Coleção pessoal de testeteste123
Ver com compaixão e ouvir com o coração são os gestos mais nobres que podemos oferecer; pois, ao contemplar a beleza de Deus e escutar o clamor do próximo, encontramos a verdadeira nobreza em amar como Cristo amou
Entregar nossas angústias a Deus, reconhecendo que Ele vê além do momento, nos liberta para amar e confiar, encontrando paz na certeza de Seu amor maior.
A cada momento, sinto-me renascido em Cristo para amar e celebrar a eterna novidade do mundo, compartilhando a alegria de viver com todos.
Alguns perseguem grandes sonhos e se perdem no caminho; outros não sonham, e se perdem sem tentar. Mas Deus nos chama a buscar o que é eterno, para que, ao viver, encontremos o verdadeiro propósito em Seu amor.
Vivemos em meio ao tempo que se esvai, mas cada dia é um dom de Deus para amar e servir; pois, ao entregarmos nossa vida, encontramos a verdadeira vida em Cristo.
Toda a poesia e a canção nascem do anseio do coração por algo mais; refletem a busca por plenitude em Deus. Por isso, os que sofrem cantam com esperança, e os que têm tudo, às vezes, cantam com a alma vazia
Não me cabe lamentar,
nem pedir piedade
pelo amor que te dei.
Cada gesto foi inteiro,
cada palavra nasceu limpa,
cada carinho carregava verdade.
Se não encontrou morada
em teu coração fechado,
não foi por falta de entrega,
mas por ausência de espaço.
O amor que ofereci
não diminui porque não foi acolhido —
permanece grande,
permanece meu.
E sigo,
com a consciência tranquila
de que amei
sem medidas
e sem fingimento.
Não é necessário apenas viver, mas sim amar e criar com o coração cheio de Deus, para que outros encontrem esperança e vida em cada gesto nosso.
Às vezes, o vento sussurra segredos de Deus em meu coração, e ao ouvir, sinto gratidão por ter a chance de viver e compartilhar esse amor com os outros
“Não sou da folia, sou da poesia.”
Não sou da folia, mas
gosto do riso solto na esquina,
do confete que dança no vento
e da música que abraça de longe.
Fico na calma do meu canto,
vendo a cidade virar cor.
Não pulo, não bebo, não grito —
mas deixo o coração sambar
bem baixinho por dentro.
Você está pensando
que eu vou esquecer você.
Mas o amor que mora em mim
não aprende a desaparecer.
Eu sei…
você me esqueceu,
nem sequer disse “até logo”,
virou as costas ao que fomos
e me deixou falando sozinho com o vento.
Mas eu…
eu vou continuar te amando,
mesmo que o tempo me aconselhe o contrário,
mesmo que o mundo diga que é tarde.
Refrão
Não adianta, mulher, fugir de mim,
o que é destino não se desfaz assim.
Até o céu conspira a nosso favor,
há estrelas guardando o nosso amor.
Um homem que grita como se fosse dono do mundo,
mas é só eco vazio em peito profundo.
Grande no corpo, pequeno na alma,
carrega a força, mas não carrega calma.
Veste palavras de Deus como armadura,
mas nunca deixou que elas curassem sua própria fissura.
Usa o sagrado como palco e disfarce,
mas no silêncio é o ódio que ele abraça e reparte.
A verdade dele não é verdade...
é crença inflada pela própria vaidade.
Ele acredita, então impõe.
Ele impõe, então destrói.
Bruto no gesto,
agressivo no tom,
ignorante no modo de existir ...
acha que mandar é construir.
Quem não o conhece pode até acreditar,
mas quem já viu de perto sabe:
por trás da soberba existe medo,
e por trás do medo, um homem pequeno demais para amar.
E no fim, o que se diz não é ameaça, é fato:
sozinho ele volta...
porque ninguém suporta por muito tempo
o peso de um coração fechado e exato.
Ele traz o amargo no nome,
como se já tivesse nascido marcado,
como se o destino tivesse sussurrado:
“serás peso, não abrigo”.
Há homens que aprendem a amar.
Ele aprendeu a dominar.
Confunde respeito com medo,
confunde fé com discurso,
confunde força com excesso.
Ele não conversa... Ele impõe.
Não escuta... Interrompe.
Não sente... Reage.
O amargo não está só no nome,
está na forma de olhar,
no jeito de tocar que não acolhe,
no silêncio que antecede o ataque.
Há algo nele que sempre ameaça voltar...
Não por amor,
não por saudade,
mas por necessidade de controle.
E o mais duro de admitir?
Ele acredita na própria versão.
Se convenceu de que é justo,
de que é certo,
de que o mundo é que o provoca.
Mas quem carrega ódio como combustível
não constrói... Consome.
E no fim…
o amargo que ele espalha
é o mesmo que o corrói por dentro.
Porque ninguém vive em guerra constante
sem se tornar o próprio campo de batalha.
O que sua consciência exige de você focar é o que deve focar; para quê? Para aprender; quando aprender, você vai deixar de focar nesse pensamento.
Maria Eduarda
É Escorpião.
Não brinca de ser intensa... Ela é.
A mentira nela não passa impune,
é faísca em palha seca.
O olhar fecha, a boca cala,
e quem mentiu sente o peso do próprio erro
sem que ela precise levantar a voz.
Diva da ansiedade....
mente acelerada, coração em vigília.
Às vezes mal interpreta, reage antes,
mas quando decide quebrar tudo
não é descontrole ..
é estratégia.
Ela não explode à toa,
explode para encerrar.
Dona do silêncio.
E o silêncio dela não é ausência,
é cálculo.
É água funda.
É escorpião recolhendo o ferrão
até achar o ponto exato.
Age na calma.
Mas a calma dela é vulcão adormecido.
Terra que sustenta.
Fogo que consome.
Contradição viva ...
abraça e queima no mesmo gesto.
Ela sente demais.
Ama demais.
Odeia com a mesma medida.
Não sabe ser rasa.
Ou mergulha
ou atravessa.
Num segundo está em guerra,
no outro já decidiu o destino.
Porque Escorpião não hesita quando entende.
Ela observa, registra, aprende....
e quando resolve,
resolve inteiro.
Maria Eduarda não ameaça.
Ela cumpre.
Não fala o que fará...
faz.
É tempestade com propósito.
É lealdade feroz.
É intensidade que assusta quem vive pela metade.
E quem a chama de exagero
nunca teve coragem
de encarar a própria verdade.
Um dia, você me disse que queria ficar sozinha. Quero ver, quando estiver só, doente e precisando de um copo de água sem ninguém para ajudar, se não vai lembrar da sua ignorância passada.
Você escolheu ficar sozinha. Só espero que, quando precisar de ajuda e não tiver ninguém ao lado, entenda o valor de quem um dia esteve com você.
