Coleção pessoal de testeteste123

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Uma mentira faz todas as "verdades" virar uma dúvida

Uma mensagem que nunca foi escrita…

Talvez seja aquela que ficou presa na garganta,
que o orgulho não deixou sair,
que o medo calou,
ou que o tempo levou antes de virar palavra.

É o “eu te perdoo” que não foi dito,
o “eu preciso de você” engolido,
o “fica” sussurrado só no pensamento.

Às vezes, as mensagens mais importantes
não são as que enviamos,
mas as que deixamos guardadas no silêncio.

Eu "brinco" com a realidade. Sou ácido apenas apontando que "o rei está nu". Essa acidez é a libertação do Simulacro.

Eu me perco em mil perguntas que não tenho coragem de fazer em voz alta. Quando estamos juntos, sinto que há um universo inteiro atrás dos seus olhos e me pergunto se eu realmente faço parte dele ou se sou apenas um amor passageiro.
​Você se olha no espelho e vê a mesma coisa que eu? Ou será que, lá no fundo, está pensando em outra pessoa, comparando toques e promessas? Dói pensar que o amor pode ser apenas composto por palavras que você usa para preencher esse medo que sente.
​Eu fujo do seu toque porque tenho medo da força que ele exerce sobre mim. Amar você me deixa no limite, entre a lucidez e a loucura. Sei que você enxerga o amor como algo que pode ser descartado e quebrado quando não serve mais, e é por isso que eu recuo. Tenho medo de estar por perto quando você decidir que o nosso tempo acabou.
​Dizem que o amor morde, que ele sangra e nos deixa de joelhos. Sinto cada uma dessas feridas. Quando estamos juntos, às vezes sinto você em outro lugar, como se estivesse apenas encenando um papel. O que acontece quando você acorda? Você vai embora ou decide ficar e levar isso a sério?

Intervalo


Há encontros que não chegam — apenas se revelam.


Passei anos acreditando que certas ausências eram definitivas. A vida, metódica como sempre, organizou seus corredores, distribuiu suas responsabilidades, assentou cada coisa no lugar socialmente aceitável. Tudo parecia… coerente.


Ainda assim, havia uma pequena dissonância — quase imperceptível — como um relógio que atrasa poucos segundos por dia. Nada que chamasse atenção. Nada que justificasse investigação.


Até que, sem aviso, o tempo produziu uma coincidência.


Não foi surpresa.
Também não foi exatamente reconhecimento.
Foi algo mais silencioso — como quando a memória chega antes da consciência.


Curioso como certas presenças não envelhecem dentro de nós. Apenas se tornam… menos nomeáveis.


Hoje tudo está construído. Estruturas firmes, compromissos respeitáveis, trajetórias que fazem sentido à luz do mundo. Não há desordem externa. Não há espaço para imprudências juvenis.


E, no entanto, existe essa zona neutra onde algumas coisas permanecem em suspensão — não vivas o suficiente para perturbar, nem mortas o bastante para desaparecer.


Aprendi que maturidade não é ausência de intensidade.
É, muitas vezes, a administração silenciosa dela.


Não há aqui pedidos.
Nem projetos tardios.
Apenas a constatação serena de que o tempo, por mais rigoroso que seja, não possui jurisdição absoluta sobre tudo.


Algumas histórias não continuam.
Mas também não terminam no sentido comum da palavra.


Elas apenas… se deslocam para um lugar onde só é possível compreender por reconhecimento — nunca por explicação.


Quem nunca atravessou esse tipo de intervalo
provavelmente achará tudo isso excessivamente abstrato.


Quem já atravessou…


não precisa que se diga mais nada.

Ludicidade Praiana entre a Lua e o Mar

Luar brilhando fortemente com elegância, lá no alto, entre algumas nuvens acinzentadas, refletindo o seu brilho admirável sobre as águas do mar,

O qual exibia as suas ondas baixas, movimentadas pela brisa como se estivesse acariciando gentilmente a areia da praia, marcada por pegadas de idas e vindas.

O resultado foi um cenário apaixonante, cheio de vida, que provou a magia da ludicidade, atraiu a percepção poética e expôs a leveza da simplicidade.

Parte bela da noite, de uma linda memória construída a partir de uma observação sincera da lua — o grande destaque de um lugar praiano, uma paisagem que liberta.

É um inferno ser pobre, isso não é segredo; é um inferno estar doente sem dinheiro, com fome sem dinheiro; é um inferno estar doente e com fome para sempre até o último dia.

Eu me sinto sem respostas para essa ausência de palavras, para tudo aquilo que quero dizer. Talvez porque deixei tempo demais. Intervalos longos entre quem eu fui e quem me tornei. Sem perceber, sem discutir, sem cobrar. Fui sendo.


E no instante de permissão — não por ter tempo, não por razão, sequer por ter as palavras certas — não pude recuar. Ainda estou ali. Não me posso perder.


Não é que eu não sustente a intensidade. Eu sustento. Talvez esse seja o ponto. Justamente por saber que sustento, não posso me jogar. Há muito mais além de mim para escolher. Há consequências, há territórios que não são só meus.


Não é fuga. Não é negação. É consciência.


Algo me atravessou e permanece. Não como urgência, não como descontrole — mas como presença. Uma parte de mim que desconheço e ainda assim reconheço.


E talvez maturidade seja isso: sentir profundamente, perceber o abismo, saber que poderia atravessar — e ainda assim escolher permanecer inteira.


Ainda estou ali.
E não me perco.

A inteligência é o único lugar


onde a liberdade é total.

Esse é o perigo de falar. Você fala, fala, fala toda a baboseira e logo, logo não sabe mais o que está dizendo... eu não sei... é por isso que me sinto muito melhor quando estou principalmente calado.

"Inclusão sem estrutura machuca quem mais precisa."

Certamente, o encanto de morrer está no fato de que nada se perde.

Concentrar-se em forma e lógica, “na construção da frase”, parece imbecilidade no meio da loucura.

O mar é mundo, o barco minha vida, e a direção, o remar de minhas decisões.

Aqueles que têm fé demais na própria sorte um dia receberão a surpresa de um doce beijo da morte.🕊

O DESPERTAR DAS FRESTAS

Orbitava num mundo cinza
Quando as cores entraram
Pelas frestas
Aí vi a luz.

Lu Lena / 2026

Não sei se o tempo parou ou se ele apenas se arrasta para me torturar, mas cada minuto longe de você parece uma eternidade solitária. Meu peito já não consegue mais guardar o peso desse amor.
Tenho saudade do seu toque de uma forma que as palavras mal conseguem descrever. Sinto falta da sua presença, do seu cheiro e da certeza que só o seu abraço me dá. O tempo — esse mesmo tempo que dizem curar tudo — tem sido cruel; ele me mostra o quanto os meus dias são vazios sem você ao meu lado.
Como os rios solitários que correm desesperados para encontrar o mar, minha alma corre em sua direção. Eu suspiro pelo momento de voltar para casa — e minha única casa é você.
Você ainda é minha? Por favor, me diga que sim. Porque eu ainda sou, irremediavelmente, seu. Eu preciso do seu amor mais do que nunca. Peço aos céus todos os dias para que tragam você de volta para mim, e que o façam depressa.
Estou chegando, meu amor. Espere por mim.

Em uma guerra, não se tem vencedor, apenas destruição. Pais, filhos, mães, esposas, maridos, namorados e colegas morrem, todos morrem e isso não é indicativo de vitória.

Existem pessoas que já tiveram um amor da vida que trouxe a elas muitas tribulações. Algumas delas até preferiram ficar sozinhas a vida inteira por causa de muitos traumas. Mas quem tem a boa sorte de encontrar um amor pra vida que já está pronto pra você, trazendo calma e equilíbrio, se sentirá feliz em plenitude.

O momento mais forte da sua vida não será quando você ganhar uma batalha, mas quando, destruído, você decidir se reconstruir.