Coleção pessoal de testeteste123
Pensar e sentir a vida
Se estiver em um lugar alto, como uma montanha. Olhe para baixo e se leve a pensar e a sentir. A imaginar.
Pense no campo. Na relva fresca da manhã.
Sinta o sopro do vento. A leve brisa.
Sinta o perfume das flores. Doce e suave.
Pense no Sol nascendo.
O sol que brilha. Ilumina e não pede nada. Só ilumina. Brilha para todos.
Sinta a força do amor.
Pense nos amigos verdadeiros.
Nas amizades sinceras.
Amizade que não faz força. É Natural. Que dá força.
Amizade que só estende a mão e não pede nada.
Os amigos que se foram, mas deixaram uma marca.
Pense que no mundo ainda existem pessoas boas. Um resquício de esperança.
É a força necessária para lutar.
Pense no lado bom da vida. As bençãos alcançadas. Os sonhos conquistados. Em Viver e deixar um legado. Fazer o bem.
E assim continuar.
Pense no lado bonito da vida.
Sinta a bondade da vida.
Sinta o calor da amizade.
Sinta o amor! Que supera o ódio. Supera a dor. Supera tudo.
Pense que a vida é bela.
Pense, sinta, imagine! Então siga em frente.
E glorifique a Deus. Que tudo deu. Tudo criou.
Não desista.
Quero dedicar esse humilde pensamento (mensagem) a alguém que talvez esteja sofrendo com ansiedade ou depressão que são o mal do século 21.
Quero dizer, olhe para as coisas boas e não desista da vida ou das lutas da vida.
No começo há muito amor, mas a estrada é longa, e o que era intenso no início acaba se perdendo no caminho.
"O mundo celebra o resultado, mas seja longo ou seja curto, é o processo que sustenta a vitória!"
— Jeisdens Fernandes
Novos contatos florescem no que antes era medo,
Descubro que a vida não guarda segredo:
Perder quem não soma é, enfim, se encontrar,
Pois quem nunca foi seu, não há como deixar.
Na rua todos tinham medo quando ele passava sorridente com aquele saco de estopa muito bem fechado, nem sabia para onde ele ia mas muitos olhos medrosos o seguia até sumir na esquina da trilha.
Ele sempre saia de tardezinha quando a noite brotava azulada e devagarinho tudo escurecia deixando as lâmpadas e os postes onde elas acendiam um pouquinho mais claro para quem ia e vinha.
Ao amanher o dia ele voltava com o saco de estopa quase vazio e algumas vezes nem o saco trazia mais debaixo do braço e todos se perguntavam o que estava acontecendo e o que ele tinha naquele saco que todos os dias enchia oculto pela privacidade da sua pequena casinha.
E como lá dentro daquela casa cabia tantas coisas para ele colocar naquele saco de estopa todos os dias? A curiosidade muitas vezes nos faz comportar como idiotas presunçosos mas foi essa mesma curiosidade que me fez seguir o homem do saco naquele dia e decobrir que ele não roubava criancinhas mal criadas como minha avó sempre dizia...na verdade ele era um Emprestador de Ombros! E o saco estava cheinho de ombros amigos que ele emprestava todas as noites para consolar que voltava para casa e encontrava a tristeza...e não tinha nenhum ombro amigo para chorar.
A gente espera de quem está perto,
Mas o deserto ensina a caminhar.
A decepção é o rito de passagem:
O medo de perder se apaga
Quando percebemos que ninguém se perde
Se nunca pertenceu ao nosso lugar.
Esperamos o mundo de quem caminha ao nosso lado,
Por quem doamos o tempo, o zelo e o cuidado.
Mas se o retorno é vazio, o sentimento esfria.
A decepção, então, vira bússola e guia,
Abrindo caminhos que antes não se percebia.
Para ajudar a manter o aluguel das nossas cabeças em dia, só consumimos conteúdos sugeridos pelos inquilinos.
E para arrotar seletividade, demonizamos todas as mídias e tudo que eles demonizam.
Porque, para receber o aluguel da própria cabeça rigorosamente em dia, é preciso aceitarmos, sem constrangimento algum, a curadoria alheia do que vemos, lemos e ouvimos.
Consumir apenas o que nos é sugerido — não por confiança, mas por conveniência.
Assim, o pensamento não precisa se arriscar, a dúvida não incomoda e o esforço de confrontar ideias é cuidadosamente evitado.
Nesse arranjo confortável, o viés de confirmação vira feno diário: tudo que chega afirma e reafirma, e nada nos desafia.
A consciência, então, deixa de ser morada e passa a ser imóvel alugado, decorado conforme o gosto do inquilino.
O silêncio ensurdecedor da criticidade é celebrado como paz, e a repetição das mesmas narrativas é confundida com coerência.
O preço desse contrato raramente aparece na fatura mensal.
Ele se revela, pouco a pouco, na incapacidade de pensar fora do script, no medo do contraditório e na estranha aversão a qualquer verdade que exija revisão de crenças.
Afinal, quem terceiriza o que consome, cedo ou tarde, terceiriza também o que pensa — e ainda chama isso, ingênua ou descaradamente, de opinião própria.
Mas a pergunta que ainda não aprendeu a se calar é: o que será de nós quando o contrato de aluguel das nossas cabeças acabar e o inquilino levar toda a mobília embora?
"Há tantas pessoas fazendo de tudo para ir para o inferno que dá a ilusão de ser um lugar agradável."
Se eu conseguisse ao menos mostrar-te a forma como a minha mente te vê por meio dos meus olhos, talvez eu não precisasse de fazer recurso desnecessário ao mar de palavras que busco a todo o momento para que percebas o que sinto por ti.
Um menino em seu quarto, deitado na cama sob o olhar de uma lua bisbilhoteira pela janela; uma rádio de pilhas Sharp ouvindo ‘All My Loving’ dos Beatles; o mundo pegando fogo com a Guerra Fria; e sonhando em reencontrar a menina que colocou um Drops Dulcora em sua boca na matinê de domingo.
É preciso ser-se inteligente o suficiente para saber-se fazer leitura de reiterados momentos de estupidez alheias.
