua recompensa .
O tempo está passando rápido demais, o que você tem feito com as oportunidades que a vida te ofereceu?
Há amores que nascem no silêncio e há outros que chegam como uma ventania, bagunçando tudo o que parecia certo.
Talvez seja esse o tipo de amor de que Deus mais gosta: o que desafia o previsível, o que não cabe nas expectativas do mundo, mas encontra repouso na vontade d’Ele.
Escolher fazer a vontade de Deus pode ser difícil, mas quando se torna verdadeiramente fundamental, indispensável, emana.
A maldade se sobrepõe, pois não vê limites em invadir o espaço e o direito alheio, é egoísta, falsa, solitária, autodestrutiva.
A bondade prospera, pois reconhece e respeita os limites e o direito alheio, ajuda, acolhe, é sincera, amiga, é construtiva, edificante.
O mal é a ignorância do bem, assim como a escuridão é a ausência da luz.
Por mais força, integridade, capacidade e inteligência que um homem possa ter!?
Ele só conseguirá ser um homem de valor no relacionamento;
Quando a mulher sabe perfeitamente qual o papel dela, na relação!
Do contrário, sempre existiram conflitos onde deveria existir cumplicidade;
Sem clareza de papéis não existe harmonia.
Mulher madura, rara, inteligente e interessante só quer paz, e não se iludem com o raso, mulher madura gosta de profundidade e intensidade, morno nem o café mais delicioso serve.
"Na estratégia de Sun Tzu, a superação ideal não é vencer a luta, mas dissolver o problema antes que ele exija uma batalha."
