Coleção pessoal de testeteste123

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O palco pertence ao talento e não ao indivíduo

⁠⁠Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.


Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.


Mas temos.


E não são poucos.


São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.


São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.


Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.


Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.


É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.


Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.


Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.


Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.


Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.


Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.


Solidariedade é uma grande virtude.


O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.


É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.


Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.


Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.


Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.


Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.


Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.


E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?

Sou um peixe a se estranhar
Sou de letra, não de água
Não sou de rio, mas de página
Navego o mar das palavras,
Onde existir é viajar.

Os celulares e fones de ouvido viraram uma extensão do corpo humano. Jovens e adultos não conseguem ficar mais sem ouvir música ou mandar mensagens pelo WhatsApp. As crianças podem até ter medo do escuro, mas os jovens passaram a ter medo do silêncio. Agora entendo o velho ditado que dizia "não paro, pois se parar eu penso e se pensar eu choro". Para muitos, fugir da realidade tornou-se o melhor remédio contra a dor existencial

Se não dá para esconder, então por que tentar evitar? No seu dia a dia, eu sempre vou estar; na letra de uma música, no cheiro de um perfume, você vai se lembrar! E, se nada disso acontecer, alguém vai te falar de mim.

Quando o amor chega, não marca hora, dia e nem lugar. É um sentimento que te domina, difícil de evitar.

O amor é um sentimento invisível que se tornou perceptível.

A vida recomeça todos os dias a cada novo amanhecer, enquanto
o coração estiver pulsando.

Escrever liberta a imaginação.

"Muitas vezes, a mesa estará posta e o silêncio será a única companhia. Mas lembre-se: é no silêncio que as maiores decisões são tomadas. Se o café ainda está quente, há vida, há tempo e há uma nova história esperando para ser escrita por você."
— Ginho Peralta

Você interpreta o que você quiser, mas a única verdade é essa.

" A mulher amada e
— respeitada —
é muito mais especial do que
se possa imaginar."

Que a esperança nos convença a sermos melhores e leve paz a tudo ao nosso redor e além, pois a humanidade merece mais do que o abismo.


Não sei se mereço o paraíso... com certeza, não.


Mas a Misericórdia de Deus disse que não nos abandonaria, o que quer dizer que cabe a nós fecharmos os portões do inferno.

Palavras mudam quando eu mudo.

Até o desnecessário é necessário para mim; necessário para eu saber que é desnecessário.

A morte revela o fim do ego; vem tanto para humano como para inseto.

Sinto aqui dentro...
Nem sempre é noite;
Nem sempre é dia.
Mas todo dia,
É dia.

Tirar o problema daquilo que vê como um problema é a solução para tudo.

Não existe a realidade por si só, ela precisa ser construída para funcionarmos, por isso ela só existe na mente do homem.

"A mesa está posta e o café ainda está quente. Não deixe o silêncio gritar mais alto que o afeto; aproveite as vozes enquanto elas estão à mesa. A verdadeira fartura não é o que servimos, mas com quem compartilhamos o momento."
— Ginho Peralta