Coleção pessoal de testeteste123
Tudo em pratos limpos.
Por tudo aquilo que já vi … não vi nada de mais. Curiosamente, lembro que quando alguém, tem raiva da gente, tudo o que nós possamos dizer tem sempre uma carga negativa. Se nós dizemos coração a eles soa-lhe aflição. Se a gente quer dizer amor, quem nos tem raiva, só ouve miséria e dor (de onde veio essa raiva? Só Deus sabe) Não é tanto o que se diz, mas como se ouve. Não é tanto o que se faz, mas como se entende ...e quem haveria de pensar que há tantos analfabetos funcionais?
Justiça não é corrigir amigos com amor e atacar desconhecidos com raiva; é manter coerência no caráter.
Passaram por nós
o nosso Carnaval,
a Quarta-feira de Cinzas
e as lindas nostalgias,
Não esqueci de manter
vivas as alegrias,
e tudo o que faz
o coração se derreter.
Os sambas deste ano
continuo ouvindo,
Quero acreditar que
o teu amor está
escrito no destino
para deixar a chama
intensa, envolver
e de amor bamba.
Porque se não for por
amor que ao menos
vire um bom samba,
Para não deixar perder
a beleza deste tempo
que é ver pelo caminho
o Jacarandá de espinho
florindo e o teu sorriso
para mim se abrindo.
Se você só ensina quem gosta, mas destrói quem não gosta, o problema não está no outro — está na sua postura.
A crítica construtiva desenvolve maturidade e crescimento, diferente da destrutiva que gera bloqueios emocionais.
*
"Ela, uma das abelhas da colmeia,
voava a procura de flores e seu néctar, pra adoçar as rimas e palavras da sua poesia...'
***
(Francisca Lucas)
______________________🌷🌹🌺
A crítica construtiva preserva o respeito mesmo ao corrigir, enquanto a destrutiva perde o respeito ao atacar.
A crítica construtiva impulsiona crescimento e prosperidade, enquanto a destrutiva tenta limitar o potencial.
A crítica construtiva reconhece qualidades e corrige falhas, mas a destrutiva ignora qualidades e só vê defeitos.
A crítica construtiva fala com respeito e oferece solução, diferente da destrutiva que fala com arrogância e não ensina nada.
Os que sacrificam demais o presente para viver o futuro, chegam nele com saudade da saúde que não aproveitaram no passado.
Quem negligencia o presente para viver o futuro costuma acreditar que está fazendo um investimento muito seguro.
Troca horas de sono por promessas, adia encontros por metas, empurra o cuidado com o corpo para depois da próxima conquista.
Vivem como se a vida fosse um rascunho — como se o agora fosse apenas um corredor apertado que precisa ser atravessado às pressas para, enfim, chegar ao grande salão do “um dia”.
Mas o futuro tem um hábito curioso: ele chega.
E quando chega, não traz de volta as madrugadas mal dormidas, as refeições engolidas às pressas, os abraços adiados, os sinais ignorados do próprio corpo.
Ele chega cobrando juros silenciosos — nas dores crônicas, no cansaço que não passa, na energia que já não acompanha os sonhos.
Há uma ironia delicada nisso tudo: trabalhamos para garantir dias melhores e, no processo, entregamos os dias que já eram bons.
Buscamos segurança e acumulamos ausência.
Queremos estabilidade e perdemos vitalidade.
E quando finalmente alcançamos o futuro tão esperado, às vezes ele nos encontra com a saúde fragilizada, e uma saudade imensa do tempo em que podíamos ter vivido com mais equilíbrio.
O presente não é inimigo do futuro.
Ele é a matéria-prima dele.
É no agora que o corpo se fortalece ou se desgasta, que a mente respira ou se sobrecarrega, que a alma floresce ou se cala.
Não há amanhã saudável construído sobre um hoje negligenciado.
Talvez a sabedoria não seja abandonar os planos, mas aprender a não se abandonar enquanto os constrói.
Porque sucesso algum compensa o arrependimento de ter tratado a própria saúde como algo descartável.
E não há futuro tão próspero que substitua o privilégio de estar inteiro — física, mental e espiritualmente — na única linha do tempo que realmente nos pertence: o agora.
O melhor dia para se viver é hoje.
A crítica destrutiva diz “você não consegue”; a construtiva diz “você consegue, mas precisa melhorar nisso”
A crítica negativa acusa e não ensina, critica e não orienta, fala e não ajuda. A crítica construtiva corrige com respeito, explica o erro e oferece solução. Uma trava o crescimento; a outra impulsiona a prosperidade.
