Coleção pessoal de testeteste123
O lugar dum psicopata é na cadeia, ou no cemitério; amar o inimigo não é virtude, é burrice. Quem estende a mão a um monstro torna-se cúmplice do próximo crime!
“A religião cumpre sua vocação mais elevada quando deixa de dividir o mundo em eleitos e condenados e passa a revelar, no outro, um espelho da mesma dignidade humana.” - Leonardo Azevedo.
Ao infinito e além
Além do saber que se sente
qualquer coisa que faça sentido
é bem vindo
Além da alma dormente
qualquer coisa que faça sentir
é divino
Ser, é estar, no infinito.
Se está comprimido
não há mais cabimento
Ainda há espaço para o conhecimento?
Sai em busca do desconhecido
respostas chegam onde existe eco
Crescer até não ter mais cabimento
Crer, ser, até não restar sofrimento
propagar-se
A beleza, para mim, tem textura de memória antiga. Não brilha como notícia, mas como utensílio bem usado. Os objetos bem amados enchem a casa de sentido. E a simplicidade neles é dignidade. Viver é rodear-se de coisas que contam nossa história.
Jesus não te ama. O amor é uma relação direta entre humanos que exige convivência e provas concretas; como ninguém possui evidências duma relação direta com ele, a conclusão é lógica: Jesus não ama ninguém!
1725 "Enviei esta Simpática e Esperançosa Mensagem para os Caminhantes... '*Tendo em vista o anunciado (por eles) sucesso da Caminhada e se confirmar o sucesso, faço aqui uma Declaração Pública: Prometo que participo da Ajuda ao DitoMito a se Eleger Presidente desta República, caso ele 'seje' Candidato. Tá bom pra Vocês?' Eles não responderam!"
O amor que se diz universal é um amor diluído; quem diz que ama a humanidade inteira apenas admite que não ama ninguém o suficiente para fazer uma escolha!
A inclusão do meu apelido como sobrenome foi fruto de oração e discernimento, não de impulso ou desordem.
A felicidade é um jardim íntimo, cultivado pensamento a pensamento. Cada ideia é uma semente: as positivas florescem em gratidão, as negativas criam ervas daninhas de angústia.
Nós somos os jardineiros de nossa própria mente, escolhendo quais sementes regar. Quando nutrimos esperança e compaixão, colhemos dias ensolarados mesmo sob chuva. A qualidade dos nossos pensamentos determina as cores do nosso amanhecer interior. Cultive flores, não espinhos.
Cada encontro é único.
Cada história acontece no tempo certo.
A agenda não é corrida — é cuidada.
Gotinhas de Amor que Acolhem
onde a educação acontece com presença, afeto e sentido.
Errar é humano, um desvio no mapa da existência. A falha, em si, não define a jornada. A loucura genuína, porém, nasce quando erguemos um altar ao equívoco, quando insistimos em caminhar contra o próprio rio.
É a teimosia de quem, vendo a porta fechada, insiste em arrombar a parede. A sabedoria não está na infalibilidade, mas na coragem de desfazer o nó e tecer um novo fio no tecido da vida.
A sorte não é um acaso cego, mas um encontro coreografado. Enquanto a oportunidade dança desprevenida pelos salões do tempo, a preparação ensaia nos bastidores da disciplina.
Quando os holofotes se acendem no momento exato, não é mero acaso — é a sincronia perfeita entre quem se aprontou e o convite do universo. Portanto, cultive seu jardim interno; a sorte colherá as flores que você pacientemente regou.
A força interior reside no reconhecimento de que controlamos apenas nossa mente, não os acontecimentos ao redor. Eventos externos seguem seu curso, independentemente de nossa vontade.
No entanto, a interpretação e a reação a eles são de nossa responsabilidade. Ao focar no domínio das próprias emoções e pensamentos, constrói-se resiliência. Essa percepção liberta da ilusão de controle absoluto e direciona a energia para o que verdadeiramente se pode transformar: a si mesmo.
O verdadeiro caráter de uma pessoa se revela na maneira como ela celebra os sucessos alheios e acolhe a gratidão, mostrando a generosidade e a humildade que habitam em seu coração.
Antes que houvesse pecado, já havia redenção prevista; antes que o homem caísse, o Cordeiro já estava separado.
“A riqueza não consiste em ter grandes posses, mas em ter poucas necessidades.”
A frase sugere que a verdadeira riqueza não está na acumulação de bens, mas na simplicidade voluntária. Quando as necessidades são reduzidas ao essencial, diminui-se a dependência de posses materiais para alcançar satisfação.
Essa perspectiva convida a uma reflexão sobre os valores que orientam a vida, questionando se a busca por mais realmente traz contentamento. A liberdade e a paz interior podem ser encontradas mais facilmente na moderação do que na abundância.
A verdadeira felicidade floresce quando cultivamos a empatia e o bem-estar de todos, pois ao elevar os outros, também nos elevamos.
