Coleção pessoal de testeteste123
Eu odeio ela. Não vejo a hora de começarmos a ser apenas sombras uma na vida da outra, me escondendo nas beiras e nós becos, não vejo a hora de passar o dia ocupada e quando chegar em casa me trancar no quarto sozinha, apenas eu, livros e estudo, é tudo o que eu mais quero. Paz, sabe? Eu quero me afastar dela, juro por tudo que é tudo o que eu quero, é a única coisa que me deixaria feliz agora. Eu quero ela longe, eu quero ela BEM longe, queria que ela se mudasse, que EU mudasse, que eu fosse pra outro planeta, que eu fosse pra outra cidade, estado, país, o quanto mais km tivesse de distante entre ela e eu, melhor. Porque eu tenho que viver isso? Eu não consigo achar uma lógica, uma razão, eu queria conseguir ser um pouco mais forte, só um pouco
Eu queria nunca ter conhecido elas, Deus.
Nunca mesmo.
Eu fico pensando o que faz de alguém pensar que é alguém bom quando é assim, sabe??? Tipo, você acha que você é uma boa pessoa? Acha mesmo??? Aí eu me sinto tão chata, tão irritada, tão brava com tudo isso, porque isso é ridículo! Simplesmente ridículo! Eu tô tão nervosa, fala sério
Definir o humano como pecador e exigir amor ao próximo não é virtude moral, é um paradoxo lógico travestido de fé.
0189 "Começamos a morrer quando nascemos. Até entendo isso de morrer. Mas... Pra que nascer? Pra morrer? Só pra isso?"
Sempre respeite os seus pais, os mais velhos, e todos as pessoas, porque não deveis ver a ninguém como diferente de você
0187 "Autoria de Casimiro de Abreu, aqueles versos dizem 'Oh, que saudade que tenho / Da Aurora da minha vida'. Já eu, além de Aurora, também tenho saudade de Guiomar, outra das minhas tias favoritas, quando também eu tinha 'Meus Oito Anos'!”
0185 "Eu, conversando com Meu Cunhado: 'Não escreveu um livro? Não plantou uma árvore? Não teve filho? Tu não é de nada, Hein?' Ele sumiu!"
"...Sou a paisagem e o caminhante,
o ar e a resistência que ele impõe.
O eco da minha própria presença,
a gravidade que me mantém
aqui,
neste meu mundo....
Vicente Siqueira
Combate à Corrupção
A normalização da corrupção revela um fenômeno ainda mais grave: a erosão da consciência coletiva. Quando práticas ilícitas deixam de causar indignação social, instala-se o que Hannah Arendt denominou de “banalidade do mal”, agora adaptada ao contexto administrativo e político. O Direito, que deveria funcionar como barreira contra o arbítrio, frequentemente é manipulado para legitimar injustiças, blindar poderosos e criminalizar seletivamente.
A polarização ideológica extremada, por sua vez, atua como cortina de fumaça, desviando o debate público de questões estruturais e fragmentando a sociedade em campos inimigos, incapazes de dialogar. Nesse ambiente, a democracia se enfraquece, pois o dissenso saudável é substituído pelo ódio, e a crítica racional cede espaço à militância acrítica.
