Coleção pessoal de testeteste123

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Para cultivar amizades, ouça mais; para evitar desafetos, fale menos.⁠

Os verbos que moldam a sabedoria humana: indagar e silenciar.

Os pilares do conhecimento são erguidos pela repetição e consolidados pelo reforço

Os arquitetos do saber são a repetição e o reforço.

Pequeno é o oceano
sem tua presença!

Quando o espaço é liberado em sua vida, o que é certo tende a manifestar-se

EMPATIA é entender as necessidades dos outros.

Não perca o foco por um ponto de vista cego

Quem não te ouviu não tem autoridade para te definir.
Quem te julgou por rumores não recebeu a chave da tua história.
Quem fechou os ouvidos para a verdade perdeu o direito de opinar sobre quem você é. miriamleal

Aqui cada um cumpre o papel que lhe calhou: uns possuem o que não podem vender, outros desejam o que não podem comprar.

Eu perdi o meu pai
No auge da pandemia
Quando a vacina ainda não vinha
E o silêncio do mundo era feito de incertezas
Sem proteção, sem respostas —
Só a dor crua da perda.


Quatro anos depois
Perdi a minha mãe
Quase lado a lado com os seus aniversários:
Ela em 19 de dezembro,
Ele em 20 de janeiro…
Como se o calendário guardasse um luto
E os dias se recusassem a passar
Sem lembrar de quem tanto amei.


No meu mundo existem memórias,
Milhares de lembranças que doem
E me moldam,
E me ensinam que a ausência é presença disfarçada:
Nos risos que ecoam,
No silêncio das manhãs vazias,
No sabor da saudade que não se despe.


Saudade do filho caçula
Que mesmo sem vocês
Segue o legado.
Segue a força, a coragem e a verdade
Da Família Araújo de Vasconcelos —
Que não se acaba,
Que não se perde,
Que vive em mim.


E no meu eu…
O amor permanece,
Imenso, indelével, eterno.

Precisamos para além de sobreviver e conviver, temos que superviver.

Na vida ou você escreve a própria história, ou terás que ler a que alguém escreveu!

A vaidade é a maquiagem das inseguranças internas.

Às vezes, é preciso aprender até o "desnecessário", pois pode se tornar necessário um dia.

Quando o amor encontra seu lar, ali permanece, não por inércia, mas por escolha. Ele se acomoda nos gestos mínimos, na repetição dos dias, no reconhecimento silencioso de um no outro. Ficar não é fraqueza, é decisão cotidiana. O amor cria raízes, aprende o ritmo da casa, conhece seus ruídos, suas sombras e suas promessas.


O vento não chega de uma vez. Ele começa como estagnação, como descuido quase imperceptível, como a falsa segurança de que tudo está garantido. É a falta de escuta, a ausência de curiosidade pelo outro, o adiamento constante do cuidado. O vento é o silêncio que se prolonga, a palavra que deixa de ser dita, o toque que vira hábito sem presença.


A casa não cai por ódio, nem por grandes tragédias. Cai porque deixa de ser habitada por dentro. O vento apenas revela o que já estava frágil. O amor não acaba quando o vento sopra; ele se desfaz quando ninguém mais sustenta as paredes.

"Quem corre pelos próprios sonhos
não precisa da permissão de ninguém."

A tua identidade não está nas mãos de quem não quis te ouvir.
Ela está selada em Cristo. miriamleal

Acredito que o bom escritor, o poeta, o artista como um todo, precisa ter vivido uma outra realidade. A realidade dura da vida, da busca pelo sustento, o sofrimento, a tragédia, a pobreza, sim, necessariamente a pobreza. Observando os grandes espíritos, as grandes personalidades, percebe-se que todos aqueles que conseguiram chegar a um patamar alto no que diz respeito à sutileza, à beleza, à singeleza, à sublimidade da arte em sua essência, são pessoas desse tipo.
Fernando Pessoa carrega uma tragédia pessoal, uma esquizofrenia consciente. José Saramago traz a luta ideológica, o contexto social de pobreza, a perseguição e a fuga.
No meu caso, a tese não é teórica. Perdi meu pai aos onze anos e fui trabalhar como pedreiro com um tio, na Bahia. Isso não é metáfora, é biografia. Está contado em dois livros meus, Eis um Homem e A Morte do Meu Pai, sendo este o mais recente.
Observando o outro lado, o contraste se impõe. Oscar Wilde viveu na orgia intelectual, cercado de conforto, exagero e facilidades próprias de uma elite privilegiada. Enquanto viveu nesse ambiente, não produziu nada de essencial. Foi apenas quando foi preso que escreveu seu verdadeiro livro, A Balada do Cárcere de Reading.
Artistas atuais, não me venham com o argumento de que é o dom que faz a arte. É a existência que faz o artista e, consequentemente, o artista produz a arte

o rei da cocada se esquece
que existe o rei dos coqueiros.