Coleção pessoal de testeteste123
o canibal
ele não me morde
me lê com os dentes
começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.
não grito.
abro.
passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
então os braços,
que usei tanto para abraçar inimigos
e empurrar amantes.
comeu os cotovelos
da força que não tive,
o gesto que faltou,
tudo vai na mesma dentada.
depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.
e as pernas,
essas que me levaram a becos errados
e fugiram do caminho certo.
o canibal rói os joelhos,
onde dobrei demais,
e os pés,
que nunca tocaram no chão.
devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.
flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.
não resisto,
entrego.
cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.
o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.
não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.
o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.
e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas e
parafusos soltos,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.
do amor, não quer beijos
nem transas:
quer a vontade.
dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar do café,
o brilho curto do prazer rápido,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.
cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.
mais eu.
quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.
o canibal limpa a boca
e vai embora.
fico.
pela primeira vez,
íntegro.
e o que ficou,
não escreve m canibal
ele não me morde
me lê com os dentes
começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.
não grito.
abro.
passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
então os braços,
que usei tanto para abraçar inimigos
e empurrar amantes.
comeu os cotovelos
da força que não tive,
o gesto que faltou,
tudo vai na mesma dentada.
depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.
e as pernas,
essas que me levaram a becos errados
e fugiram do caminho certo.
o canibal rói os joelhos,
onde dobrei demais,
e os pés,
que nunca tocaram no chão.
devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.
flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.
não resisto,
entrego.
cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.
o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.
não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.
o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.
e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas e
parafusos soltos,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.
do amor, não quer beijos
nem transas:
quer a vontade.
dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar do café,
o brilho curto do prazer rápido,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.
cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.
mais eu.
quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.
o canibal limpa a boca
e vai embora.
fico.
pela primeira vez,
íntegro.
e o que ficou,
não escreve mais.
Uma hesitação, cria uma janela previsível de vulnerabilidade, e arrepender, é uma palavra feia para uma coisa bonita!
O novo se inicia apenas quando o ontem é curado; quando o ontem insiste em estabelecer imutável, o hoje perde o paladar, e o amanhã fica suspenso na fome!
A cruz de Cristo de maneira nenhuma tornou-se antiquada com o passar do tempo. É tão cheia de frescor e nova hoje como era quando ele foi crucificado, e será assim por toda a eternidade.
Olhar da tua alma
Horizonte dos teus olhos
Linda forma de cativar
Abraços os momentos
Refaço detalhes da contemplação da tua beleza singular
Tendência das amarras impostas pelo mar de sensações.
Respirar é engoli o choro a força vem das cicatrizes que carrego. O inferno não me dá medo, pois já aprendi o caminho para sair de lá, o que me dá medo e ter que usar tudo que aprendi enquanto estava lá.
A Noite.
A noite tudo se espera,
Mas, só os sonhos passam.
O meu coração, dorme na mente,
levando as batidas andantes.
Passam-se nas horas,
todos os abraços do tempo.
Nas estrelas calvas, deslizam
as brisas frias, dos arredores.
Como pode ser?
Como posso soprar os ventos?
Se a noite insiste, em elevar,
todo o ar quente?
Ah, Noite! Ah, Noite!
Sempre dizem que és a culpada,
por estar presente, aonde passam,
todas as vozes ausentes.
Em mim, só elevas o meu olhar.
Por isso! Lhe entrego!
Os meus mais íntimos segredos!
Sempre deixo-me levar.
Sabe! Lhe Confesso! Livre fico!
Porquê liberta-me pelas frestas,
deixadas, pelos seus sublimes,
eternos e iluminados portais.
.
Ademilton Batista
Brasil, Bahia, Itabuna.
Do Livro O Meu Céu
DR02022023
O peso e a beleza de amar
Acredito tanto no amor que acho que ele virou convicção, mas nunca obsessão.
Ou será que isso mostra que vivo uma espécie de escravidão?
Há horas em que o amor nos faz recuar, porque sentimos medo de amar novamente.
O amor é algo que, por mais que tentemos explicar, nada consegue definir por completo.
Até porque, no amor, a gente pensa, sente falta e sente medo de perder.
Confia.
Mesmo quando você não entende o caminho, o sonho d’Ele continua intacto.
E é nesse descanso que o coração aprende a dizer:
“Seja feita a Tua vontade, porque ela é sempre melhor.”
Que o Senhor alinhe seus sonhos aos d’Ele,
e te dê paz enquanto Ele faz mais do que você pediu ou imaginou.
miriamleal
✍🏻Somente o "eu" e o "EU" são as forças capazes de mudar a direção e o destino de cada ser humano, é impossível QUERER para o outro, tudo que quereis é para si mesmos.
🕉️♾️☯️🌹❤️🩵🩵🩵🩵🌻👁️👁️
✍🏻Todo o Aprendizado nesse mundo de provas e expiações é para o desenvolvimento do AUTO AMOR e do sentimento da mais alta relevância, a Solidariedade.
♾️☯️💜💙🩷🩵💕🙏🏻🕉️
Joias de valor não ficam expostas o tempo todo, nem em qualquer lugar.
Elas são guardadas para a hora certa e levadas apenas aos ambientes certos.
Não por medo, mas por discernimento.
miriamleal
Chamado, unção, sensibilidade, revelação… tudo isso é joia.
E joia não se prova em vitrine, se revela no tempo. Descansa.
Quem guarda joias é porque sabe o valor delas.
miriamleal
Amo aqueles que não sabem viver a não ser como quem declina, pois são os que passam.
Amo os grandes desprezadores, porque são os grandes reverenciadores, e flechas de anseio pela outra margem.
Amo aqueles que não buscam primeiramente atrás das estrelas uma razão para declinar e serem sacrificados: mas que se sacrificam à terra, para que um dia a terra venha a ser do super-homem.
Eu tentei ser compreendida
Tentei me encaixar
Mas as pessoas não conseguiam me enxergar E nem me escutar
Eu tentei mudar o tom
Troquei as roupas
Fiz o que pude, e o que não pude
Para ser compreendida e aceita
Mas nada foi o suficiente.
E eu entendi, que não existe demérito em não ser compreendido, o demérito é não compreender.
Quem ouve muito o mundo dos homens pouco conhece sobre a nova terra e os novos céus do Filho do Homem.
Dê um passo inteligente para sua libertação espiritual e celebre feliz a sua caminhada em Cristo Jesus.
