Coleção pessoal de testeteste123
O amor verdadeiro nunca morre. É como um vulcão adormecido: pode passar de 1 a 100 anos, mas ele aguarda o momento exato para entrar em erupção.
se cada louco têm sua mania
eu também tenho as minhas
e não são poucas,mas algumas,
são apenas minhas!
"Arma Letal do Eu Interior"
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha –
é a lâmina que desfaz o véu da mentira que nos prende;
quando nos admiramos, criamos uma força, uma coragem maior
para enfrentar a vida – e essa chama é fogo que não consome, mas ilumina o caminho.
É a flecha certeira que alcança o coração da autocrítica falsa,
o escudo que repele palavras que não nos pertencem;
não busca derrubar ninguém, mas erguer o que foi abalado,
pois a verdadeira potência está em construir, não em destruir.
Essa é minha arma letal – feita de ternura e determinação,
que transforma sombras em luz e silêncios em cantos!
O amor verdadeiro nunca morre. É como um vulcão adormecido, aguardando o momento exato para entrar em erupção.
Converse menos com os homens, dialogue mais com Deus, mantenha distância do mundo e escute mais a sua esposa.
Nada se compara à alegria de ter você de novo em meus braços e poder dizer, bem baixinho, que te amo.
A verdade é um demônio que devora a vida; filósofos, cientistas e artistas são os seus hospedeiros mal adaptados.
O tempo para quando tenho você de novo em meus braços; é o momento perfeito para repetir: eu te amo.
Sentir seu coração bater junto ao meu, de novo em meus braços, é a paz que eu precisava para te dizer o quanto eu te amo.
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha, pois quando nos admiramos criamos uma força, uma coragem maior para enfrentar a vida. E realmente, não é só não ter vergonha – é algo que devemos cultivar com carinho! Quando nos aceitamos e nos admiramos verdadeiramente, conseguimos enfrentar desafios que pareciam impossíveis antes. Muitas vezes a gente espera que os outros nos valorizem, mas a base de tudo mesmo é o que a gente sente por nós mesmos, pois essa conexão interna funciona como um superpoder que nos sustenta em todos os momentos.
Inexplicavelmente, fui
Raptado pela
Liberdade de
Amar, sem a
Necessidade de ser
Eterno, porém verdadeiro.
Ter você de novo em meus braços é o único lugar onde o mundo faz sentido; só quero sussurrar que te amo.
Chorei o que tinha para chorar, mas não me afoguei. Usei cada gota de tristeza para lavar a alma e hoje sigo em frente, com os olhos marejados de quem viveu, mas o sorriso firme de quem venceu.
Escrever é o meu método de hemorragia controlada: deixo sair a dor para que ela não me mate por dentro.
O amor me fez chorar até o cansaço, mas foi no silêncio do meu soluço que ouvi a voz da minha superação. Limpei o rosto, guardei a lição e descobri que o meu coração, mesmo remendado, ainda sabe bater com esperança.
Minhas lágrimas desenharam rios de dor no meu rosto, mas foram essas mesmas águas que regaram a semente da minha força. Hoje, eu não amo porque esqueci o que sofri, mas porque aprendi a transformar cada cicatriz em um degrau para algo maior.
O destino nos traiu no altar da covardia, e agora o tempo é apenas um carrasco que se recusa a nos libertar.
