Coleção pessoal de testeteste123
O paladino da privatização descobriu o amor pelo SUS! É irônico ver a direita, que tanto critica o tamanho do Estado, usar a saúde pública. Mas essa contradição traz uma reflexão: o SUS não é esmola, é um direito universal financiado por todos, inclusive pelos ricos.
Quando a elite política usa o sistema que ela mesma sucateia, o debate muda de figura. A ironia de ver um defensor do mercado na fila da UTI nos lembra que, na hora da doença, a ideologia desmorona diante da necessidade. Que essa experiência force a liderança a melhorar o serviço para quem não tem outra opção.
Ah, a coerência política é uma coisa linda. Passam o ano inteiro dizendo que o Estado é ineficiente, que tudo deveria ser privado e que o cidadão não deve depender do governo. Mas, na primeira emergência, adivinhe quem corre para os braços acolhedores do SUS? Aparentemente, o "comunismo" da saúde universal só incomoda na hora de votar o orçamento; na hora da necessidade, a carteirinha do plano privado misteriosamente some.
“Quando uma mulher perde o respeito pelo marido, não precisa gritar para enfraquecê-lo; basta tratá-lo como incapaz, tomar suas decisões por ele e construir diante dos outros uma imagem negativa de sua pessoa. A filosofia nos lembra que quem tira do outro a autonomia acaba destruindo não apenas sua autoridade, mas também a própria relação que pretendia sustentar.”
Alerta de prioridades: o fiscal de rede social está desesperado achando que alguém que "não precisa" vai receber o Bolsa Família. Mas adivinha? Esse mesmo fiscal finge demência para o auxílio-moradia e o auxílio-paletó de políticos que ganham fortunas e não precisam de um centavo disso. A regra é clara: privilégio de rico a gente tolera, mas o prato de comida do pobre a gente fiscaliza com lupa. Essa indignação seletiva é uma miséria moral tão profunda que nem o maior programa social do mundo consegue curar.
Senhores políticos, vamos colocar as cartas na mesa: o que realmente custa caro ao Brasil? O benefício social que garante o arroz na mesa de quem tem fome, ou os privilégios absurdos de quem já ganha fortunas? É vergonhoso ver quem tem salários astronômicos ainda receber auxílio-moradia, auxílio-paletó, verba de gabinete e plano de saúde VIP, tudo bancado pelo trabalhador. O dinheiro na mão do povo vira comércio forte e emprego local. O dinheiro na mão de vocês vira ostentação desnecessária. Fiscalizar a janta do pobre é fácil; difícil é abrir mão do banquete de privilégios.
É fascinante a teoria de que o brasileiro descobriu o segredo da riqueza e decidiu se aposentar para viver no puro luxo de... R$ 600 por mês! Claro, quem é que quer um emprego estável quando se pode pagar aluguel, água, luz e compras do mês com o valor de uma cesta básica, né? Se a sua vaga de trabalho perde a disputa para um auxílio de extrema pobreza, talvez o problema não seja o Bolsa Família, mas sim a sua proposta de salário que parou no século passado. Valorizar a mão de obra ninguém quer, mas culpar a janta do pobre é um clássico.
O Bolsa Família é mais que um auxílio; é o motor que move o Brasil. O dinheiro vai direto para o comércio local, gerando empregos e aquecendo a economia. Exige frequência escolar, reduz o abandono e transforma o amanhã. É investimento social com retorno real para toda a nação.Deveria nos fazer refletir: enquanto alguns criticam o prato de comida alheio, o programa faz o país crescer. A ignorância de quem é contra só prova que a falta de empatia também é uma miséria profunda — mas essa, infelizmente, não tem benefício que cure.
Acho lindo quem fica chocado com a possibilidade de alguém fraudar R$ 600 para comprar arroz, mas acha super normal político com salário de 40 mil receber auxílio-moradia, auxílio-paletó e plano de saúde VIP pagos por nós. Realmente, o grande rombo do Brasil é o prato de comida de quem tem fome, e não o banquete sem fim de quem já está no topo. Que coerência econômica fantástica! Criticar o benefício social que faz o comércio do bairro girar enquanto bate palma para os mimos do terno alheio é de uma inteligência rara.
*Até Breve, Divarde*
(Xodó da Vó Ana)
Descansa em paz, meu primo, tio, irmão *Edward*
O nosso Divarde.
Foi bom esposo,
foi pai, foi avô,
foi tio, foi primo e irmão.
Foi tudo pra gente numa vida só.
A vida segue...
mas a tua saudade fica.
Fica na mesa vazia,
fica na história contada,
fica no nome que a gente repete com carinho.
Até breve, Divarde.
Que lá no céu você continue
espiando a gente com orgulho,
cuidando da família como sempre cuidou.
(Saul Beleza)
Tá tudo bem:)
Tem muitas mulheres que acordam, arrumam a casa, trabalham, cuidam de todo mundo, respondem mensagem com "tá tudo bem :)" e por dentro estão sangrando.
Ela sorri. Por dentro, sangra.
Sorriso no rosto, hemorragia na alma.
Ela aprendeu a sorrir com a mesma boca que segura o grito.
Ela não está bem. Ela só ficou boa em disfarçar.
O sorriso dela não é de felicidade. É de resistência.
Por fora, maquiagem. Por dentro, campo de batalha.
Ela cuida de todo mundo com o mesmo coração que ninguém cuida.
A consciência infinita é uma superposição estatística: ela não tem movimento além do nosso enquanto vivos, porque, se ela possui tudo, não tem o que buscar. Não tem sentido, nem direção, nem o porquê de ter — essa é a grande verdade.
O Todo se fragmentou em nós por não suportar viver a eternidade existindo, mas de uma forma como se nunca tivesse existido. E, de fato, ele não existe; ele é a nossa construção. Se por acaso descobrirmos todos os segredos do universo, assim também deixamos de existir. Por isso existe o mal: para que nunca cheguemos ao Todo. Pois qualquer sentido acabaria, e, sem sentido, não há existência.
2891 📜 Muito bem... Assumam e Deitem e Rolem. Quanto a Mim, 'Vou deitar com as Galinhas' (Outra Vez)!
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Estou me retirando, por hoje e por ora, para voltar Amanhã ou a qualquer momento, em Edição Normal ou Extraordinária. Assim sou Eu ou... souassim.top!
“Estejamos atentos. Mesmo os dias mais ordinários revelam as leis que regem o universo. O que percebemos, porém, depende do lugar de onde observamos e daquilo que somos capazes de compreender.” — Leonardo Azevedo. A reflexão nos convida a reconhecer que o extraordinário não está apenas nos grandes acontecimentos, mas também naquilo que se repete silenciosamente diante de nós. O movimento das sombras, a sucessão dos dias e das noites, as estações e tantos outros fenômenos cotidianos são manifestações das mesmas leis que organizam o universo em escalas muito maiores. Entretanto, observar um fenômeno não significa necessariamente compreendê-lo, pois toda percepção parte de um ponto de referência e encontra os limites do conhecimento de quem observa. A frase aproxima, assim, ciência e filosofia ao sugerir que a realidade possui uma ordem independente de nós, enquanto nossa interpretação permanece condicionada pela perspectiva, pela experiência e pela capacidade de compreender. Estar atento significa mais do que simplesmente olhar; significa interrogar o aparentemente comum, reconhecer os próprios limites e perceber que, muitas vezes, aquilo que chamamos de ordinário é apenas o extraordinário tornado familiar pela repetição.
“Estejamos atentos. Mesmo os dias mais ordinários revelam as leis que regem o universo. O que percebemos, porém, depende do lugar de onde observamos e daquilo que somos capazes de compreender.” — Leonardo Azevedo.
Existe uma parábola simples sobre um copo quebrado no chão. À primeira vista, parece só perda, estilhaços espalhados, água derramada. Mas quem observa com calma percebe que aquele espaço vazio no chão é também o lugar onde algo novo pode ser colocado.
O vazio funciona assim. Ele chega como se fosse o fim de tudo, mas na verdade é apenas um começo disfarçado de ausência. Quando perdemos algo, uma pessoa, um sonho, um propósito antigo, sentimos que o chão sumiu debaixo dos pés. Só que esse chão vazio não é um abismo, é um terreno limpo, pronto para receber uma nova construção.
Pense num campo depois da colheita: parece morto, sem vida, sem cor. Mas é justamente esse vazio aparente que permite à terra descansar e se preparar para germinar de novo.
Assim é a alma humana diante das perdas profundas. O vazio dói, sim, e dói de verdade, mas ele não é o destino final da história, é apenas a página em branco antes do próximo capítulo ser escrito. Quem aprende a enxergar o vazio dessa forma, aos poucos para de temê-lo e passa a usá-lo como espaço fértil de recomeço genuíno.
2890 📜 BÁBA ZEFA, a Vidente Sorridente, Previu, Viu, Concluiu e Decidiu que Eu NÃO tenho Duas ou Mais Contas por aqui (com ou sem segundas intenções). BÁBA ZEFA confirma o que tenho dito!
