Coleção pessoal de testeteste123
O feminicídio é uma das faces mais cruéis da violência no Brasil. Ele não é “apenas mais um crime”: é o assassinato de mulheres por serem mulheres, resultado de uma cultura de desrespeito, posse e desvalorização da vida feminina. Sentir repulsa diante disso é o mínimo; o necessário é transformar essa repulsa em consciência, postura e ação.
Cada mulher que sofre violência é filha de alguém, muitas vezes mãe, irmã, amiga, é uma vida inteira de histórias, sonhos e contribuições interrompidas. E há um ponto que deveria nos tocar profundamente como homens: todos nós nascemos de uma mulher. Foi uma mulher que nos gerou, que enfrentou dores para nos trazer ao mundo, que nos alimentou, amamentou, cuidou e sustentou nossa vida nos momentos mais frágeis. Nossa própria existência começa no cuidado de uma mulher.
Como, então, pode existir ódio, agressão ou indiferença contra quem representa a origem da nossa vida e da vida de toda a sociedade? Respeitar mulheres não é favor, não é gentileza é princípio básico de humanidade e justiça.
Repudiar o feminicídio é dever coletivo. Isso passa por não normalizar agressões, não rir de desrespeito, não silenciar diante de sinais de violência e educar meninos e homens para o respeito, a empatia e a igualdade. Uma sociedade que não protege suas mulheres está falhando consigo mesma.
Que a indignação não seja só discurso, mas mudança real de atitude. Porque toda mulher merece viver com dignidade, segurança e liberdade. E porque a vida de uma mulher nunca pode ser tratada como algo descartável.
Você os verá.
Esse ano você, os verá.
Batendo em tua porta,
querendo te abraçar.
É tantas promessas, e tantos leros, leros.
Os miseráveis vão para os bairros, calçados com os pés em chinelos.
São humildes chega dá dó.
O que eles querem mesmo: É te prender no anzol.
São humildes chega dá dó.
O que eles querem mesmo: É te prender no anzol.
Eu me perco no seu olhar, encontro-me no toque da sua pele e sonho acordado com o mel desses seus lábios. Você é a definição da perfeição em cada detalhe.
Sou Capoeira sou.
É , É, É, É.
Sou Capoeira sou, Sou Capoeira, sou Capoeira, da Tribo de Judá.
Do Alvoredo eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Sou Capoeira sou, sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Seja bem-vindo irmão de coração,Por gentileza aperte a minha mão. Vamos saudar o mestre do berimbau.
Vamos fazer uma rodada genial.
Aqui não tem disputa e nem valentão, só temos Cristo em nosso coração.
Sou Capoeira sou, Sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Sou Capoeira sou, Sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Não sei o que me fascina mais: se é a doçura desse seu olhar que me despe a alma, a seda da sua pele sob as minhas mãos ou o privilégio de admirar o sorriso desses lábios, os mais lindos que já vi.
O brilho do seu olhar apaixonante é o convite que eu nunca recuso, mas é no toque da sua pele suave e no desenho dos seus lábios perfeitos que eu encontro o meu paraíso particular.
Amar não é se apagar.
Há troca.
Há caminho de ida e volta.
Há o que transborda.
Amor que não troca, cobra.
Amor que troca, cresce.
Seu rosto transmite uma pureza rara, mas é o brilho do seu sorriso que ilumina tudo ao meu redor. Ter você por perto é como viver em um sonho constante.
É impossível não se perder na doçura desse olhar e se encontrar na luz desse sorriso. Você é a definição perfeita de um anjo que caminha entre nós.
Existem detalhes em você que parecem ter sido desenhados à mão: esse seu rosto angelical traz paz, seu olhar meigo acalma a alma e o seu sorriso encantador é, sem dúvida, o meu lugar favorito no mundo.
Nada me abala.
Eu apareço quando sou necessário e entrego excelência.
Dou liberdade porque confio — e observo porque lidero.
Se funcionar, seguimos juntos.
Se não, cada um toma o seu caminho, sem ruído.
O diálogo sempre estará aberto para quem vem com verdade.
Confiança é como casamento:
traição não destrói — ela apenas revela que nunca existiu.
Sou feita de cuidado, coragem
e do mundo que aprendi a construir.
Trago comigo quem veio antes de mim.
"EU QUERO TE VER"
Eu quero te ver porque meu coração transborda.
Quero te ver e enxergar teu olhar fora da minha pele,
onde ele existe sem me ferir
e ainda assim me alcança.
Quero te ver porque o tempo não apaga o sentimento,
ele só muda o lugar onde ele dói.
Quero te ver porque não quero perder teu olhar
na memória,
esse lugar frágil onde tudo insiste em desbotar.
Quero te ver porque meu tempo é pouco
e o silêncio cobra caro.
Quero te ver,
nem que seja apenas uma vez,
para que o que ficou suspenso
finalmente encontre chão.
O quilombo é caminho, é gira, é resistência viva.
Reconhecer-se é libertar a dor
e fazer da memória um lugar de cura.
Hoje a tristeza, velha companheira das noites escuras, veio vestida de gala, com vida social agitada. Trouxe a esperança, para que eu nunca desista. Trouxe a melancolia, para eu agradecer os dias de sol. E trouxe a incerteza, para confundir minhas verdades. Eu a recebi como quem cumprimenta uma amiga antiga, que senta na sala em silêncio e registra as perguntas que meus olhos fazem. Eu não servi à tristeza um copo com lágrimas, porque o coração estava seco, em seu modo mais bruto. Não pude ignorá-la, já que ela era robusta e ocupava metade da sala, e boa parte do meu ser. Por educação servi um prato de ilusão, que eu tinha em fartura. Deixei escapar algumas palavras "é isso mesmo", "é só se resignar". Ela prontamente recusou minha tentativa de racionalizar, de tornar lógico o absurdo. E eu respondi ríspida "eu não devo explicações a você". Então ela sorriu, como quem coloca os pés em cima da mesa. Eu ignorei sua vulgaridade. Melhor colocar os pés em cima da mesa, do que no meu coração. Ficamos caladas, como quem de repente se estranha. Ela continuava uma presença muda, enquanto eu falava frases aleatórias. Ela não me amedrontava. Era visita frequente, dessas persistentes. Ela trouxe fotos de pessoas felizes, certamente para me humilhar. Eu respondi na defensiva "eu também já fui feliz", "fotos são apenas cenas congeladas". Ela sorriu irônica. Eu forcei um sorriso cinza, para mostrar que eu também tenho dentes, inclusive caninos. Eu abri um livro e li em voz alta um poema. Um poema certeiro e brutal. A tristeza se sentiu ameaçada. E foi vingativa. Falou a palavra "amor", como quem me lembra da ausência desse sentimento em minha vida. Eu me calei, cansada de argumento, apenas virei o rosto e pronunciei "agora tanto faz". E chorei. A tristeza sentiu que triunfou, mas eu enxuguei as lágrimas e coloquei para tocar minha música preferida. A música me tocou profundamente. Eu faleu "como é incrível a arte". E lentamente adormeci. Sonhei com um quadro de Monet, com acordes e melodias. Acordei no dia seguinte, meio sonolenta, e o sol raiava no horizonte. Sozinha na sala eu tomei um café quente e despertei para o dia.
"O perigo não está em gostar ao ponto de se perder profundamente de amor e paixão por alguém que já provou e demonstrou que quer ficar, nos amar, somar e caminhar junto.
O perigo está, sim, em se perder por alguém que já demonstrou que não nos ama, não soma e não quer ficar."
— Malaquias da Viola (Autor)
