Coleção pessoal de testeteste123

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SER DECENTE É AMAR VOCÊ..
COM TODO O RESPEITO
NUMA CAMA.

A TORNEIRA DO AMOR


É SÓ ABRIR QUE VEM ÁGUA.

O VERSO


O VERSO FALAVA EM VOCÊ
E EM MIM.
E EXISTIA O AMOR.
ESSE FRUTO PARA SER DIVIDIDO
PARA DOIS.
QUE PARA A NOSSA ESPERANÇA.
AINDA ESTAVA VERDE NA ÁRVORE.

O GURU


SENTARAM-SE OS DISCÍPULOS
ÀS MARGENS DO GANGES NUMA CERTA NOITE.
E O GURO SENTOU AO LADO
DELES
E DISSE :
PERCEBAM AS ESTRELAS.
E APÓS ISSO OLHEM O RIO GANGES.
COMO ELE É BOM E AS ESTRELAS.

O que é o Amor?




Só sei que é inimiga da covardia
Pois para ganhá-lo tem que perder
Vencer o medo de ganhar
Vencer o medo de perder
E conquistar o direito de ser livre
Para perder a própria liberdade

Ação é o motor. E a motivação é o combustível. Comece agora.

O Bem Viver (Refletindo e dirigindo as crenças)








Quando penso nas coisas passadas
Nas realizações pendentes, satisfeitas ou frustradas
Quando penso nos arrependimentos persistentes
E então relembro as coisas já alcançadas
Reflito que, arrependido, fui satisfeito
Até o stress me tornou calmo, e frustrado fui completo
Então reflito: vivi e vivi bem


Quando penso nas coisas presentes
As mesmas que as passadas, embora um pouco diferentes
Quando penso nas preocupações que me deixam aflito
Nos arrependimentos que me deixam sem jeito
Reflito que, até quando incompleto, inseguro e deficiente, sou perfeito
Pois até a insegurança me traz conforto, as deficiências compõem minha plenitude
Até a minha incompletude me faz completo, pois tudo me faz feliz
Então reflito: vivi e vivo bem


Quando penso nas coisas futuras
As mesmas que as presentes, embora um pouco diferentes
Nas dores e tristezas de hoje que serão as mesmas de amanhã
Quando penso nas colheitas dependentes da chuva da manhã
Reflito sobre as conquistas e fracassos dependentes do porvir
As mesmas de ontem e hoje, que me fazem e farão feliz
Então reflito: vivo e viverei bem

⁠Com
tanto Humano latindo, muito em breve, dialogar será
privilégio dos Cães.


Vivemos tempos muito curiosos, em que muitos confundem ato de falar de qualquer jeito com a capacidade de se comunicar, o grito com o argumento e a agressividade com a razão.


Nunca tivemos tantos meios de nos conectar e, paradoxalmente, parece que desaprendemos a arte de nos compreender.


As pessoas já não escutam para entender; escutam para responder, rebater, diminuir ou vencer.


Cada opinião divergente se transforma em afronta, cada discordância em uma guerra de egos e cada conversa em uma disputa na qual o mais importante não é encontrar a verdade, mas impor a própria versão dela.


Há quem rosne diante de uma ideia, ladre contra uma opinião e mostre os dentes sempre que confrontado com algo que desafia suas certezas.


Gente que faz do volume da voz um substituto para a profundidade do pensamento e da intolerância, uma espécie de armadura para esconder a fragilidade das próprias convicções.


E o mais irônico é que os cães, frequentemente associados ao latido, talvez nos ensinem algo que muitos humanos esqueceram: a lealdade não exige humilhação, a presença não precisa de discursos e o afeto não depende de vencer uma discussão.


Eles sabem reconhecer o silêncio, perceber a tristeza e oferecer companhia sem exigir que o outro pense exatamente como eles.


Talvez o problema da humanidade não seja a falta de palavras, mas o excesso de vaidade.


Falamos demais sobre nós mesmos e de menos sobre aquilo que realmente importa.


Queremos ser ouvidos, mas muito raramente estamos dispostos a ouvir.


Exigimos respeito às nossas opiniões, mas tratamos as opiniões alheias como se fossem uma ameaça à nossa existência.


Dialogar exige algo que nem todos estão dispostos a oferecer: humildade para admitir que podemos estar errados, maturidade para conviver com as diferenças e coragem para rever aquilo que sempre julgamos incontestável.


Afinal, mudar de ideia diante de um bom argumento não é sinal de fraqueza; é prova de que a inteligência continua viva.


Uma sociedade que perde a capacidade de dialogar começa a trocar argumentos por ofensas, ideias por rótulos e pontes por muros.


Quando isso acontece, o barulho cresce, mas a compreensão diminui.


Todos querem ter a última palavra, enquanto quase ninguém se preocupa em construir uma palavra que faça sentido.


No fim, talvez não precisemos ensinar os cães a dialogar, mas reaprender, entre humanos, a diferença entre emitir sons e compartilhar pensamentos.


Porque a verdadeira evolução não está apenas na capacidade de falar, escrever ou dominar tecnologias, mas na disposição de reconhecer humanidade até mesmo naqueles de quem discordamos.


E, se um dia dialogar se tornar privilégio dos cães, não será porque eles aprenderam a falar como gente, mas porque nós teremos desaprendido a conversar como seres humanos.

Tratar direita, extrema-direita e bolsonarismo como sinônimos é um erro conceitual.


Enquanto os primeiros são espectros políticos tradicionais, o bolsonarismo frequentemente extrapola as ideias e entra no radar da Justiça por práticas que se assemelham a uma associação criminosa.


Ideologia é debate politico-eleitoral.
Crime é caso de polícia.


✍@MiriamDaCosta

Sim, eu tenho minhas opiniões, assim como qualquer pessoa. Mas não acredito que precisamos transformar nossas escolhas políticas em uma disputa pessoal.

Eu só quero o melhor para o meu país e para o mundo.

Podemos pensar diferente, enxergar os problemas de maneiras diferentes e ainda assim querer a mesma coisa: um país melhor.

No fim, existe uma única realidade, mas ela pode ser enxergada de diferentes maneiras.

Discordar é um direito. O problema começa quando a ideologia fala mais alto que a razão e a convicção se torna incapacidade de enxergar a realidade.

Ter uma opinião não significa precisar anunciá-la. Algumas convicções pertencem apenas a nós mesmos.

Sou humano: por vezes, logicamente ilógico; noutras, ilogicamente lógico.

Sou humano, bipolaridade é o mínimo, multipolaridade é a regra.

Dentro de um mundo redondo,
minha visão vertical
me torna a definição
do viver em contradição,
com meu pensar em modo espiral.
Simples...
O inverso
do reverso
do verso...
Aonde a volta termina,
justo aonde a volta começa,
no ponto exato...
que o círculo não fecha...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.

A vida nos ensina através daquilo que sentimos. O amor nos aproxima, a dor revela nossas fragilidades, o tempo amadurece nossa compreensão e a fé nos ajuda a continuar. Nem sempre entenderemos tudo o que vivemos, mas podemos aprender com cada experiência, sem perder nossos valores, nossa essência e nossa confiança em Deus.

Mais vale um olhar humilde que estende a mão do que um bolso cheio de dinheiro acompanhado de desrespeito.

A verdadeira nobreza está em manter o coração simples e educado, mesmo quando o sucesso bate à porta.

Ser humilde é reconhecer o valor do próximo e caminhar lado a lado rumo ao crescimento, sem egoísmo.

O brilho de um caráter humilde é eterno, enquanto a arrogância do dinheiro material se apaga depressa.