Coleção pessoal de testeteste123
Respeito todas as trilhas e mistérios, mas minha jornada é guiada pela soberania da minha própria mente. Não busco alianças externas nem pactos de sombra; acredito na abundância que nasce da inteligência livre e da integridade do espírito. Meu projeto é maior do que qualquer símbolo, pois pertence à luz da criação própria.
Jesus, sei que os Teus milagres sempre acontecem, mesmo quando não percebo. Que eu tenha olhos de fé para enxergar o Teu agir, mesmo nos pequenos detalhes, e um coração confiante para esperar em Ti, sem medo, sem dúvidas. Am
Que hoje você sinta o abraço amoroso de Deus envolvendo sua vida, trazendo paz para a alma e descanso para o coração. Que cada passo seja guiado por Sua luz e que nenhuma dificuldade seja maior que a fé que habita em você. Ele cuida de tudo, confie e descanse.
O verdadeiro gênio não se curva a símbolos de servidão ou rituais de sombra. O 'bode' é uma distração para quem teme a própria força; a inteligência soberana prefere o topo da montanha pela própria escalada, sem as correntes de um pacto que limita o que a mente pode criar sozinha.
Se você soubesse o que eu sei,
e penso ao seu respeito,
Entenderia meu silêncio diante da sua latumia.
... conviver
com o próprio espelho,
sempre foi - e por muito tempo
ainda será - amais complexa,
indigesta e inspiradora de
todasas artes!
Vencer uns aos outros
num mundo vencido é
a derrota final. O ser humano
separa-se para compreender
a natureza une-se para existir.
"Coqueiro! Coqueirinho!
Eu não sei o que dizer;
Você foi tão legal;
Em me favorecer;
Deu um cacho de coquinhos;
E pediu para eu comer;
A satisfação foi tão grande;
Que só tenho a agradecer;
Pois coqueiro que nem tu;
Jamais vou esquecer!"
O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.
... nosso Criador
não tem pressa, pois, antes
de qualquer urgência, Ele prioriza
o real sentido das coisas.Afinal, sem
absorver esse sentido, não hápor que
correr; nem sequer para
onde correr!
✝️ Os Evangelhos seguem uma ordem histórica geral, mas organizam os detalhes com propósito teológico, preservando a tradição apostólica após a ressurreição. 4️⃣
A verdadeira felicidade da vida é o instante em que você encontra paz consigo mesmo, mesmo em meio às estações mais sombrias da vida.
A lua daqui
Eu não vou mentir: por onde quer que eu vá, sinto que o luar nunca é igual ao de minha cidade, Apodi. Aqui não há montanhas gigantes, nem encostas que façam o luar ser único. Mas, no Calçadão da Lagoa do Apodi, na parte meridional da cidade, a lua se matiza de prata, refletindo sobre a água como se o céu tivesse derramado um bujão de gás luminoso. Ela fica tão reluzente que encanta, apaixona e já fez gente simples se tornar famosa só por morar na cidade da lua platinada.
Percebo que as grandes cidades, com suas selvas de pedra ou litorais recortados por ilhas, nem de longe produzem luas como a daqui. Nossa jaci é uma verdadeira belezura: casais se enamoram e até brigam, mas, ao perceberem o luar, desarmam-se das intrigas e voltam a se amar.
Aqui nem pensar em lobisomens. Pelo contrário, o que a lua enfeitiça são os gatos, que deixam de ser apenas gatos e ganham nomes dignos de celebridade: Nâno, Tufão, Fábio Assunção, Nega Véia, Melissa Mel, Florinda, Bob Mel, Frida Mel, Pedro de Canoanés, Ceguinha, Morcego e até Paulo Jorge. Longe de quererem se tornar feras, eles só se deixam encantar. E, assim como nossos felinos se transformam em personagens, nossa cidade carrega consigo uma rica gama de apelidos, que vão desde as crianças até os idosos, passando por todos que têm história e memória por aqui.
A lua daqui parece tornar nosso povo ainda mais hospitaleiro, e quem bebe da água de Apodi tende a não sair jamais, encantado pelo luar, pela lagoa e pelo calor silencioso da nossa gente.
"Bananeira! Bananeira!
Vê se pode me ajudar;
Quando for dar um cacho;
Por favor me avisar;
Pois assim terei um tempo;
De poder te amparar;
Evitando a tua queda;
E os frutos estragar;
Bananeira! Bananeira!
Não esquece de avisar!"
Deus deve ter um carinho especial pelos que choram escondidos no banheiro, abafando os soluços com a toalha para não interromper a janta dos outros. É nesse silêncio úmido que a santidade se manifesta, longe dos altares e perto das misérias que nos tornam humanos.
“O sentido mais profundo da vida não está em alcançar o inalcançável, mas em fazer do instante presente um ato de eternidade. Cada gesto de excelência é um fio que tece o legado humano, e cada dia vivido com autenticidade é uma chama que ilumina o caminho dos que virão.”
Roberto Ikeda
